Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

Quem sou:

A minha foto
Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα

BLOGS - Por: Marta Braga (Estrasburgo)

(Imagem involuntariamente cedida por:
macroscopio.blogspot.com/2006 08 01 archive.html)
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O que é um blog?

Se procurarmos a definição mais corrente, verificamos que se trata de uma página da Internet, de cariz pessoal e/ou pessoal, actualizado regularmente, através de textos (posts) ou imagens.

Este tipo de “comunicação” interpessoal tem ganho simpatizantes ao longo dos últimos anos em todo o Mundo, tendo proliferado o número de blogs, de bloguistas e de temáticas abordadas na Blogosfera. Assim, qualquer pessoa com acesso à Internet pode criar o seu blog, através de servidores nacionais ou mundiais, sendo bastante fácil a configuração visual, através dos assistentes e dos modelos existentes que estão à disposição do utilizador.

Após a configuração inicial, em que se escolhem as cores de fundo, o tipo de letra e o tipo de blog que se pretende (existem vários estilos: Diário de viagens, lúdicos, românticos, infantis, …), é só dar asas à imaginação e começar a escrever.

Existem inúmeros (poderíamos mesmo dizer, incontáveis) blogs e os temas variam, incidindo nas viagens, no desporto, na política, no sexo, nas peripécias do dia-a-dia… é fácil encontrarmos blogs que abordam questões políticas escritos por políticos, nomeadamente o tão conhecido abrupto, da autoria de Pacheco Pereira, um dos primeiros bloguistas portugueses impulsionadores desta moda.

Existe ainda um programa bastante conhecido da Rádio Comercial (que poderá ser ouvido em http://www.radiocomercial.iol.pt/), intitulado O Meu Blog dava um Programa de Rádio, que divulga semanalmente diferentes blogs e que tem incentivado à criação e aperfeiçoamento desta nova tendência.

Se tem vontade de ensinar truques de culinária, de jardinagem e … se gostava de partilhar fotos de viagens, de países ou de simplesmente conhecer outras realidades, outras histórias de vida, porque não entrar na Blogosfera??
É uma aventura sem limites e que certamente o irá surpreender!

Por: Marta Braga (Estrasburgo) em 31-03-2007 -

DE VOLTA ÀS PASSADEIRAS

Devem já os meus caros conterrâneos, ter reparado como a Cidade de Tomar está a ficar bem apetrechada com passadeiras para peões, calcetadas. A fotografia mostra uma parte da Avenida Ângela Tamagnini, ainda por calcetar, mas é de propósito. As Ruas Manuel de Matos, Ângela Tamagnini e Norton de Matos e a envolvente da Praceta Raul Lopes, foram intervencionadas ao nível da pavimentação (não interessa o porquê das obras. O que é facto é que todas levaram alcatrão novo, certo?), cada uma levou em média 4 (quatro) passadeiras. Quatro ruas vezes quatro passadeiras são 16 passadeiras. A minha mente, não sei se danada para a observância, ou não, começou a cogitar. As contas matemáticas fluíram com lucidez, documentei-me quanto a números e acabei por chegar a conclusões. Vamos então aos factos: A área de alcatrão a retirar para a colocação da passadeira deve ser de mais ou menos 25m2. Donde que 25m2 × 16 passadeiras = 400m2 de alcatrão a retirar. Seguiram o raciocínio… Se a matemática não falha, a conta está certa e estou a trabalhar com valores baixos. Sendo o preço do metro quadrado de alcatrão, digamos, 13,00 € - temos alcatrão retirado no valor de 5.200,00 €. Pondo mais 2500,00 € para a brita e saibro que estavam debaixo do dito cujo, temos a simples operação de retirar alcatrão, cascalho e brita, custar ao erário público 7.700,00 € (só em quatro locais da Cidade e a preços, por baixo). Conclusão: É evidente que as máquinas de alcatroamento, não podem parar no sítio em que vai nascer uma passadeira e continuar mais á frente. Ao nível da engenharia é complicado (digo eu). Mas que revolta ver 7.700,00 € deitados para um aterro, revolta. Ou será que esse material foi reciclado?... Se foi, fico-me pela matemática. Se não foi e até prova em contrário, em cada passadeira (área marcada na fotografia), 481,25 € é lixo. Pode não parecer muito dinheiro, mas que é uma pipa de massa é…
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3781, de 2007-11-23 por: Joaquim Francisco - 2007-11-13

Banho de Chuva ao Mistério Musical a 15-09-2007

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“MAU TEMPO AMEAÇA CONCERTO DOS QUINTA DO BILL” foi o título de uma notícia publicada no dia 13-07-2007. Então não é que o São Pedro nos fez a vontade, passando das ameaças, à acção. Bem, o que é certo é que centenas de pessoas ficaram a ver o palco e com aquele ar de: “o que é que se passa?”, “então e agora?” ou “ainda bem que era à borla?” e “Porque é que não foi na FAI”. Não se iludam pois segundo as minhas fontes fidedignas infiltradas na organização (ou não), foram 8 os factores (5 externos e 3 internos) que conjugados, originaram o cancelamento do espectáculo. Passo a citá-los:
1.º- D. Gualdim Pais apresentou queixa à PSP, por causa do barulho e da falta de privacidade.
2.º- A Comunicação Social (Rádio, TV e Disco) não compareceu ao evento pois estavam mobilizados para Portimão (junto ao Tribunal).
3.º- A população tomarense não compareceu, pois preferiu ver o jogo de futebol na TV.
4.º- A fábrica de DVD’s fechou em Portugal e vai reabrir na China.
5.º- Os Pavilhões da FAI estão em obras de restauro que por sua vez, estão embargadas por falta de licença camarária.
6.º- O Violino não conseguia afinação por causa da humidade nas cordas.
7.º- A Flauta de madeira estava com um som roufenho, mas não era por causa da humidade. 8.º- O Técnico de Som, recusou-se a participar, por falta de protagonismo (nunca apareço nas fotografias, comentou ele…), ver FOTO 1.
E nós todos a pensarmos que tinha sido por causa da chuva. Alguns elementos da Banda nos ensaios já comentavam a situação, ver FOTO 2.
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Por: Joaquim Francisco 2007-09-16

Ruas Arranjadas ou Não eis a Questão.

A zona histórica da Cidade de Tomar, tem sofrido obras, desde pelo menos Janeiro deste Ano de 2007. Podemo-nos documentar através dos órgãos de Comunicação Social Jornalístico que o incómodo causado pelas mesmas obras, foi e é um facto. Não entendo é por que motivo, o que é começado, passado quase um ano não é concluído. Vejam-se como exemplo estas duas Ruas da Nossa Cidade de Tomar e 7 questões:
1– Será que as ruas “secundárias”, não têm direito a acabamentos rápidos?...
2– Será que acabou a verba para a conclusão da obra?...
3– Será das derrapagens?...
4– Será que acabou a pedra de calçada?...
5– Será que os veículos automóveis impedem a conclusão das obras?...
6– Será que alguém, não pode e/ou não gosta de Travessas?...
7– Será que a Edilidade Tomarense, não se manifesta?...
Aceitam-se mais perguntas e já agora RESPOSTAS… Eu inclino-me para duas, a 6 e a 7. Bem, por alguma razão as deixei para o fim. Pensando bem, a 4 também não é má. A 5… a 5… a 5… (momento pensativo), não comento. Deve ser a 3 (ou não). Querem ver que é a 1. Estou mesmo desolado. Tanta volta para regressar ao início. Até parece que estou a agir como as obras típicas de Tomar (digo eu): Abre, arranja, fecha, volta a abrir, arranja e fecha. Lembrei-me de uma engraçada, as obras da Av. Ângela Tamagnini e da Av. Norton de Matos estão a decorrer e têm como prazo de conclusão, o dia 15 de Setembro.
Vou só colocar mais duas perguntas:
1– Será que se vão concluir dentro do previsto (15 de Setembro).
2– Será que depois de concluídas, ir-se-ão esburacar novamente, passado pouco tempo.
Pessoal, aceitam-se apostas, até porque ruas arranjadas ou não eis a questão.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 14-09-2007 Por: Joaquim Francisco em 08-09-2007

Lixo e Civismo e Companhia Lda.

Numa das edições passadas do nosso Jornal Cidade de Tomar, li um alerta da Câmara Municipal de Tomar para o facto da tiragem do lixo ter outros horários ao fim-de-semana e, por conseguinte, o cuidado a ter pelos cidadãos, no depositar do mesmo nos contentores. Assim, eis senão quando em pleno Domingo, e qual pais do terceiro mundo (digo eu), deparo com lixo no chão (Foto 1). Lindo de se ver (ou não), que rica lição de civismo, um regalo para os olhos do turista mais atento. Que rica fotografia para um postal ilustrado. E com papel misturado com plástico, ainda mais atractivo estava.
Para a situação ficar composta ou seja, compor o ramalhete nesta história, refira-se que o contentor situado a uns meros 15 metros (Foto 2), estava em condições de receber lixo. Já não basta atentarem contra a lei (lembro que deitar lixo no chão é passível de multa), como demonstram possuir um enorme nível sedentarismo. Deve ser do estilo “para mexer uma perna tenho de pedir autorização à outra” – Gostei de escrever esta frase. È a minha multa, à distância de um Artigo de Opinião. O local desta ocorrência?... Pois, Alameda Um de Março, com a esquina da Amorim Rosa, pois então.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 07-09-2007 - Por: Joaquim Francisco

Tomar e as Ofertas Turísticas

Deixem-me “comentar” só um bocadinho, o Editorial do Jornal Cidade de Tomar N.º 3765 de 03 de Agosto de 2007. Refiro-me sobretudo ao alerta feito, relativamente à falta de ofertas turísticas, bicicletas e etc. na nossa Cidade. Pois é verdade, concordo que falta tudo isso e muito mais. Falta um Parque de Campismo, o que é a vergonha das vergonhas. O Parque está encerrado desde 2003. Quatro longos anos de alertas para a falta que faz a referida Estrutura e nada. O turismo em Tomar diminuiu e muito desde 2003. Já não se vêm tantos turistas principalmente os chamados “pé descalços”, pois uma infra-estrutura de carácter mais popular e relativamente mais barata não existe. Esse turismo, também fazia e faz despesa (lembram-se). Chegavam alguns turistas a estar uma semana inteira em Tomar, antes de rumarem para o Algarve. Podem acreditar, tal como não há Parque de Campismo, também não vamos ter bicicletas. Pois é, está tudo interligado. Para o licenciamento de um espaço para elas, um ano. Lançar um Concurso de exploração do negócio, um ano. Para adquirir uma licença de exploração do negócio, mais um ano. Comprar, não comprar, escolher, não escolher o modelo a utilizar, mais um ano. Licenciamento por parte da ASAE, um ano. Tudo somado 5 anos (deve chegar). E a falta que faz um percurso turístico, seguro para pedalar???... Eu preferia BARCOS, GAIVOTAS. Os Tomarenses lembram-se como era agradável remar no Rio Nabão nos barcos e “pedalar” nas gaivotas, durante os meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro, ir ao Mouchão à tardinha e alugar um barco. Lembram-se… pois… se calhar não… eu é que já sou velho (ou não). Regressando ao Parque de Campismo, o espaço até está bem aproveitado (digo eu). A Festarola da Cervejola. Só vantagens, acampa-se no relvado a beber, pode-se sempre deitar por lá, a curtir a…, WC ao ar livre para aliviar a dita e o Rio Nabão ao lado para deitar a “carga ao rio” (neste caso é rio). Só vantagens, não é? Não, não é e não será. Em Tomar, no que diz respeito a ofertas turísticas, não falta nada… Falta quase tudo. E é pena porque em vez de ser a Cidade de Tomar para o turismo permanecer, tornou-se a Cidade de Passagem, um dia chega para a conhecer.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3767 de 17-08-2007 - Por Joaquim Francisco em 2007-08-13

Alberto, Sócrates, Tomarenses e Tabuleiros:

– A Reconciliação?...
Segundo a minha fonte fidedigna, durante a visita de “portugueses” à Ilha da Madeira, (ver Jornal Cidade de Tomar, Edição 3752 de 04 de Maio de 2007na página 16, tiveram o “privilégio” de se encontrarem com o Alberto João Jardim e lá combinaram (consta) se encontrarem em Tomar, por altura da Festa dos Tabuleiros. Alberto João e um dos turistas, num acto de boa vontade do “Sr. Presidente”, pousaram juntos para a posteridade, tendo dito o mesmo, passo a citar: “se os tabeleiros nã fossem tã jeitóusos ê nã me teria meteid neist” (ser bilingue é um espectáculo… fiquei impressionado). O português que poisou junto de Alberto do Mónaco (uuppss… lá me enganei outra vez carago), que pousou junto de Alberto João, agradeceu o convite e deixou recomendações (assim é que foi “ou não”). A comitiva madeirense, é assim ansiosamente aguardada para a altura da Festa dos Tabuleiros, aguardando os portugueses que os mesmos honrem o convite formulado por escrito:
Ex.mo Sr. Presidente da Madeira
Vêm estes humildes portugueses, solicitar junto de V. Ex.a se digne a se fazer comparecer nesta mui digna Cidade Templária à beira Rio Nabão plantada, tendo em vista abrilhantar esta já tão famosa e singela Festa dos Tabuleiros, não querendo desde já ofuscar com esta grandiosidade, sua digna postura social, etc. etc. etc.
Os abaixo assinados
Portugueses
Ora, perante semelhante missiva, um tipo não se pode recusar. Está mesmo a pedir:
– A Reconciliação.


Por: Joaquim Francisco – 2007-05-03

O porquê da escrita

Sei que por vezes existe a tentação de me considerarem um inconveniente e maçador cidadão que tomou o gosto pela escrita pseudo humorística e espirituosa e que, como se isso não bastasse, ainda por cima, recolhe fotografias e adapta-lhes textos com “falsas notícias”, só com o intuito de macular (ou não) a (in)gerência e execução de alguns dirigentes do nosso Burgo.
O que está escrito, escrito está. Para a posteridade fica o registo gravado em papel, pois quiçá, num futuro e recuperado, poder-se-á comparar com um futuro presente. Lembro como exemplo as notícias das Zebras: “A falta de marcação na estrada tem pregado grandes sustos à População e até, acredito, aos senhores automobilistas (nesta Avenida anda-se bem).” Depois lá pintaram as Zebras (mas já estão a desaparecer outra vez); Do Poço à entrada da Corredora: “Ora bem, já passou UM MÊS e o dito cujo está naquele estado de conservação. Mais um mês e vai tudo parar ao fundo do "Poço", claro… (digo eu)” e não é que a murada foi mesmo parar lá abaixo. Mais, já passaram 3 meses e nada.
Outras situações: A entrada da Av. Nuno Alvares Pereira, na Zona do Padrão, com os canteiros cheios de ervas a denotar desleixo. As obras que se vão efectuando na Cidade, aqui e ali e que quando pensamos que estão concluídas, eis senão quando um serviço qualquer, vai rebentar outra vez o chão. (falta de coordenação?...).
Ou seja, exemplos não faltam para que a notícia surja. A palavra escrita pode não ser levada em consideração por quem de direito mas, o que está escrito, escrito está e para a posteridade fica o registo gravado em papel. Quiçá, num futuro e recuperada, poder-se-á comparar com um futuro presente. Nessa altura questionarão: Ninguém liga?... Ninguém faz nada?... Todos se calam?... Haja quem ligue, haja quem faça, haja quem fale… É o porquê da escrita.
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Editado no Jornal Cidade de Tomar em 25-05-2007 Por: Joaquim Francisco - 2007-05-03

A Gaiola para Pombos

Em 16-02-2007, no Jornal Cidade de Tomar, e com o título “Arranjem o Poço, Poça”, escrevi sobre a necessidade de arranjarem a murada do Poço situado à entrada da Rua Serpa Pinto “Corredora”. Afinal, passados 4 Meses, eis que temos uma Gaiola para Pombos (como cartão de visita da Cidade de Tomar).
Segundo as minhas fontes fidedignas (ou não), tudo não passou de uma manobra concertada entre a Autarquia de Tomar (Secção de Obras Públicas e afins) e a Sociedade Columbófila Thomarense (não sei se existe, mas se não existe, aproveitem o nome), no sentido de criar naquele visível e bem frequentado espaço, a dita Gaiola. Como se pode ver na Foto 3, o próprio Sr. PC (uuppss...) rectifico, o Sr. Presidente inspeccionou o BURACO e achou por bem deixar que a coisa, assim fosse adaptada para os pombos. Os vários passos adoptados, na construção de tão grandiosa e bela estrutura, estão bem patentes e demonstrados na sequência fotográfica que aqui se exibe. Foto 1 – Começo das Obras; Foto 2 – Montagem da Estrutura Metálica que viria a sustentar a Rede para Pombos; Foto 3 – Inspecção da Obra a cargo do Sr. PC (uuppss… voltei-me a enganar); Foto 4 – Pois é…, valha-me a Festa dos Tabuleiros. Peço especial atenção para o letreiro que está junto à “Gaiola” mas que entretanto a minha fonte fidedigna tirou. Bonito, provocatório e catita de se ver não é...
In Jornal Cidade de Tomar 04-05-2007 - Por: Joaquim Francisco 2007-04-28

Metro em Tomar

Foi com agrado que recebi a notícia de que (segundo a minha fonte fidedigna) iríamos ter, na nossa Cidade Templária, Metro. Aproveitando a passagem por Tomar, de uma tuneladora, utilizada em Lisboa no túnel do Terreiro do Paço, os nossos Serviços de Engenharia e Obras, pararam por uns breves meses, o projecto de recuperação das paredes do Poço (ver entrada da Rua Serpa Pinto, vulgo, Gaiola dos Pombos), para se dedicarem de alma e coração a esta grandiosa obra, anunciou a Edilidade tomarense. O projecto inclui numa primeira fase duas Estações, nomeadamente a da Primavera e do Verão. Lá mais para o Inverno, o Metro chegará à de Tratamento de Águas Residuais. Num futuro longínquo CP e CTT. Como se pode ver nas imagens, a visita às instalações foi um sucesso, a tuneladora é linda e as futuras carruagens, carecem de alpista. Chegaram entretanto informações à redacção do nosso Jornal, que o percurso escolhido, por enquanto, vai ser o de sentido contrário ao do TUTOMAR. As obras vão continuar, como mandam as boas práticas Autárquicas, (ou não).
in Cidade de Tomar edição 3750 - 2007-04-20 Por: Joaquim Francisco

As Mudanças e Companhia, Lda.

Foi com interesse que li a notícia divulgada no Jornal Cidade de Tomar N.º 3746, do dia 23-03-2007, “Comando da GNR sai de Tomar” e não entendi qual a admiração de tal situação. Vejamos o seguinte calendário de ocorrências, segundo as minhas fontes fidedignas (ou não):
Mês de Março – GNR sai de Tomar, rumo a Ourém. Este facto prende-se com a necessidade de os Militares do destacamento estarem mais perto de Fátima. Só com um milagre é que eles voltam a Tomar. (Valha-nos a St.a Iria)
Mês de Abril – Comércio tomarense vai ser transferido para a Zona Industrial para que a Industria, aprenda com os Chineses, tudo o que há para aprender. (Valha-nos St.ª Cita)
Mês de Maio – Câmara Municipal dirige-se para a Barragem de Castelo de Bode. (Sem comentários)
Mês de Junho – Junta de Freguesia de S. João, junta-se com a Câmara Municipal de Tomar e aguardam pela Junta de Freguesia de .St.ª Maria dos Olivais (Idem)
Mês de Julho – Junta de Freguesia de St.ª Maria dos Olivais vai para a Barragem do Castelo de Bode, junta-se (como o próprio nome indica) às suas congéneres edilidades e vão a banhos. (Agora sim, valha-nos S. Pedro)
Mês de Agosto – Férias. Não vai haver mudanças. Está tudo de férias.
Mês de Setembro – Idem
Mês de Outubro – Só na Segunda Quinzena é que surgem as primeiras alterações.
Assim, só vou continuar em Novembro para preparar as férias do Natal. Por agora chega.
in Jornal Cidade de Tomar N.º 3747 -- 29-03-2007 Por: Joaquim Francisco

Um Jogo de Chinquilho no Jardim do Mouchão... (ou não)...

No Jornal da Cidade de Tomar, Edição 3745, página 8 e sobre o Tema: “O que está a ser feito no Jardim do Mouchão”, estavam as fotografias aqui representadas com as respectivas legendas.
Segundo fontes fidedignas (ou não…), tal não é real. Reponha-se assim a verdade, pois a mesma é do interesse público e não pode ser escamoteada:
Fotografia 1 – (Sem legenda oficial) Representa o grupo convidado pelo Sr. Presidente, mais o próprio, para num momento de lazer e aproveitando as boas condições climáticas e as que o Jardim do Mouchão oferece “neste momento”, jogarem uma partidinha de Chinquilho. Refira-se que nesta foto vê-se nítida e claramente o Sr. Presidente a solicitar a sua malha de ferro (o gesto é tudo e para bom entendedor…). Formaram-se duas equipas, com três elementos cada uma (segundo as leis deste jogo, é possível). O Sr. da esquerda (ver foto), apontando para o lado, até disse: “eu faço equipa já com estes dois”. Do grupo que fez equipa com o Sr. Presidente, (atrás do mesmo) destaque para a Sra. que ajudou na pontuação, pois era a única que tinha papel e lápis.
Fotografia 2 – (Legenda oficial: Aqui vai ficar instalado um quiosque). A verdade: Instante em que o Sr. Presidente se prepara para lançar a malha, tendo para isso que mandar desviar, para os lados (é óbvio), a sua comitiva que se encontrava a obstruir o espaço. Refira-se que os dois mecos (paus) cada um com 20 cm de altura, estavam a uma distância de 18 metros, ocupando parte da alameda central do jardim.


Fotografia 3 – (Legenda oficial: O piso vai ficar com as necessárias fundações). A verdade: Solene momento do arremesso. Em posição de visível concentração, o Sr. Presidente tenta alcançar os tão desejados dois pontos, derrubando o meco. Informo que ganha a equipa que atingir primeiro os 30 pontos. Aproveito para lembrar aos estimados leitores que não é muito prático jogar de fato e gravata. Aqui, o caso reveste-se nitidamente de originalidade, tão peculiar no nosso executivo.
Fotografia 4 – (Legenda oficial: Lá ao fundo fica uma praça pública). A verdade: Visivelmente satisfeito o Sr. Presidente, solicita a atenção da Comunicação Social para a distância a que conseguiu atirar a malha, derrubando o meco, ganhando assim, uns preciosos dois pontos de avanço aos adversários. 18 metros é muito metro (comentou ele na altura). Resultado final, não sei… A minha fonte fidedigna, entretanto foi-se embora para receber tratamento, pois uma malha extraviada acertou-lhe na canela. Estranha esta situação. É muito estranho, logo à minha fonte fidedigna…
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3746 de 23-03-2007 por Joaquim Francisco

Transportes Urbanos de Tomar














É com muito agrado e satisfação que todos os dias vejo, um razoável número de pessoas a utilizar os Transportes Urbanos de Tomar, TUTOMAR. È também com muito agrado e satisfação que vejo uma Sra. Condutora ao volante do autocarro, sinal que a igualdade de direitos e oportunidades foi acautelada. O itinerário muito bem delineado e as paragens bem situadas rivalizam pela positiva, com um horário bem elaborado e de fácil consulta. Mas sendo todo este processo muito recente e podendo em alguns aspectos ser melhorado, penso que os responsáveis pelos TUTOMAR, poderão aceitar uma ou outra ideia, por exemplo: Placas colocadas nos postes das paragens com o horário de passagem do autocarro; Conceber um prospecto a ser enviado a todos os cidadãos do Concelho com informação detalhada, ou seja, Mapa da Circulação e Horário/Paragens (à imagem e semelhança do editado na Agenda Cultural, Outubro/Novembro 2005, veja-se páginas centrais; Parcerias com entidades situadas noutros pontos da Cidade para venda de Bilhetes (exemplo, Juntas de Freguesia); utilizar alguns Outdoors que estão espalhados um pouco por toda a cidade com a Planta da mesma e adicionar Mapa da Circulação e Horário e por fim, delinear uma linha no sentido inverso. Quanto mais comunicação disponível existir mais utilização será dada aos nossos transportes urbanos quando o pagamento começar a ser obrigatório.

in Jornal Cidade de Tomar - Escrito em 15-11-2005 - Joaquim Francisco

Sinais de Discórdia ou Sinais de Trânsito



Na semana passada, segunda ou terça-feira, já não posso assegurar, assisti a uma grande discussão que teve direito a Polícia (diga-se de passagem que se o agente da autoridade não aparece, a coisa chegava à pancadaria). A dita querela, estava intimamente ligada à prioridade que dois Srs. Automobilistas reclamavam ter, aquando da sua passagem pelo “entroncamento” Rua Everard; Ponte Velha; Rua Marquês de Tomar. Não sei qual deles tinha razão, mas é impressionante, pois todos, todos os dias se ouvem um chorrilho de pragas ou uma buzinadela sibilante, à conta de uma manobra, mesmo que não seja mal executada (incluem-se, os automobilistas que ao saírem da Ponte Velha, mudam o sentido de marcha para a direita). Como a minha preocupação vai no sentido de se preservar a calma e quietação desta área à beira rio situada, eu explico: À saída da Rua Everard, na aproximação à Ponte Velha, encontramos o “Sinal C11a – Proibição de virar à direita”; À saída da Ponte Velha, encontramos dois sinais, “Sinal A25 – Trânsito nos dois sentidos” e “Sinal D1e – Sentido obrigatório”. Não existindo (mas deveria existir) Stops nem sinais de aproximação de Estrada com Prioridade, logicamente que quem sai da Ponte Velha tem prioridade, em relação a quem se apresenta pela esquerda. Afinal de contas estamos perante Sinais de Trânsito e não de Sinais de Discórdia, ou não?...

in Jornal Cidade de Tomar - Escrito em 31-10-2005 - Joaquim Francisco

As Eleições já passaram, A Zebras queria eu passar

Gostaria de começar por agradecer a todos os que já escreveram para este Jornal e cujos artigos de opinião tinham como tema, as passadeiras para peões, vulgo “Zebras”. Lembram-se por exemplo da notícia que envolveu um atropelamento?... Hoje, só vou dar três exemplos, todos na Avenida Norton de Matos que para quem não sabe, vai desde a “Curva da Marisqueira” (jeitosa, diga-se, para acidentes, no sentido da Av. Angela Tamagnini), até ao fim da Ponte Nova. Pois as ditas “Zebras”, sumidas, estão uma em frente à “Marisqueira”; a segunda perto cruzamento com a Rua Amorim Rosa e a terceira à saída da Ponte Nova junto à rotunda da Praceta Alves Redol. A falta de marcação na estrada tem pregado grandes sustos à População e até, acredito, aos senhores automobilistas (nesta Avenida anda-se bem). Não faz sentido que esta situação se mantenha por muito mais tempo, até porque as Eleições já foram. Já não há o perigo de se ser acusado de “Zebras Eleitoralistas” que é o mesmo que dizer “Obras para Eleitor Ver” ou “Pintura para promoção Autárquica”. Assim, em nome dos Peões e dos Srs. Automobilistas, pintem os traços se faz favor, há é verdade, a chuva já passou.

in Jornal Cidade de Tomar - Escrito em 25-10-2005 - Joaquim Francisco

O Sinal e a Floreira


Foto tirada em 25-10-2006 - Joaquim Francisco

"Choque Técnológico" Equipa veículos da PSP



in Jornal Cidade de Tomar - Edição n.º 3720