
Quem sou:
- Joaquim Francisco
- Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα
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▼
2018
(3)
- ► Janeiro 2018 (1)
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2017
(11)
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- ► Agosto 2017 (1)
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►
2016
(2)
- ► Agosto 2016 (2)
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2015
(4)
- ► Agosto 2015 (1)
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- ► Abril 2015 (1)
- ► Janeiro 2015 (1)
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2014
(5)
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2013
(1)
- ► Março 2013 (1)
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2012
(9)
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2011
(20)
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►
2010
(29)
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- ► Junho 2010 (2)
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- ► Março 2010 (5)
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►
2009
(54)
- ► Dezembro 2009 (1)
- ► Novembro 2009 (2)
- ► Outubro 2009 (6)
- ► Setembro 2009 (7)
- ► Agosto 2009 (4)
- ► Julho 2009 (6)
- ► Junho 2009 (3)
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- ► Março 2009 (4)
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- ► Janeiro 2009 (6)
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►
2008
(54)
- ► Dezembro 2008 (5)
- ► Novembro 2008 (5)
- ► Outubro 2008 (3)
- ► Setembro 2008 (6)
- ► Agosto 2008 (4)
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- ► Janeiro 2008 (2)
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►
2007
(38)
- ► Dezembro 2007 (1)
- ► Novembro 2007 (2)
- ► Setembro 2007 (4)
- ► Agosto 2007 (3)
- ► Abril 2007 (2)
- ► Março 2007 (10)
- ► Fevereiro 2007 (14)
Arrangem o Poço, Poça.

Por: Joaquim Francisco ®
Logo no início de 2007 e tendo em vista começar da melhor maneira o Ano, a população Tomarense, mais concretamente, a transeunte assídua da Rua Serpa Pinto, vulgo Rua da Corredora, deparou-se com uma situação anómala: O Poço, situado à entrada da rua, estava partido. Não foi um acto de vandalismo. Alguém muito simplesmente, efectuou uma manobra com um veículo, embateu na sua murada, partindo-o. Volvidas sensivelmente duas semanas e encarcerado como está, com três protecções metálicas, não conseguiu defender-se, agora sim, do acto de vandalismo, que o privou de parte da cercadura em pedra que, penso, caiu dentro dele (ver foto). Dito isto, pergunto: Quando é que vai ser arranjado?... Será que o projecto e adjudicação da obra, vão demorar?... A Engenharia Camarária célere como é (ou não), já está em movimento?... Já foi formada uma equipa de funcionários da Câmara para o arranjar?... Já foi disponibilizada verba?... Vai ter de ser efectuada uma colecta pelos comerciantes da Rua, para ajudar na restauração do mesmo?... Será que tenho de voltar a escrever outra vez sobre o Poço, daqui a um Mês, poça?... Ora bem, já passou UM MÊS e o dito cujo está naquele estado de conservação. Mais um mês e vai tudo parar ao fundo do "Poço", claro… (digo eu)
Venho assim por este meio (tipo requerimento), solicitar V. Excelências se dignem, no mais curto espaço de tempo (não exceda um mês), proceder à recuperação da referida estrutura, tendo em vista dotar de Poço (outra vez) a Praceta de Olivença. Esperamos deferimento.
Nota: Não gostaríamos de ter uma “Triangulatura do Círculo” em Tomar por muito tempo.
Logo no início de 2007 e tendo em vista começar da melhor maneira o Ano, a população Tomarense, mais concretamente, a transeunte assídua da Rua Serpa Pinto, vulgo Rua da Corredora, deparou-se com uma situação anómala: O Poço, situado à entrada da rua, estava partido. Não foi um acto de vandalismo. Alguém muito simplesmente, efectuou uma manobra com um veículo, embateu na sua murada, partindo-o. Volvidas sensivelmente duas semanas e encarcerado como está, com três protecções metálicas, não conseguiu defender-se, agora sim, do acto de vandalismo, que o privou de parte da cercadura em pedra que, penso, caiu dentro dele (ver foto). Dito isto, pergunto: Quando é que vai ser arranjado?... Será que o projecto e adjudicação da obra, vão demorar?... A Engenharia Camarária célere como é (ou não), já está em movimento?... Já foi formada uma equipa de funcionários da Câmara para o arranjar?... Já foi disponibilizada verba?... Vai ter de ser efectuada uma colecta pelos comerciantes da Rua, para ajudar na restauração do mesmo?... Será que tenho de voltar a escrever outra vez sobre o Poço, daqui a um Mês, poça?... Ora bem, já passou UM MÊS e o dito cujo está naquele estado de conservação. Mais um mês e vai tudo parar ao fundo do "Poço", claro… (digo eu)
Venho assim por este meio (tipo requerimento), solicitar V. Excelências se dignem, no mais curto espaço de tempo (não exceda um mês), proceder à recuperação da referida estrutura, tendo em vista dotar de Poço (outra vez) a Praceta de Olivença. Esperamos deferimento.
Nota: Não gostaríamos de ter uma “Triangulatura do Círculo” em Tomar por muito tempo.
in Jornal Cidade de Tomar - 2007-02-16
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A Iluminação dos Iluminados ou Os iluminados da Iluminação
Já muito foi escrito e dito, relativamente ao tema da “Iluminação de Natal em Tomar”. Reuniões de Câmara, Comunicação Social e por fim, Boletim Informativo da ACITOFEBA. Ditos e desditos, explicações, exposições e esclarecimentos, serviram para que a Sociedade Civil, chegasse a uma triste conclusão: – Em terra onde não á pão, todos ralham e ninguém tem razão. É que não basta existir vontade por parte das Associações. Tem de existir o querer. Não basta haver vontade política. Tem de haver o querer. Esta Novela (perdoem-me o nome) “Trapalhada” veio em boa altura (digo eu). Estando o Pais a atravessar um período de contenção económica, faz todo o sentido poupar uns tostões (cêntimos) aos bolsos dos contribuintes. Estes, na sua maioria, até nem se ralaram muito com a situação. A verba orçamentada para a Iluminação, 15.000,00 €, poderá ser assim canalizada, por exemplo, para a área Social. As famílias indigentes deste Município, e todas as Associações que prestam um Serviço Social à comunidade, vão agradecer. Basta que haja vontade Social, basta que exista vontade Política.in Jornal Cidade Tomar
26 Janeiro de 2007 - Por Joaquim Francisco ®
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As obras de “Santa Engrácia”

Por: Joaquim Francisco ®
As obras frente aos Correios foram “qualificadas” de “Santa Engrácia” (sito). Reponha-se a verdade. Como é que querem que o Empreiteiro, coitado, trabalhe... Está tudo ocupado com veículos. Ainda se admiram que as obras demorem. Tirem os carros dali, deixem-no trabalhar. Ainda o vão acusar das derrapagens. Sim das derrapagens. Porque com a aproximação do Inverno, derrapam os transeuntes, derrapam os veículos e derrapam os próprios trabalhadores da obra (na lama...claro e espero que só).
in Jornal Cidade Tomar - 2006
As obras frente aos Correios foram “qualificadas” de “Santa Engrácia” (sito). Reponha-se a verdade. Como é que querem que o Empreiteiro, coitado, trabalhe... Está tudo ocupado com veículos. Ainda se admiram que as obras demorem. Tirem os carros dali, deixem-no trabalhar. Ainda o vão acusar das derrapagens. Sim das derrapagens. Porque com a aproximação do Inverno, derrapam os transeuntes, derrapam os veículos e derrapam os próprios trabalhadores da obra (na lama...claro e espero que só).
in Jornal Cidade Tomar - 2006
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“A Morte anunciada do Mato”

Por: Joaquim Francisco ®
Na Edição 3716 de 25 de Agosto de 2006, página 16, no Jornal Cidade de Tomar e sobre o Tema: “Reconhecer Tomar – Casal dos Frades conglomerado de apartamentos”, alguém escreveu um artigo que estando inserido no contexto de “actualidade”, não faz nenhum sentido e está completamente desajustado: - Lembro que fazer publicidade a qualquer bem ou produto transaccionável, tem neste semanário, espaço próprio e custa dinheiro. Lembro que a construção civil, em Tomar, nesta e em outras zonas, construiu prédios, melhor dizendo, “Selvas de Betão” numa “zona de arbustos desabitada” que era ou poderia ser mais um pulmão para a Cidade de Tomar. Lembro que este espaço da cidade, espelha bem o desenvolvimento desenfreado da construção. Onde estão os Arbustos, as Árvores, os Espaços Verdes, os Espaços de Lazer? Onde está a construção que não insulta o nosso olhar… Já que está num “Espaço de desdobramento da cidade”… Poderiam construir com o máximo de 3 ou 4 andares (para todos poderem ter Sol). Lembro que quando se fala da “Ponte de Peniche”, o espaço está esquecido, não está devidamente conservado e também, por este andar, a cidade para lá se vai desdobrar. Quem ganha com isso?... Quem é?... Lembro as Associações de Património e Conservação da Natureza que têm uma palavra a dizer, mas que ainda a não disseram. Por fim, lembro os nossos autarcas e os outros autarcas...
in Jornal Cidade de Tomar - 2006
Na Edição 3716 de 25 de Agosto de 2006, página 16, no Jornal Cidade de Tomar e sobre o Tema: “Reconhecer Tomar – Casal dos Frades conglomerado de apartamentos”, alguém escreveu um artigo que estando inserido no contexto de “actualidade”, não faz nenhum sentido e está completamente desajustado: - Lembro que fazer publicidade a qualquer bem ou produto transaccionável, tem neste semanário, espaço próprio e custa dinheiro. Lembro que a construção civil, em Tomar, nesta e em outras zonas, construiu prédios, melhor dizendo, “Selvas de Betão” numa “zona de arbustos desabitada” que era ou poderia ser mais um pulmão para a Cidade de Tomar. Lembro que este espaço da cidade, espelha bem o desenvolvimento desenfreado da construção. Onde estão os Arbustos, as Árvores, os Espaços Verdes, os Espaços de Lazer? Onde está a construção que não insulta o nosso olhar… Já que está num “Espaço de desdobramento da cidade”… Poderiam construir com o máximo de 3 ou 4 andares (para todos poderem ter Sol). Lembro que quando se fala da “Ponte de Peniche”, o espaço está esquecido, não está devidamente conservado e também, por este andar, a cidade para lá se vai desdobrar. Quem ganha com isso?... Quem é?... Lembro as Associações de Património e Conservação da Natureza que têm uma palavra a dizer, mas que ainda a não disseram. Por fim, lembro os nossos autarcas e os outros autarcas...
in Jornal Cidade de Tomar - 2006
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O BURACO
in Jornal Cidade de Tomar - 2005 - Por: Joaquim Francisco
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Peregrinações ao local

Por: Joaquim Francisco ®
Um dos prazeres do momento e aos quais o Povo não consegue resistir, são as Férias. Danado para a passeata, durante os meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro... “sim porque não o Setembro”, a rapaziada arma-se de sacos e saquinhos e faz-se à estrada, no sentido que mais lhes agrada. Tanto no sentido Norte como Sul, passando pela Serra da Estrela e Alentejo, os destinos “turísticos”, são dos mais variados e apetecíveis, possibilitando um lazer por vezes transcendental e inóspito. Bom, até aqui tudo bem. Mas o pior está para vir. Não estou a pensar no assalto do carro, não... Não me refiro ao roubo dos documentos ou do dinheiro, não... A criança ficou com dores de garganta e a esposa foi picada pelo Peixe-Aranha, não... Choveu torrencialmente e o Parque de Campismo alagou, não... O orçamento familiar não chegou e não fomos de férias, não... Não, sim, sim foi isso mesmo, afinal que poderíamos esperar agora que a retoma está ai para nos ajudar a NÃO ir de férias. Temos que aguentar mais dois anos, só. “No poupar é que está o ganho” diz o ditado popular. Então, não vos chegou o evento Brasileiro, Rock in Rio “Lisboa” e o Euro 2004 “Portugal”. O dinheiro não chega para tudo, bolas... A mania de que se tem de ter tudo, é uma utopia que não faz sentido nos tempos que correm. Então os meninos não vêm que os Srs. Governantes também estão em contenção. Os BMW´s, os Mercedes, os Volvos e os VW´s, que poderiam ser de ultima geração, estão todos velhos. Não acreditam, vejam as imagens que passam nos órgãos de informação ou vejam com os vossos próprios olhos, se não é verdade. Aqueles carros pretos todos cheios de pó, os pneus carecas. Nas vias rápidas do nosso país quando passa uma comitiva qualquer, até dá nervos a velocidade com que se deslocam. É que não passam dos 100 km. É da velhice. É que se está mesmo a ver. Bom... mas um dos prazeres do momento e aos quais o Povo não consegue resistir, são as Férias. Danado para a passeata, durante estes meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro… “sim porque não o Setembro”, a rapaziada armava-se de sacos e saquinhos e fazia-se à estrada. Mas isso sai caro, já não está ao alcance de qualquer um. Só os que hoje em dia têm dois e três empregos, conseguem ter férias. Chegou-se a um ponto, em que a tal teoria muito bonita, da dignidade e bem-estar social, ligada às velhas e novas ideias de harmonia familiar, cai pelas bases, pois permite-se que a dignidade humana seja brutalmente esquecida. Não haja ilusões, ela é esquecida. Nestes casos, nem N.ª Sra. de Fátima nos salva.
Julho de 2004
Um dos prazeres do momento e aos quais o Povo não consegue resistir, são as Férias. Danado para a passeata, durante os meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro... “sim porque não o Setembro”, a rapaziada arma-se de sacos e saquinhos e faz-se à estrada, no sentido que mais lhes agrada. Tanto no sentido Norte como Sul, passando pela Serra da Estrela e Alentejo, os destinos “turísticos”, são dos mais variados e apetecíveis, possibilitando um lazer por vezes transcendental e inóspito. Bom, até aqui tudo bem. Mas o pior está para vir. Não estou a pensar no assalto do carro, não... Não me refiro ao roubo dos documentos ou do dinheiro, não... A criança ficou com dores de garganta e a esposa foi picada pelo Peixe-Aranha, não... Choveu torrencialmente e o Parque de Campismo alagou, não... O orçamento familiar não chegou e não fomos de férias, não... Não, sim, sim foi isso mesmo, afinal que poderíamos esperar agora que a retoma está ai para nos ajudar a NÃO ir de férias. Temos que aguentar mais dois anos, só. “No poupar é que está o ganho” diz o ditado popular. Então, não vos chegou o evento Brasileiro, Rock in Rio “Lisboa” e o Euro 2004 “Portugal”. O dinheiro não chega para tudo, bolas... A mania de que se tem de ter tudo, é uma utopia que não faz sentido nos tempos que correm. Então os meninos não vêm que os Srs. Governantes também estão em contenção. Os BMW´s, os Mercedes, os Volvos e os VW´s, que poderiam ser de ultima geração, estão todos velhos. Não acreditam, vejam as imagens que passam nos órgãos de informação ou vejam com os vossos próprios olhos, se não é verdade. Aqueles carros pretos todos cheios de pó, os pneus carecas. Nas vias rápidas do nosso país quando passa uma comitiva qualquer, até dá nervos a velocidade com que se deslocam. É que não passam dos 100 km. É da velhice. É que se está mesmo a ver. Bom... mas um dos prazeres do momento e aos quais o Povo não consegue resistir, são as Férias. Danado para a passeata, durante estes meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro… “sim porque não o Setembro”, a rapaziada armava-se de sacos e saquinhos e fazia-se à estrada. Mas isso sai caro, já não está ao alcance de qualquer um. Só os que hoje em dia têm dois e três empregos, conseguem ter férias. Chegou-se a um ponto, em que a tal teoria muito bonita, da dignidade e bem-estar social, ligada às velhas e novas ideias de harmonia familiar, cai pelas bases, pois permite-se que a dignidade humana seja brutalmente esquecida. Não haja ilusões, ela é esquecida. Nestes casos, nem N.ª Sra. de Fátima nos salva.
Julho de 2004
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