Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

Quem sou:

A minha foto
Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα

Alberto, Sócrates, Tomarenses e Tabuleiros:

– A Reconciliação?...
Segundo a minha fonte fidedigna, durante a visita de “portugueses” à Ilha da Madeira, (ver Jornal Cidade de Tomar, Edição 3752 de 04 de Maio de 2007na página 16, tiveram o “privilégio” de se encontrarem com o Alberto João Jardim e lá combinaram (consta) se encontrarem em Tomar, por altura da Festa dos Tabuleiros. Alberto João e um dos turistas, num acto de boa vontade do “Sr. Presidente”, pousaram juntos para a posteridade, tendo dito o mesmo, passo a citar: “se os tabeleiros nã fossem tã jeitóusos ê nã me teria meteid neist” (ser bilingue é um espectáculo… fiquei impressionado). O português que poisou junto de Alberto do Mónaco (uuppss… lá me enganei outra vez carago), que pousou junto de Alberto João, agradeceu o convite e deixou recomendações (assim é que foi “ou não”). A comitiva madeirense, é assim ansiosamente aguardada para a altura da Festa dos Tabuleiros, aguardando os portugueses que os mesmos honrem o convite formulado por escrito:
Ex.mo Sr. Presidente da Madeira
Vêm estes humildes portugueses, solicitar junto de V. Ex.a se digne a se fazer comparecer nesta mui digna Cidade Templária à beira Rio Nabão plantada, tendo em vista abrilhantar esta já tão famosa e singela Festa dos Tabuleiros, não querendo desde já ofuscar com esta grandiosidade, sua digna postura social, etc. etc. etc.
Os abaixo assinados
Portugueses
Ora, perante semelhante missiva, um tipo não se pode recusar. Está mesmo a pedir:
– A Reconciliação.


Por: Joaquim Francisco – 2007-05-03

O porquê da escrita

Sei que por vezes existe a tentação de me considerarem um inconveniente e maçador cidadão que tomou o gosto pela escrita pseudo humorística e espirituosa e que, como se isso não bastasse, ainda por cima, recolhe fotografias e adapta-lhes textos com “falsas notícias”, só com o intuito de macular (ou não) a (in)gerência e execução de alguns dirigentes do nosso Burgo.
O que está escrito, escrito está. Para a posteridade fica o registo gravado em papel, pois quiçá, num futuro e recuperado, poder-se-á comparar com um futuro presente. Lembro como exemplo as notícias das Zebras: “A falta de marcação na estrada tem pregado grandes sustos à População e até, acredito, aos senhores automobilistas (nesta Avenida anda-se bem).” Depois lá pintaram as Zebras (mas já estão a desaparecer outra vez); Do Poço à entrada da Corredora: “Ora bem, já passou UM MÊS e o dito cujo está naquele estado de conservação. Mais um mês e vai tudo parar ao fundo do "Poço", claro… (digo eu)” e não é que a murada foi mesmo parar lá abaixo. Mais, já passaram 3 meses e nada.
Outras situações: A entrada da Av. Nuno Alvares Pereira, na Zona do Padrão, com os canteiros cheios de ervas a denotar desleixo. As obras que se vão efectuando na Cidade, aqui e ali e que quando pensamos que estão concluídas, eis senão quando um serviço qualquer, vai rebentar outra vez o chão. (falta de coordenação?...).
Ou seja, exemplos não faltam para que a notícia surja. A palavra escrita pode não ser levada em consideração por quem de direito mas, o que está escrito, escrito está e para a posteridade fica o registo gravado em papel. Quiçá, num futuro e recuperada, poder-se-á comparar com um futuro presente. Nessa altura questionarão: Ninguém liga?... Ninguém faz nada?... Todos se calam?... Haja quem ligue, haja quem faça, haja quem fale… É o porquê da escrita.
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Editado no Jornal Cidade de Tomar em 25-05-2007 Por: Joaquim Francisco - 2007-05-03

A Gaiola para Pombos

Em 16-02-2007, no Jornal Cidade de Tomar, e com o título “Arranjem o Poço, Poça”, escrevi sobre a necessidade de arranjarem a murada do Poço situado à entrada da Rua Serpa Pinto “Corredora”. Afinal, passados 4 Meses, eis que temos uma Gaiola para Pombos (como cartão de visita da Cidade de Tomar).
Segundo as minhas fontes fidedignas (ou não), tudo não passou de uma manobra concertada entre a Autarquia de Tomar (Secção de Obras Públicas e afins) e a Sociedade Columbófila Thomarense (não sei se existe, mas se não existe, aproveitem o nome), no sentido de criar naquele visível e bem frequentado espaço, a dita Gaiola. Como se pode ver na Foto 3, o próprio Sr. PC (uuppss...) rectifico, o Sr. Presidente inspeccionou o BURACO e achou por bem deixar que a coisa, assim fosse adaptada para os pombos. Os vários passos adoptados, na construção de tão grandiosa e bela estrutura, estão bem patentes e demonstrados na sequência fotográfica que aqui se exibe. Foto 1 – Começo das Obras; Foto 2 – Montagem da Estrutura Metálica que viria a sustentar a Rede para Pombos; Foto 3 – Inspecção da Obra a cargo do Sr. PC (uuppss… voltei-me a enganar); Foto 4 – Pois é…, valha-me a Festa dos Tabuleiros. Peço especial atenção para o letreiro que está junto à “Gaiola” mas que entretanto a minha fonte fidedigna tirou. Bonito, provocatório e catita de se ver não é...
In Jornal Cidade de Tomar 04-05-2007 - Por: Joaquim Francisco 2007-04-28

Metro em Tomar

Foi com agrado que recebi a notícia de que (segundo a minha fonte fidedigna) iríamos ter, na nossa Cidade Templária, Metro. Aproveitando a passagem por Tomar, de uma tuneladora, utilizada em Lisboa no túnel do Terreiro do Paço, os nossos Serviços de Engenharia e Obras, pararam por uns breves meses, o projecto de recuperação das paredes do Poço (ver entrada da Rua Serpa Pinto, vulgo, Gaiola dos Pombos), para se dedicarem de alma e coração a esta grandiosa obra, anunciou a Edilidade tomarense. O projecto inclui numa primeira fase duas Estações, nomeadamente a da Primavera e do Verão. Lá mais para o Inverno, o Metro chegará à de Tratamento de Águas Residuais. Num futuro longínquo CP e CTT. Como se pode ver nas imagens, a visita às instalações foi um sucesso, a tuneladora é linda e as futuras carruagens, carecem de alpista. Chegaram entretanto informações à redacção do nosso Jornal, que o percurso escolhido, por enquanto, vai ser o de sentido contrário ao do TUTOMAR. As obras vão continuar, como mandam as boas práticas Autárquicas, (ou não).
in Cidade de Tomar edição 3750 - 2007-04-20 Por: Joaquim Francisco

As Mudanças e Companhia, Lda.

Foi com interesse que li a notícia divulgada no Jornal Cidade de Tomar N.º 3746, do dia 23-03-2007, “Comando da GNR sai de Tomar” e não entendi qual a admiração de tal situação. Vejamos o seguinte calendário de ocorrências, segundo as minhas fontes fidedignas (ou não):
Mês de Março – GNR sai de Tomar, rumo a Ourém. Este facto prende-se com a necessidade de os Militares do destacamento estarem mais perto de Fátima. Só com um milagre é que eles voltam a Tomar. (Valha-nos a St.a Iria)
Mês de Abril – Comércio tomarense vai ser transferido para a Zona Industrial para que a Industria, aprenda com os Chineses, tudo o que há para aprender. (Valha-nos St.ª Cita)
Mês de Maio – Câmara Municipal dirige-se para a Barragem de Castelo de Bode. (Sem comentários)
Mês de Junho – Junta de Freguesia de S. João, junta-se com a Câmara Municipal de Tomar e aguardam pela Junta de Freguesia de .St.ª Maria dos Olivais (Idem)
Mês de Julho – Junta de Freguesia de St.ª Maria dos Olivais vai para a Barragem do Castelo de Bode, junta-se (como o próprio nome indica) às suas congéneres edilidades e vão a banhos. (Agora sim, valha-nos S. Pedro)
Mês de Agosto – Férias. Não vai haver mudanças. Está tudo de férias.
Mês de Setembro – Idem
Mês de Outubro – Só na Segunda Quinzena é que surgem as primeiras alterações.
Assim, só vou continuar em Novembro para preparar as férias do Natal. Por agora chega.
in Jornal Cidade de Tomar N.º 3747 -- 29-03-2007 Por: Joaquim Francisco

Um Jogo de Chinquilho no Jardim do Mouchão... (ou não)...

No Jornal da Cidade de Tomar, Edição 3745, página 8 e sobre o Tema: “O que está a ser feito no Jardim do Mouchão”, estavam as fotografias aqui representadas com as respectivas legendas.
Segundo fontes fidedignas (ou não…), tal não é real. Reponha-se assim a verdade, pois a mesma é do interesse público e não pode ser escamoteada:
Fotografia 1 – (Sem legenda oficial) Representa o grupo convidado pelo Sr. Presidente, mais o próprio, para num momento de lazer e aproveitando as boas condições climáticas e as que o Jardim do Mouchão oferece “neste momento”, jogarem uma partidinha de Chinquilho. Refira-se que nesta foto vê-se nítida e claramente o Sr. Presidente a solicitar a sua malha de ferro (o gesto é tudo e para bom entendedor…). Formaram-se duas equipas, com três elementos cada uma (segundo as leis deste jogo, é possível). O Sr. da esquerda (ver foto), apontando para o lado, até disse: “eu faço equipa já com estes dois”. Do grupo que fez equipa com o Sr. Presidente, (atrás do mesmo) destaque para a Sra. que ajudou na pontuação, pois era a única que tinha papel e lápis.
Fotografia 2 – (Legenda oficial: Aqui vai ficar instalado um quiosque). A verdade: Instante em que o Sr. Presidente se prepara para lançar a malha, tendo para isso que mandar desviar, para os lados (é óbvio), a sua comitiva que se encontrava a obstruir o espaço. Refira-se que os dois mecos (paus) cada um com 20 cm de altura, estavam a uma distância de 18 metros, ocupando parte da alameda central do jardim.


Fotografia 3 – (Legenda oficial: O piso vai ficar com as necessárias fundações). A verdade: Solene momento do arremesso. Em posição de visível concentração, o Sr. Presidente tenta alcançar os tão desejados dois pontos, derrubando o meco. Informo que ganha a equipa que atingir primeiro os 30 pontos. Aproveito para lembrar aos estimados leitores que não é muito prático jogar de fato e gravata. Aqui, o caso reveste-se nitidamente de originalidade, tão peculiar no nosso executivo.
Fotografia 4 – (Legenda oficial: Lá ao fundo fica uma praça pública). A verdade: Visivelmente satisfeito o Sr. Presidente, solicita a atenção da Comunicação Social para a distância a que conseguiu atirar a malha, derrubando o meco, ganhando assim, uns preciosos dois pontos de avanço aos adversários. 18 metros é muito metro (comentou ele na altura). Resultado final, não sei… A minha fonte fidedigna, entretanto foi-se embora para receber tratamento, pois uma malha extraviada acertou-lhe na canela. Estranha esta situação. É muito estranho, logo à minha fonte fidedigna…
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3746 de 23-03-2007 por Joaquim Francisco

Transportes Urbanos de Tomar














É com muito agrado e satisfação que todos os dias vejo, um razoável número de pessoas a utilizar os Transportes Urbanos de Tomar, TUTOMAR. È também com muito agrado e satisfação que vejo uma Sra. Condutora ao volante do autocarro, sinal que a igualdade de direitos e oportunidades foi acautelada. O itinerário muito bem delineado e as paragens bem situadas rivalizam pela positiva, com um horário bem elaborado e de fácil consulta. Mas sendo todo este processo muito recente e podendo em alguns aspectos ser melhorado, penso que os responsáveis pelos TUTOMAR, poderão aceitar uma ou outra ideia, por exemplo: Placas colocadas nos postes das paragens com o horário de passagem do autocarro; Conceber um prospecto a ser enviado a todos os cidadãos do Concelho com informação detalhada, ou seja, Mapa da Circulação e Horário/Paragens (à imagem e semelhança do editado na Agenda Cultural, Outubro/Novembro 2005, veja-se páginas centrais; Parcerias com entidades situadas noutros pontos da Cidade para venda de Bilhetes (exemplo, Juntas de Freguesia); utilizar alguns Outdoors que estão espalhados um pouco por toda a cidade com a Planta da mesma e adicionar Mapa da Circulação e Horário e por fim, delinear uma linha no sentido inverso. Quanto mais comunicação disponível existir mais utilização será dada aos nossos transportes urbanos quando o pagamento começar a ser obrigatório.

in Jornal Cidade de Tomar - Escrito em 15-11-2005 - Joaquim Francisco

Sinais de Discórdia ou Sinais de Trânsito



Na semana passada, segunda ou terça-feira, já não posso assegurar, assisti a uma grande discussão que teve direito a Polícia (diga-se de passagem que se o agente da autoridade não aparece, a coisa chegava à pancadaria). A dita querela, estava intimamente ligada à prioridade que dois Srs. Automobilistas reclamavam ter, aquando da sua passagem pelo “entroncamento” Rua Everard; Ponte Velha; Rua Marquês de Tomar. Não sei qual deles tinha razão, mas é impressionante, pois todos, todos os dias se ouvem um chorrilho de pragas ou uma buzinadela sibilante, à conta de uma manobra, mesmo que não seja mal executada (incluem-se, os automobilistas que ao saírem da Ponte Velha, mudam o sentido de marcha para a direita). Como a minha preocupação vai no sentido de se preservar a calma e quietação desta área à beira rio situada, eu explico: À saída da Rua Everard, na aproximação à Ponte Velha, encontramos o “Sinal C11a – Proibição de virar à direita”; À saída da Ponte Velha, encontramos dois sinais, “Sinal A25 – Trânsito nos dois sentidos” e “Sinal D1e – Sentido obrigatório”. Não existindo (mas deveria existir) Stops nem sinais de aproximação de Estrada com Prioridade, logicamente que quem sai da Ponte Velha tem prioridade, em relação a quem se apresenta pela esquerda. Afinal de contas estamos perante Sinais de Trânsito e não de Sinais de Discórdia, ou não?...

in Jornal Cidade de Tomar - Escrito em 31-10-2005 - Joaquim Francisco

As Eleições já passaram, A Zebras queria eu passar

Gostaria de começar por agradecer a todos os que já escreveram para este Jornal e cujos artigos de opinião tinham como tema, as passadeiras para peões, vulgo “Zebras”. Lembram-se por exemplo da notícia que envolveu um atropelamento?... Hoje, só vou dar três exemplos, todos na Avenida Norton de Matos que para quem não sabe, vai desde a “Curva da Marisqueira” (jeitosa, diga-se, para acidentes, no sentido da Av. Angela Tamagnini), até ao fim da Ponte Nova. Pois as ditas “Zebras”, sumidas, estão uma em frente à “Marisqueira”; a segunda perto cruzamento com a Rua Amorim Rosa e a terceira à saída da Ponte Nova junto à rotunda da Praceta Alves Redol. A falta de marcação na estrada tem pregado grandes sustos à População e até, acredito, aos senhores automobilistas (nesta Avenida anda-se bem). Não faz sentido que esta situação se mantenha por muito mais tempo, até porque as Eleições já foram. Já não há o perigo de se ser acusado de “Zebras Eleitoralistas” que é o mesmo que dizer “Obras para Eleitor Ver” ou “Pintura para promoção Autárquica”. Assim, em nome dos Peões e dos Srs. Automobilistas, pintem os traços se faz favor, há é verdade, a chuva já passou.

in Jornal Cidade de Tomar - Escrito em 25-10-2005 - Joaquim Francisco

O Sinal e a Floreira


Foto tirada em 25-10-2006 - Joaquim Francisco

"Choque Técnológico" Equipa veículos da PSP



in Jornal Cidade de Tomar - Edição n.º 3720

Presidente e Companhia


in Jornal Cidade de Tomar
Joaquim Francisco 10-09-2006

As três Léguas do Nabão

Realizou-se no passado Domingo, 4 de Março de 2007, mais uma edição da Corrida de Atletismo, 3 Léguas do Nabão, organizada pelo CALMA – Clube de Actividades de Lazer e Manutenção. Este agrupamento desportivo que privilegia o "desporto para todos", iniciou a sua actividade nos anos 80 e, desde então, tem conseguido manter o espírito associativo/desportivo que motivou a sua génese. O grupo de amigos que se juntava habitualmente para praticar desporto, viu esta Associação se desenvolver, prestando uma inestimável contribuição à população tomarense. A Avenida Cândido Madureira que em 1993, viu partir uma Edição desta Corrida de Atletismo e que na altura teve a participação de deficientes, foi novamente o local escolhido para o seu início, estando a meta localizada no Estádio Municipal. Pena é que esses tempos de “Amor à Camisola”, já não estejam tão enraizados no espírito do ser humano. O “material” está cada vez mais, a ganhar terreno em relação ao “por prazer”. Esta situação origina uma fraca participação de concorrentes e por consequência, na minha perspectiva, uma menor projecção da Prova. A cerimónia de entrega dos Prémios (taças) decorreu, por inerência, insípida… muito monótona. A esta distância espaço/temporal, façamos uma reflexão e ao mesmo tempo um esforço para ajudar a elevar o prestígio das 3 Léguas do Nabão, ao nível que nos habituou e naturalmente, apoiar o CALMA. Esta Associação que se dedica à 14 Anos a promover diversas actividades desportivas, de lazer e manutenção, promoção e animação de actividades sociais, acompanhamento e organização de percursos turísticos e gastronómicos, jogos populares e atletismo, merece o apoio de todos nós. Apelo pois a toda a População, Associações e Colectividades que aquando de Manifestações Desportivas, sejam mais participativos e tenham como lema o “Amor à Camisola” e o “Dinheiro não é tudo na vida”. Já agora um pequeno alerta: Muitas foram as vozes que manifestaram a vontade, do traçado da Prova, incluir a Zona Histórica da Cidade. Mas para o ano há mais… Certo…


Joaquim Francisco 05-03-2007

“Ponte e Centro Comercial” o Sim e o Não (obrigado) em Referendo?





Um Centro Comercial novo ao lado da Ponte, boa...




Ora cá estamos nós, de volta às Guerras de Palavras e Trocas de Galhardetes, copiosamente difundidas nos Órgãos de Comunicação Social do nosso Burgo e devidamente comentadas (incluindo eu, admito), por toda a ímpar população do nosso Lugar. Atentem nos ditados: “Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”, “Do homem é o errar, da besta, o teimar”, “Mais vale prevenir do que remediar”, “Falar é fácil, fazer é que é difícil”, “Nem sempre o diabo é tão feio quanto o pintam” e por fim “Para quem está perdido, qualquer carreiro é caminho”. Á pois é… Pensava a Filosofia Oriental ser mui sábia e conspícua, pois não se iludam meus senhores, nós os Tugas, também damos cartas. Vejamos então: “Ponte e Centro Comercial” o Sim e o Não (obrigado) em Referendo? - Mais uma ou duas Pontes em Tomar, SIM. O tráfego na “Levada” e na rotunda da Praça Alves Redol, já está um pandemónio. Penso até que já deveriam ter sido construídas, pelo menos à 5 ou 6 anos atrás. Localização: Flecheiro: Não. Localização: S. Lourenço, SIM. Atenção, já alguém lembrou e muito bem que também faz falta, uma Ponte na zona da “Estrada de Leiria” e/ou EN 113: SIM. (serão pontes a mais?... 6 Pontes é muita Ponte…). Bom, obra que venha a facilitar o futuro rodoviário (e pedestre) da nossa terra, é bem vinda. Agora, Centro Comercial, bolas, esta até dói: NÃO. Então… Querem lá ver que vamos repetir a história dos Hospitais. Um em cada localidade, para depois estarem os pisos às moscas, (como um certo Centro Comercial que conheço), CERTO?????... Então… Não é fácil de ver que na nossa Cidade, o Comércio já está (tragam os balões de oxigénio), o Cinema (nem há palavras para o descrever) e a Restauração (safando-se, mas não há muito espaço de manobra). A população de Tomar sempre gostou de se deslocar aos outros sítios, para passear. Porque não desenvolver, apoiando, o que já existe. Privilegiar o espaço Comercial por excelência que é a nossa Rua Serpa Pinto e toda a zona histórica que ao nível do Comércio e da Restauração, dá cartas a muito Centro Comercial. Quanto ao Cinema, para quê mais cinemas. Temos já 2 Cinemas em Tomar e… (e nada, pronto…). Até fiquei sem palavras. No que diz respeito ao Referendo, sobre essa matéria: NÃO. É um absurdo gastar tempo e dinheiro, com uma ridicularia destas. Assim, agradeço a atenção dispensada, esperando ter contribuído com EXCELENTES E ADEQUADOS PROVÉRBIOS e sustentando que quem tem o poder de decisão, os vão saber interpretar, pois “Para bom entendedor, meia palavra basta”. (ou não)
Joaquim Francisco 01-03-2007
Dizem que o desenho e a pintura, revelam a
essência das coisas,através da visão do artista.
A fotografia, essa, revela a beleza das mesmas e associa
a oportunidade do momento, através da máquina.
Joaquim Francisco 2007-05-03
A vontade de querer e de ser, são forças que nos mantêm fortes e vivos.

2007-03-15

Em jeito de balanço Autárquico, “Os Valores dos Resultados Valem o que Valem”


Gostaria de começar por dar os parabéns a todos os Eleitos e desejar aos mesmos bom discernimento Político e Social, aquando do desempenhar das suas respectivas funções. Dito e escrito isto, passaria em jeito de balanço, à análise (que quase ninguém fez) dos resultados das Eleições, utilizando o número de votos, observado neste Jornal, na sua edição N.º 3671 de Sexta-Feira 14 de Outubro:

Os valores das três tabelas são muito semelhantes entre si, como se pode constatar. Na votação para a Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia, dos 38.523 eleitores inscritos e fazendo a média, 21.970 (votos úteis) que representam 57%, elegeram na realidade alguém. Voltando a fazer a média, 16.550 Eleitores (não votantes, nulos e em branco), não contribuíram para a eleição, ou seja, 43%. A realidade do nosso País é esta, só cerca de 57% da população apoiou as candidaturas (pouco mais de metade da população). O desencanto, a falta de interesse e o descrédito estão reflectidos nos números apresentados que como está na moda concluir “valem o que valem”. Mas valerão até quando?...



• Há um quê de Fascinante na Vida.
27-06-1981

• Piadas de Café, pois é, vida e Stress.
Não há nada a fazer, comer e beber, fumar e divagar.
Coisas do quotidiano dispersas no tempo, ao sabor do vento.
Milagres e segredos, medos, desilusões.
Sermões e piadas de café, pois é, vida e stress.
17-12-1981

• O Mundo foi feito para o Homem. Só que há Homens que não merecem viver no Mundo.
31-03-1981