Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

Quem sou:

A minha foto
Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα

A Globalização do Aquecimento Global

O Aquecimento Global, tão falado nos Órgãos de Comunicação Social e alertado pela Comunidade Científica Mundial (nem toda está de acordo, talvez por pressões políticas… digo eu), está a fazer estragos, um pouco por todo o Mundo. Só quem quer ser “cego” é que não observa e/ou repara no que todos os dias ocorre neste nosso Planeta Terra, ao nível de intempéries e descalabros naturais. O Homem, aos poucos, está a tentar remediar os estragos e atentados cometidos ao longo de gerações, com o intuito de minimizar a violência que a Mãe Natureza, revoltada, emprega (grandes variações meteorológicas), nomeadamente, secas no Inverno e inundações no Verão. A moderna filosofia de vida, apregoa a utilização dos “3 R’s” – Reduzir, reutilizar e reciclar, como forma de ajudar a minorar os prejuízos causados pelo Homem. Entretanto, a desflorestação, associada à emissão de gases com efeito estufa (CO2, CH4, N2O, HFCs, PFCs e SF6, em que o mais conhecido é o CO2 – Dióxido de Carbono – Gás incolor e inodoro que se torna sufocante, quando atinge níveis aproximados aos do Oxigénio), provenientes dos nossos veículos automóveis, continuam a aumentar, fazendo cair por terra qualquer esperança de salvar o Planeta.
Foto: youngreportersComo se isso não bastasse, a continuada impermeabilização dos solos (construção), a utilização desregrada dos recursos hídricos (desperdício e poluição), a acumulação em grande escala de lixos (domésticos e industriais) e etc. (acho que chega… é memo só para terem uma ideia da balbúrdia), concorrem entre si, com o intuito de serem eleitos os maiores em conspurcação do Mundo. Não queria ser agoirento, nem incrédulo, quanto à capacidade que o Ser Humano tem em se redimir e, consequentemente, reformular a sua posição à face da Terra, mas, o que a realidade tem demonstrado é, muito pelo contrário, o deixa andar, deixa arder, deixa poluir, deixa consumir, deixa destruir e quem vier atrás que se “lixe e amanhe”. Lanço um desafio aos nossos leitores: Tentem viver o vosso dia a dia, em sincronia com a Natureza, comecem já com os “3 R’s” – Reduzir, reutilizar e reciclar – E depois, depois, logo se vê… (ou não).
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3796 de 2008-03-06
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-20

Vereações, Cargos e Declarações. As minhas opiniões.

Despertaram-me especial atenção, as Notícias das páginas 3 (Autarquias) e 8 (Actualidades), publicadas no nosso Jornal Cidade de Tomar, Edição 3793 de 15-02-2008. A primeira, com o seguinte título: "Vereador Ivo Santos não ocupa o cargo a tempo inteiro", e continua: "...o agora empossado Vereador Ivo Santos não ocupa o cargo a tempo inteiro, nem a meio tempo, assumindo apenas os pelouros dos Parques e Jardins.". Interrogada a minha "fonte fidedigna", infiltrada na Câmara Municipal de Tomar, vim a saber que afinal, o que se pretende é empossar o nosso Vereador, com um Calendário bem definido, adaptado e acima de tudo inspirado, no já célebre Calendário Alentejano (por acaso também tenho um em casa). Solicito o visionamento da figura aqui retratada, onde está o Calendário do Sr. Vereador, em comparação com o respectivo Calendário Alentejano, ambos referentes, só ao Mês de Março.Só depois de ter tido acesso a esta informação privilegiada, compreendi a coisa, ou seja, realmente não ocupa o cargo a tempo inteiro, nem a meio tempo. A ser verdade, os dias de trabalho, bem demarcados com os círculos, obrigam o Vereador Ivo a uma prestação laboral muito versátil. Segundo consta, a ideia tem como base o seguinte: Segundas não porque é a seguir a um fim-de-semana. Quartas, um dia a meio da semana. Sexta, véspera de fim-de-semana, pois então. Mesmo assim sai beneficiado em Março. Porquê?... Porque se repararem bem, o Calendário Oficial, marca 8 dias úteis de trabalho (ou não), o outro (Alentejano) marca 10 dias. Se tomasse posse em Fevereiro, os dias já eram iguais. Quanto a (Autarquias) estamos falados. A segunda Notícia na página 8 (Actualidades) tem como base a "Declaração para acta", “Na tomada de posse como Vereador” de Ivo Santos. Para quem não sabe, ao Sr. Ivo Santos, foi-lhe atribuído o cargo de Vereador dos Parques e Jardins da nossa Cidade de Tomar (agora é que o Amândio vai ficar contente... ou não). Assim, o agora Vereador, assumiu publicamente um código de conduta, honra e brio, explanando, como se vai pautar na sua vereação. Bem… Concretamente, o que eu quero reflectir e consequentemente transmitir aos nossos leitores, é o seguinte: Para a "Declaração para acta", “Na tomada de posse como Vereador”, utilizou-se quase meia página do nosso querido Jornal (veja-se no mesmo). E é só Vereador dos Parques e Jardins. Agora imaginem, os agora recentes Sr. Presidente Corvêlo de Sousa, ou o Sr. Vice-Presidente Carlos Carrão que têm muitas funções e cargos, pelouros, secções e divisões, departamentos e serviços e etc. para gerir, imaginem o espaço a utilizar nas suas "Declaração para acta", “Na tomada de posse”. Era garantidamente meio Jornal, ou seja, 8 folhas (no mínimo). Por favor poupem-nos. Conclusão e moral da crónica: Esta coisa de ser Vereador (de Parques e Jardins) tem muita responsabilidade e comprometimento profissional e institucional e uma abundante dose de imaginação prosaica e literária (digo eu).

- Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-16

In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3795 de 2008-02-29

“Eng. António Paiva pressionado a abandonar o cargo”

Já é do conhecimento público e geral que o ex-nosso, Ex-Presidente, se “ex onerou”, para ir desempenhar um outro cargo (não interessa agora, desenvolver esse tema pois o mesmo, foi já sobejamente divulgado), segundo consta, a convite do Governo. Fiquem no entanto os nossos leitores a saber que o real motivo da retirada Política de Paiva, foram as pressões externas que tem vindo a sofrer. Essas pressões, segundo a minha fonte fidedigna (infiltrada na Câmara Municipal – ela tem acesso privilegiado às informações internas e de bastidores – é por assim dizer o Jornal da Caserna da Edilidade Tomarense), têm origem no meio Jornalístico e no aparecimento de um forte candidato, oriundo de uma ala menos conservadora da nossa Cidade Tomarense. As tensões jornalísticas têm-se vindo a acumular e remontam já ao ano 2006 (Ver figura – A porem em questão as obras).Continuaram em 2007 (Ver figura 2 – A questionarem a reconstrução do poço).
E continuou a saga já em 2008 (Ver figura 3 – A denegrirem a construção da nova Ponte).

Como podem constatar, com pressões deste tipo, não à “governação” que aguente. Já era de prever que o abandono, mais dia, menos dia se ia dar. Como se isto não bastasse, surge um forte candidato, a ofuscar a reeleição do Sr. Engenheiro. Quem ainda não ouviu falar de Amândio a Presedente (Ver figura 4 – Candidate com gandes calidades – segundo consta e se comenta. Já em Vídeo no YouTube. Veja as cenas dos próximos capítulos).

Temos de dar a mão à palmatória e verdade seja dita, a ser verdade, é demasiado peso para um homem só (por muito desporto que pratique). Concordo plenamente, o Eng. António Paiva teve motivos mais que suficientes para tomar a posição que tomou. Abandonar o barco, antes que este fosse ao fundo. Só me resta desejar-lhe um futuro risonho e boa sorte. Ah, mais uma coisa que lhe desejo, muito discernimento a gerir os gravetos, sabem, os pilins…

In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 15-02-2008

- Joaquim Francisco - Tomar - 10-02-2008

LACERTILIA


CARNATAL 2008 EM TOMAR

Existe já um Carnatal e é o nome dado à festa que se realiza no final do mês de Novembro na Cidade de Natal, no Brasil (tinha de ser né. Ver http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnatal). Mas nós portugas, fazendo jus à nossa originalidade, desenvolvemos em Tomar uma outra versão do Carnatal, ou seja, Festa de Carnaval com as ruas enfeitados com motivos do Natal, Carnatal (bate certo ou não…). Inteligentemente, as ruas ficaram engalanadas com os efeitos de Natal (sem luz pois é Carnaval), poupando-se assim uma pipa de massa, no aluguer de outros efeitos mais alusivos ao tema. A imaginação tem de ser apurada ao máximo. A expressão “Dois em um”, o provérbio “Com uma cajadada, matam-se dois coelhos”, a frase filosófica/ecológica “Na Natureza nada se perde, tudo se transforma” e a utilização da (minha) frase “Não guardes o que te fará falta e saberás o que vai ser necessário”, serviram de inspiração a esta ocorrência Carnatalesca (ou não). Alguém me confidenciou (não foi a minha fonte fidedigna, pois essa está de férias no Brasil, em Natal) que na realidade, o que se passou foi que a empresa, dona dos Efeitos de Natal, não tendo local disponível para os arrumar, solicitou à Edilidade Tomarense, a conservação dos mesmos, nos respectivos locais. Em contrapartida, o pagamento do aluguer de utilização do espaço, era perdoado pela Autarquia e, a ser assim, ficariam (já agora) até à Páscoa. Brutal ideia. Tomar está de parabéns, com esta brilhante ideia de reciclagem alegórica. Esta estratégia (a ser verdade) deveria servir de exemplo Europeu, ou até mesmo Mundial, pois as boas ideias devem ser acarinhadas e quiçá, divulgadas. Mais uma vez escrevo: Parabéns Tomar por tão dignificante ideia, estratégia economicista e solidariedade ecológica (digo eu).
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 08-02-08
-Por: Joaquim Francisco - Tomar - 03-Fevereiro de 2008

Dantes era peta, hoje é mentira, em breve, é verdade (ou não).

Segundo a minha fonte infiltrada no interior da Câmara Municipal de Tomar, surgiram mais duas opiniões sobre a maneira de construir, a nova Ponte sobre o Rio Nabão. Uma das ideias está representada na figura (Solução 1): Construir uma Ponte Rampa. Solução muito barata, três pilares e um tabuleiro e já está pronta. Só falta dar o nome que pode ser: Ponte Centro Comercial, ou Ponte do Antigo Mercado, ou Ponte J. António (gosto muito deste último). A outra opinião inclina-se para uma obra mais pró caro. Veja-se assim, a Solução 2. Uma Ponte simples, em arco, baratinha, para compensar o que vai tornar a coisa cara: o Túnel. Tomar passaria a contar com um túnel à imagem de outras “Cidades”. O mesmo iria desembocar na Av. Horta D’el Rey, algures, mais ou menos á frente da entrada da Casa Mortuária. Como se pode ver na Figura 1 e 2, os planos de pormenor já estão traçados e o Túnel já tem nome. Quem defende este projecto tem o meu apoio. Gostava de ter um Túnel em Tomar. Que bem que ficava um Túnel ali. Agradeço desde já a cedência dos desenhos (gentilmente concedidos pela minha fonte infiltrada na Edilidade Camarária). Sendo um assunto que se prevê problemático e polémico (ou não), o certo é que está muito bem delineado e ficará muito bonito, (ai como a realidade é cruel). Tanto um projecto como outro serão bem-vindos (digo eu). Outra situação, à margem das obras e que está a gerar polémica, é a ingerência de uns quantos Esqueletos (20!...) que querem dar com o orçamento em doido, para evitar uma mais derrapagem (Eu escrevi “mais derrapagem”, ups… enganei-me. O que eu queria escrever era só “derrapagem”). Até parece que já estou a ver as Manchetes dos Jornais: “Derrapagem (na Inclinação) da Ponte, Provocada por Esqueletos Abelhudos”. Para mais informações sobre a evolução dos trabalhos, agradeço que contactem a minha fonte infiltrada. Já me ia esquecendo…para onde não sei, mas mandem nomes, mandem nomes para a nova Ponte ponto
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 21 de Dezembro 2007 - Joaquim Francisco 2007-12-14

BLOGS - Por: Marta Braga (Estrasburgo)

(Imagem involuntariamente cedida por:
macroscopio.blogspot.com/2006 08 01 archive.html)
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O que é um blog?

Se procurarmos a definição mais corrente, verificamos que se trata de uma página da Internet, de cariz pessoal e/ou pessoal, actualizado regularmente, através de textos (posts) ou imagens.

Este tipo de “comunicação” interpessoal tem ganho simpatizantes ao longo dos últimos anos em todo o Mundo, tendo proliferado o número de blogs, de bloguistas e de temáticas abordadas na Blogosfera. Assim, qualquer pessoa com acesso à Internet pode criar o seu blog, através de servidores nacionais ou mundiais, sendo bastante fácil a configuração visual, através dos assistentes e dos modelos existentes que estão à disposição do utilizador.

Após a configuração inicial, em que se escolhem as cores de fundo, o tipo de letra e o tipo de blog que se pretende (existem vários estilos: Diário de viagens, lúdicos, românticos, infantis, …), é só dar asas à imaginação e começar a escrever.

Existem inúmeros (poderíamos mesmo dizer, incontáveis) blogs e os temas variam, incidindo nas viagens, no desporto, na política, no sexo, nas peripécias do dia-a-dia… é fácil encontrarmos blogs que abordam questões políticas escritos por políticos, nomeadamente o tão conhecido abrupto, da autoria de Pacheco Pereira, um dos primeiros bloguistas portugueses impulsionadores desta moda.

Existe ainda um programa bastante conhecido da Rádio Comercial (que poderá ser ouvido em http://www.radiocomercial.iol.pt/), intitulado O Meu Blog dava um Programa de Rádio, que divulga semanalmente diferentes blogs e que tem incentivado à criação e aperfeiçoamento desta nova tendência.

Se tem vontade de ensinar truques de culinária, de jardinagem e … se gostava de partilhar fotos de viagens, de países ou de simplesmente conhecer outras realidades, outras histórias de vida, porque não entrar na Blogosfera??
É uma aventura sem limites e que certamente o irá surpreender!

Por: Marta Braga (Estrasburgo) em 31-03-2007 -

DE VOLTA ÀS PASSADEIRAS

Devem já os meus caros conterrâneos, ter reparado como a Cidade de Tomar está a ficar bem apetrechada com passadeiras para peões, calcetadas. A fotografia mostra uma parte da Avenida Ângela Tamagnini, ainda por calcetar, mas é de propósito. As Ruas Manuel de Matos, Ângela Tamagnini e Norton de Matos e a envolvente da Praceta Raul Lopes, foram intervencionadas ao nível da pavimentação (não interessa o porquê das obras. O que é facto é que todas levaram alcatrão novo, certo?), cada uma levou em média 4 (quatro) passadeiras. Quatro ruas vezes quatro passadeiras são 16 passadeiras. A minha mente, não sei se danada para a observância, ou não, começou a cogitar. As contas matemáticas fluíram com lucidez, documentei-me quanto a números e acabei por chegar a conclusões. Vamos então aos factos: A área de alcatrão a retirar para a colocação da passadeira deve ser de mais ou menos 25m2. Donde que 25m2 × 16 passadeiras = 400m2 de alcatrão a retirar. Seguiram o raciocínio… Se a matemática não falha, a conta está certa e estou a trabalhar com valores baixos. Sendo o preço do metro quadrado de alcatrão, digamos, 13,00 € - temos alcatrão retirado no valor de 5.200,00 €. Pondo mais 2500,00 € para a brita e saibro que estavam debaixo do dito cujo, temos a simples operação de retirar alcatrão, cascalho e brita, custar ao erário público 7.700,00 € (só em quatro locais da Cidade e a preços, por baixo). Conclusão: É evidente que as máquinas de alcatroamento, não podem parar no sítio em que vai nascer uma passadeira e continuar mais á frente. Ao nível da engenharia é complicado (digo eu). Mas que revolta ver 7.700,00 € deitados para um aterro, revolta. Ou será que esse material foi reciclado?... Se foi, fico-me pela matemática. Se não foi e até prova em contrário, em cada passadeira (área marcada na fotografia), 481,25 € é lixo. Pode não parecer muito dinheiro, mas que é uma pipa de massa é…
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3781, de 2007-11-23 por: Joaquim Francisco - 2007-11-13

Banho de Chuva ao Mistério Musical a 15-09-2007

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“MAU TEMPO AMEAÇA CONCERTO DOS QUINTA DO BILL” foi o título de uma notícia publicada no dia 13-07-2007. Então não é que o São Pedro nos fez a vontade, passando das ameaças, à acção. Bem, o que é certo é que centenas de pessoas ficaram a ver o palco e com aquele ar de: “o que é que se passa?”, “então e agora?” ou “ainda bem que era à borla?” e “Porque é que não foi na FAI”. Não se iludam pois segundo as minhas fontes fidedignas infiltradas na organização (ou não), foram 8 os factores (5 externos e 3 internos) que conjugados, originaram o cancelamento do espectáculo. Passo a citá-los:
1.º- D. Gualdim Pais apresentou queixa à PSP, por causa do barulho e da falta de privacidade.
2.º- A Comunicação Social (Rádio, TV e Disco) não compareceu ao evento pois estavam mobilizados para Portimão (junto ao Tribunal).
3.º- A população tomarense não compareceu, pois preferiu ver o jogo de futebol na TV.
4.º- A fábrica de DVD’s fechou em Portugal e vai reabrir na China.
5.º- Os Pavilhões da FAI estão em obras de restauro que por sua vez, estão embargadas por falta de licença camarária.
6.º- O Violino não conseguia afinação por causa da humidade nas cordas.
7.º- A Flauta de madeira estava com um som roufenho, mas não era por causa da humidade. 8.º- O Técnico de Som, recusou-se a participar, por falta de protagonismo (nunca apareço nas fotografias, comentou ele…), ver FOTO 1.
E nós todos a pensarmos que tinha sido por causa da chuva. Alguns elementos da Banda nos ensaios já comentavam a situação, ver FOTO 2.
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Por: Joaquim Francisco 2007-09-16

Ruas Arranjadas ou Não eis a Questão.

A zona histórica da Cidade de Tomar, tem sofrido obras, desde pelo menos Janeiro deste Ano de 2007. Podemo-nos documentar através dos órgãos de Comunicação Social Jornalístico que o incómodo causado pelas mesmas obras, foi e é um facto. Não entendo é por que motivo, o que é começado, passado quase um ano não é concluído. Vejam-se como exemplo estas duas Ruas da Nossa Cidade de Tomar e 7 questões:
1– Será que as ruas “secundárias”, não têm direito a acabamentos rápidos?...
2– Será que acabou a verba para a conclusão da obra?...
3– Será das derrapagens?...
4– Será que acabou a pedra de calçada?...
5– Será que os veículos automóveis impedem a conclusão das obras?...
6– Será que alguém, não pode e/ou não gosta de Travessas?...
7– Será que a Edilidade Tomarense, não se manifesta?...
Aceitam-se mais perguntas e já agora RESPOSTAS… Eu inclino-me para duas, a 6 e a 7. Bem, por alguma razão as deixei para o fim. Pensando bem, a 4 também não é má. A 5… a 5… a 5… (momento pensativo), não comento. Deve ser a 3 (ou não). Querem ver que é a 1. Estou mesmo desolado. Tanta volta para regressar ao início. Até parece que estou a agir como as obras típicas de Tomar (digo eu): Abre, arranja, fecha, volta a abrir, arranja e fecha. Lembrei-me de uma engraçada, as obras da Av. Ângela Tamagnini e da Av. Norton de Matos estão a decorrer e têm como prazo de conclusão, o dia 15 de Setembro.
Vou só colocar mais duas perguntas:
1– Será que se vão concluir dentro do previsto (15 de Setembro).
2– Será que depois de concluídas, ir-se-ão esburacar novamente, passado pouco tempo.
Pessoal, aceitam-se apostas, até porque ruas arranjadas ou não eis a questão.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 14-09-2007 Por: Joaquim Francisco em 08-09-2007

Lixo e Civismo e Companhia Lda.

Numa das edições passadas do nosso Jornal Cidade de Tomar, li um alerta da Câmara Municipal de Tomar para o facto da tiragem do lixo ter outros horários ao fim-de-semana e, por conseguinte, o cuidado a ter pelos cidadãos, no depositar do mesmo nos contentores. Assim, eis senão quando em pleno Domingo, e qual pais do terceiro mundo (digo eu), deparo com lixo no chão (Foto 1). Lindo de se ver (ou não), que rica lição de civismo, um regalo para os olhos do turista mais atento. Que rica fotografia para um postal ilustrado. E com papel misturado com plástico, ainda mais atractivo estava.
Para a situação ficar composta ou seja, compor o ramalhete nesta história, refira-se que o contentor situado a uns meros 15 metros (Foto 2), estava em condições de receber lixo. Já não basta atentarem contra a lei (lembro que deitar lixo no chão é passível de multa), como demonstram possuir um enorme nível sedentarismo. Deve ser do estilo “para mexer uma perna tenho de pedir autorização à outra” – Gostei de escrever esta frase. È a minha multa, à distância de um Artigo de Opinião. O local desta ocorrência?... Pois, Alameda Um de Março, com a esquina da Amorim Rosa, pois então.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 07-09-2007 - Por: Joaquim Francisco

Tomar e as Ofertas Turísticas

Deixem-me “comentar” só um bocadinho, o Editorial do Jornal Cidade de Tomar N.º 3765 de 03 de Agosto de 2007. Refiro-me sobretudo ao alerta feito, relativamente à falta de ofertas turísticas, bicicletas e etc. na nossa Cidade. Pois é verdade, concordo que falta tudo isso e muito mais. Falta um Parque de Campismo, o que é a vergonha das vergonhas. O Parque está encerrado desde 2003. Quatro longos anos de alertas para a falta que faz a referida Estrutura e nada. O turismo em Tomar diminuiu e muito desde 2003. Já não se vêm tantos turistas principalmente os chamados “pé descalços”, pois uma infra-estrutura de carácter mais popular e relativamente mais barata não existe. Esse turismo, também fazia e faz despesa (lembram-se). Chegavam alguns turistas a estar uma semana inteira em Tomar, antes de rumarem para o Algarve. Podem acreditar, tal como não há Parque de Campismo, também não vamos ter bicicletas. Pois é, está tudo interligado. Para o licenciamento de um espaço para elas, um ano. Lançar um Concurso de exploração do negócio, um ano. Para adquirir uma licença de exploração do negócio, mais um ano. Comprar, não comprar, escolher, não escolher o modelo a utilizar, mais um ano. Licenciamento por parte da ASAE, um ano. Tudo somado 5 anos (deve chegar). E a falta que faz um percurso turístico, seguro para pedalar???... Eu preferia BARCOS, GAIVOTAS. Os Tomarenses lembram-se como era agradável remar no Rio Nabão nos barcos e “pedalar” nas gaivotas, durante os meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro, ir ao Mouchão à tardinha e alugar um barco. Lembram-se… pois… se calhar não… eu é que já sou velho (ou não). Regressando ao Parque de Campismo, o espaço até está bem aproveitado (digo eu). A Festarola da Cervejola. Só vantagens, acampa-se no relvado a beber, pode-se sempre deitar por lá, a curtir a…, WC ao ar livre para aliviar a dita e o Rio Nabão ao lado para deitar a “carga ao rio” (neste caso é rio). Só vantagens, não é? Não, não é e não será. Em Tomar, no que diz respeito a ofertas turísticas, não falta nada… Falta quase tudo. E é pena porque em vez de ser a Cidade de Tomar para o turismo permanecer, tornou-se a Cidade de Passagem, um dia chega para a conhecer.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3767 de 17-08-2007 - Por Joaquim Francisco em 2007-08-13

Alberto, Sócrates, Tomarenses e Tabuleiros:

– A Reconciliação?...
Segundo a minha fonte fidedigna, durante a visita de “portugueses” à Ilha da Madeira, (ver Jornal Cidade de Tomar, Edição 3752 de 04 de Maio de 2007na página 16, tiveram o “privilégio” de se encontrarem com o Alberto João Jardim e lá combinaram (consta) se encontrarem em Tomar, por altura da Festa dos Tabuleiros. Alberto João e um dos turistas, num acto de boa vontade do “Sr. Presidente”, pousaram juntos para a posteridade, tendo dito o mesmo, passo a citar: “se os tabeleiros nã fossem tã jeitóusos ê nã me teria meteid neist” (ser bilingue é um espectáculo… fiquei impressionado). O português que poisou junto de Alberto do Mónaco (uuppss… lá me enganei outra vez carago), que pousou junto de Alberto João, agradeceu o convite e deixou recomendações (assim é que foi “ou não”). A comitiva madeirense, é assim ansiosamente aguardada para a altura da Festa dos Tabuleiros, aguardando os portugueses que os mesmos honrem o convite formulado por escrito:
Ex.mo Sr. Presidente da Madeira
Vêm estes humildes portugueses, solicitar junto de V. Ex.a se digne a se fazer comparecer nesta mui digna Cidade Templária à beira Rio Nabão plantada, tendo em vista abrilhantar esta já tão famosa e singela Festa dos Tabuleiros, não querendo desde já ofuscar com esta grandiosidade, sua digna postura social, etc. etc. etc.
Os abaixo assinados
Portugueses
Ora, perante semelhante missiva, um tipo não se pode recusar. Está mesmo a pedir:
– A Reconciliação.


Por: Joaquim Francisco – 2007-05-03

O porquê da escrita

Sei que por vezes existe a tentação de me considerarem um inconveniente e maçador cidadão que tomou o gosto pela escrita pseudo humorística e espirituosa e que, como se isso não bastasse, ainda por cima, recolhe fotografias e adapta-lhes textos com “falsas notícias”, só com o intuito de macular (ou não) a (in)gerência e execução de alguns dirigentes do nosso Burgo.
O que está escrito, escrito está. Para a posteridade fica o registo gravado em papel, pois quiçá, num futuro e recuperado, poder-se-á comparar com um futuro presente. Lembro como exemplo as notícias das Zebras: “A falta de marcação na estrada tem pregado grandes sustos à População e até, acredito, aos senhores automobilistas (nesta Avenida anda-se bem).” Depois lá pintaram as Zebras (mas já estão a desaparecer outra vez); Do Poço à entrada da Corredora: “Ora bem, já passou UM MÊS e o dito cujo está naquele estado de conservação. Mais um mês e vai tudo parar ao fundo do "Poço", claro… (digo eu)” e não é que a murada foi mesmo parar lá abaixo. Mais, já passaram 3 meses e nada.
Outras situações: A entrada da Av. Nuno Alvares Pereira, na Zona do Padrão, com os canteiros cheios de ervas a denotar desleixo. As obras que se vão efectuando na Cidade, aqui e ali e que quando pensamos que estão concluídas, eis senão quando um serviço qualquer, vai rebentar outra vez o chão. (falta de coordenação?...).
Ou seja, exemplos não faltam para que a notícia surja. A palavra escrita pode não ser levada em consideração por quem de direito mas, o que está escrito, escrito está e para a posteridade fica o registo gravado em papel. Quiçá, num futuro e recuperada, poder-se-á comparar com um futuro presente. Nessa altura questionarão: Ninguém liga?... Ninguém faz nada?... Todos se calam?... Haja quem ligue, haja quem faça, haja quem fale… É o porquê da escrita.
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Editado no Jornal Cidade de Tomar em 25-05-2007 Por: Joaquim Francisco - 2007-05-03

A Gaiola para Pombos

Em 16-02-2007, no Jornal Cidade de Tomar, e com o título “Arranjem o Poço, Poça”, escrevi sobre a necessidade de arranjarem a murada do Poço situado à entrada da Rua Serpa Pinto “Corredora”. Afinal, passados 4 Meses, eis que temos uma Gaiola para Pombos (como cartão de visita da Cidade de Tomar).
Segundo as minhas fontes fidedignas (ou não), tudo não passou de uma manobra concertada entre a Autarquia de Tomar (Secção de Obras Públicas e afins) e a Sociedade Columbófila Thomarense (não sei se existe, mas se não existe, aproveitem o nome), no sentido de criar naquele visível e bem frequentado espaço, a dita Gaiola. Como se pode ver na Foto 3, o próprio Sr. PC (uuppss...) rectifico, o Sr. Presidente inspeccionou o BURACO e achou por bem deixar que a coisa, assim fosse adaptada para os pombos. Os vários passos adoptados, na construção de tão grandiosa e bela estrutura, estão bem patentes e demonstrados na sequência fotográfica que aqui se exibe. Foto 1 – Começo das Obras; Foto 2 – Montagem da Estrutura Metálica que viria a sustentar a Rede para Pombos; Foto 3 – Inspecção da Obra a cargo do Sr. PC (uuppss… voltei-me a enganar); Foto 4 – Pois é…, valha-me a Festa dos Tabuleiros. Peço especial atenção para o letreiro que está junto à “Gaiola” mas que entretanto a minha fonte fidedigna tirou. Bonito, provocatório e catita de se ver não é...
In Jornal Cidade de Tomar 04-05-2007 - Por: Joaquim Francisco 2007-04-28