Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

Quem sou:

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Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα

São um Bando de Loucos… (Ou não)

Finalmente, descobri o porquê de muitas situações que me andavam a intrigar, a mim e não só... Depois de ouvir o “inaudito”, “sensato” e “sábio” vocabulário (não pode ser só o Sr. Gama, Jaime, o da Assembleia da República, a elogiar) do Sr. Jardim (refiro-me ao Sr. Alberto João): “… são um bando de loucos…” e “… tenho vergonha de apresentar essa gente …”, percebi o porquê do descontentamento dos Docentes, o desapontamento dos Despedidos, a decepção dos Doentes, a desilusão dos Contribuintes, a revolta de certos sectores da Sociedade Portuguesa e acima de tudo a insatisfação generalizada do Povo Português. As palavras articuladas pelo Sr. Jardim (que fala, concordem ou não, gostem ou não) reflectem bem a consciência, na minha opinião, de quase toda a Classe Política Reinante, em relação aos que os elegeram. Podem até argumentar que não, que estou a ser injusto, é mentira ou que não se revêem nesse tipo de palavreado (é tudo uma questão de lábia e/ou semântica) mas, na verdade, os Portugueses têm ultimamente (para não dizer, já há vários anos), sido tratados assim, como “…um bando de loucos…” ou gentes que envergonham.É uma observação forte de mais?... Estarei eu (também) louco?... Deveria estar “caladinho” e não “dizer barbaridades”?... Demonstrem-me o contrário, contrariem os inquéritos de opinião, tirem-nos deste descontentamento, convençam que estamos errados. Como???... Através de boas práticas de governação, actuações acertadas e uma prudente gestão dos recursos, monetários e materiais (já agora, com tento no léxico). Até agora e salvo raras excepções, não se tem assistido a isso. Tudo isto “cheira” a repetitivo, é verdade. Já tanto se disse e escreveu sobre estas temáticas mas nada e nada… Se nada for feito, se continuar tudo na mesma, o palavreado do Sr. Jardim, vai obrigatoriamente ser aproveitado (agora sim) e com razão, pelos descontentes Docentes, os desapontados Despedidos, decepcionados Doentes, os desiludidos Contribuintes, os revoltados sectores da Sociedade Portuguesa e acima de tudo a generalizada maioria do Povo Português. Vira-se o “feitiço contra os feiticeiros”, digo eu.
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Caricatura:
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3803 de 2008-04-25
Por: Joaquim Francisco - Tomar 2008-04-17

Não Pagamos, Não Pagamos

Fiquei muito abalado com a notícia: “Tribunal de Contas detecta ilegalidade na obra de requalificação da ponte de acesso ao Mouchão – Vereadores e Presidente penalizados”, (Jornal Cidade de Tomar, Edição N.º 3800 de 04-08-2008). Mas afinal, quem pensa que é o Tribunal de Contas para exigir assim, sem mais nem menos, penalizações aos nossos Vereadores e Presidente.
A minha indignação com tamanha monstruosidade, insolência, arrogância e atrevimento contabilístico (ou não), foi tal que tratei logo de me reunir com o “grupo”, demonstrando a minha solidariedade e cooperação institucional.
Fizemos em conjunto, uma faixa onde se podem ler palavras de ordem “NÃO PAGAMOS…”, o que demonstra bem o nosso estado de espírito e entendimento, perante esta coisa. Penso que foi bem recebido e até quiçá, apreciado, este meu gesto de apoio espontâneo e instintivo. Não quis pensar “EU JÁ PAGUEI…” (não sei porquê, esse pensamento quase trespassou a minha mente, como um relâmpago), pois considero também que não era o momento oportuno e iria quebrar a confiança que em mim depositaram, se soubessem de semelhantes reflexões.
Na fotografia até se pode constatar e ver a minha pessoa, de braço erguido, enquanto gritava: “Malandros… quem pensam vocês que são… Injustiça… Só sabem denegrir o bom nome de um pacato Autarca… e Vereador… e Presidente… e Ex-Presidente e… etc.”.
A faixa, feita em papel, foi gentilmente oferecida por uma papelaria de cá de Tomar (não podíamos gastar mais dinheiro, não é) e a tinta também. A fotografia também não ficou má de todo (digo eu). Como se pode ver estávamos todos a olhar para a Ponte (bem, quase todos), com aquele ar de “todos nos devem mas ninguém paga”.
Agora, vamos aguardar com muita esperança, que o TC – Tribunal de Contas, acate as nossas revindicações e volte atrás nas suas considerações e condenações. Onde já se viu, detectar ilegalidades. Tomarense, amigo, visite e deixe um comentário de solidariedade em: “Não Pagamos Não Pagamos” que pode encontrar em http://naopagamosnao.blogspot.com/ ou mande uma mensagem de apoio para naopagamosnao@gmail.com.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3802 de 2008-04-18
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Por: Joaquim Francisco 2008-04-13

O PESO DAS TELECOMUNICAÇÕES + I V A

Agora é que os portugueses vão pôr as suas contas do agregado familiar em dia. Com as medidas que foram anunciadas, nomeadamente chamadas telefónicas taxadas ao segundo e o IVA de 21% para 20%, o retorno financeiro, auferido com a situação, é brutal (ou não). Contas feitas vamos aos exemplos:
- Chamadas telefónicas – A média é 0,12 € por minuto o que dá 0,002 € por segundo. Quem falar 30 segundos, ou seja meio minuto, só deveria pagar 0.06 €. Penso que para a maioria das pessoas, muitas vezes, meio minuto chega. Assim, pela lógica, uma família com três telemóveis, dos 30 a 40,00 € mensais, passará a gastar entre 15 a 20,00 € mensais que dá 240,00 € por Ano, contra os possíveis 480,00 € de agora (é muito dinheiro). Só espero que a autoridade da concorrência das telecomunicações, ANACOM, seja célere nas suas decisões sobre esta matéria porque, em Portugal, realmente "pagamos com o couro e o cabelo", a este rentável negócio das Operadoras de Telecomunicações. Estas por sua vez, vão avisando que as chamadas taxadas ao segundo, vão prejudicar o consumidor. Será que as minhas contas estão revistas em baixa?... Será que as operadoras vão aproveitar esta medida para taxar mais (ao segundo)?... Consta que nos querem cobrar 0.01 € (um cêntimo) por segundo, o que dá 0,60 € (sessenta cêntimos) por minuto. Vamos aguardar para ver.
- Quanto ao IVA que baixa 1 % – Um objecto que agora custa 41,50 € com o IVA a 21 %, o consumidor paga 50,22 €, arrecadando o Estado 8,72 €. Baixando 1 %, o mesmo objecto passará a custar 49,80 €, arrecadando o Estado "só" 8,30 €. Ou seja, menos 0,42 € (quarenta e dois cêntimos) para o consumidor e logicamente para o Estado. Mas, espertos como são os portugueses no negócio e sempre a pensar no melhor para o consumidor, vou (não) pensar no seguinte: Se o mesmo objecto custar (sem IVA) 41,50 €, for aumentado para 41,80 €, portanto mais 0,30 € (trinta cêntimos), com o IVA a 20 %, fica a custar 50,16 € ao consumidor. O Objecto baixou de preço só 0,06 € (seis cêntimos) para o consumidor, manteve o IVA de 20 % e deu ao vendedor mais 0,30 € (trinta cêntimos). É evidente que este exercício de pura retórica e simples matemática vale pouco ou vale o que vale, conforme as expectativas do comum cidadão, mas tudo pode acontecer. Exemplos anteriores originaram especulação (quem não ouviu falar do caso dos Ginásios, baixaram o IVA, mas o preço do serviço prestado manteve-se). Para concluir, penso que todos devemos estar atentos a estes factos e denunciar especulações abusivas que venham a decorrer, pelo simples facto de que se não formos NÓS, se estivermos à espera das autoridades reguladoras, bem poderemos esperar sentados.
Pelo sim pelo não, aqui ficam Links e Contactos:
- ANACOM
ICP – Autoridade Nacional de Comunicações, Av. José Malhoa – Nº 12 - 1090-017 Lisboa
Fax: 217 211 009
- DECO
Serviço de informação – 808 200 145 (linha azul) ou 21 841 08 58
- CIAC – Centro de Informação Autárquico ao Consumidor de Tomar
C.M. de Tomar – Pç. da República – 2 300 TOMAR
Tel: 249 329 800 – Fax: 249 329 807
- Direcção-Geral do ConsumidorPraça Duque de Saldanha, 31- 1º, 2º, 3º e 5º andares – 1069-013 LisboaTel: 21 356 46 00
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3801 de 08-04-11
POR: Joaquim Francisco 08-04-02

Eu Mesmo


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GOLFE EM TOMAR E OS PEGÕES POR RESTAURAR

As ofertas turísticas em Tomar vão ficar mais ricas com a instalação de um Campo de Golfe (paredes meias com o Aqueduto dos Pegões) e diga-se com frontalidade e realismo que bem falta faz uma estrutura com estas características, cá na nossa Santa Terrinha. Espero no entanto que o Executivo Camarário peça contrapartidas e crie ele próprio contrapartidas para a nossa Cidade. Passo a explicar a minha ideia: Lá por se apregoar aos setes “montes” um empreendimento turístico de grande importância (não vai ser a Galinha dos Ovos D’Ouro), não pense a Edilidade Camarária que deve agora receber palmadinhas nas costas e bolos com velas para cantarmos os parabéns. Muito pelo contrário, tem agora uma responsabilidade e obrigação acrescidas, de munir finalmente a Cidade de Tomar com o seu Parque de Campismo (muitos que lá irão pernoitar, podem ser jogadores de golfe). Está prometido vai para 5 anos (lembram-se do ano de 2003, data do encerramento do Parque de Campismo Municipal). Muito se escreveu desde então mas até agora nada (Leia-se por exemplo o meu artigo “Tomar e as Ofertas Turísticas” publicado no Jornal Cidade de Tomar – Edição 3767 de 17-08-2007). Outra contrapartida não menos importante seria o restauro do Aqueduto dos Pegões. Quem se interessa minimamente por construções de grande beleza arquitectónica, repara no vergonhoso esquecimento a que aquele Aqueduto foi votado, o Aqueduto e o seu respectivo Túnel, ambos destinados ao abandono e a necessitar urgentemente de recuperação. Penso que não faz sentido e até era grotesco ter uma infra-estrutura turística ladeada de ruínas (que rico Cartão de Visita dava uma fotografia oportunista, a documentar a coisa). Lanço pois o repto aos Responsáveis Camarários e porque não à Empresa que irá explorar o Campo de Golfe, a pensarem seriamente nestas duas situações (é o mínimo que se pode pedir, digo eu). Para concluir, um bocado de humor: “Quer um “Golfe” em Tomar, oferecemos até 2.500,00 € pelo seu velho terreno – Programa de trocas de terrenos em fim de vida”.
- In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3800 de 2008-04-04
Por: Joaquim Francisco - Tomar, 2008-03-20

Portugal. Aonde vais parar, por este andar.

Todos os dias se houve falar ou comentar sobre a crise, pobreza, desemprego, corrupção, esquemas, crimes violentos, justiça e injustiça. Pergunto: O que se está a fazer para contrariar tais situações?... Por este País fora, aumenta e multiplica-se cada vez mais o descontentamento, mas, para fazer jus aos nossos brandos costumes (somos bons nisso), porque parece mal falar demais, porque soa a demagogia ou porque quem tem a palavra são só alguns (mas esquecem-se dos outros), pouco ou nada se faz. As situações e casos bombásticos vão-se anulando, uns aos outros, pela sua mediatização e nós pobres mortais, vamos deixando passar. Os resultados práticos, a punição dos culpados, o responsabilizar pelos maus actos praticados, o pedir desculpa pelos erros cometidos e, acima de tudo, proteger os mais desfavorecidos das agruras da vida e das injustiças sociais, políticas e económicas, ficam na gaveta da impunidade, retórica gratuita e filosófica, tão característica de quem sabe empregar bem a oratória manipuladora e contornar os meandros de uma jurisprudência obscura e ambígua, ardilosa e feita a pensar na "máquina".A máquina que não se vê mas sente-se, não trabalha mas manipula, a favor sempre do interesseiro. A situação caótica a que se chegou é de tal ordem preocupante e sem retorno que (não querendo ser céptico ou ser acusado de agoirento) o futuro não se apresenta brilhante ou com melhorias. Antes pelo contrário, cada vez pior. Porquê?... Porque os interesses instalados, os lóbis, as corporações, os indivíduos poderosos e que se sabem movimentar dentro do sistema, e porque não apontar o dedo também ao Estado que não está isento de responsabilidade (veja-se a dissemelhança entre ricos e pobres, o fosso que existe ao nível salarial por exemplo), têm a sua vivência diária, entranhada de atitudes que moral e socialmente são condenáveis mas cuja habituação, as tornou normais e praticáveis. É caso para utilizar a expressão: "Não mudes não, vais ver aonde vais parar". Uma reflexão apurada e isenta de secundaríssimas intenções, poderia, muito remotamente, endireitar todo este imbróglio, em que todos nós estamos metidos. Não acredito no entanto que alguém seja "puro" o suficiente para o fazer. Por tudo isto, repito, não tenho esperança de que melhores dias virão. Pensem nisto e nisso…
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In Jornal Cidade de Tomar 2008-03-28
Por: Joaquim Francisco - Tomar 2008-03-12

EM PÉ DE IGUALDADE



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A Globalização do Aquecimento Global

O Aquecimento Global, tão falado nos Órgãos de Comunicação Social e alertado pela Comunidade Científica Mundial (nem toda está de acordo, talvez por pressões políticas… digo eu), está a fazer estragos, um pouco por todo o Mundo. Só quem quer ser “cego” é que não observa e/ou repara no que todos os dias ocorre neste nosso Planeta Terra, ao nível de intempéries e descalabros naturais. O Homem, aos poucos, está a tentar remediar os estragos e atentados cometidos ao longo de gerações, com o intuito de minimizar a violência que a Mãe Natureza, revoltada, emprega (grandes variações meteorológicas), nomeadamente, secas no Inverno e inundações no Verão. A moderna filosofia de vida, apregoa a utilização dos “3 R’s” – Reduzir, reutilizar e reciclar, como forma de ajudar a minorar os prejuízos causados pelo Homem. Entretanto, a desflorestação, associada à emissão de gases com efeito estufa (CO2, CH4, N2O, HFCs, PFCs e SF6, em que o mais conhecido é o CO2 – Dióxido de Carbono – Gás incolor e inodoro que se torna sufocante, quando atinge níveis aproximados aos do Oxigénio), provenientes dos nossos veículos automóveis, continuam a aumentar, fazendo cair por terra qualquer esperança de salvar o Planeta.
Foto: youngreportersComo se isso não bastasse, a continuada impermeabilização dos solos (construção), a utilização desregrada dos recursos hídricos (desperdício e poluição), a acumulação em grande escala de lixos (domésticos e industriais) e etc. (acho que chega… é memo só para terem uma ideia da balbúrdia), concorrem entre si, com o intuito de serem eleitos os maiores em conspurcação do Mundo. Não queria ser agoirento, nem incrédulo, quanto à capacidade que o Ser Humano tem em se redimir e, consequentemente, reformular a sua posição à face da Terra, mas, o que a realidade tem demonstrado é, muito pelo contrário, o deixa andar, deixa arder, deixa poluir, deixa consumir, deixa destruir e quem vier atrás que se “lixe e amanhe”. Lanço um desafio aos nossos leitores: Tentem viver o vosso dia a dia, em sincronia com a Natureza, comecem já com os “3 R’s” – Reduzir, reutilizar e reciclar – E depois, depois, logo se vê… (ou não).
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3796 de 2008-03-06
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-20

Vereações, Cargos e Declarações. As minhas opiniões.

Despertaram-me especial atenção, as Notícias das páginas 3 (Autarquias) e 8 (Actualidades), publicadas no nosso Jornal Cidade de Tomar, Edição 3793 de 15-02-2008. A primeira, com o seguinte título: "Vereador Ivo Santos não ocupa o cargo a tempo inteiro", e continua: "...o agora empossado Vereador Ivo Santos não ocupa o cargo a tempo inteiro, nem a meio tempo, assumindo apenas os pelouros dos Parques e Jardins.". Interrogada a minha "fonte fidedigna", infiltrada na Câmara Municipal de Tomar, vim a saber que afinal, o que se pretende é empossar o nosso Vereador, com um Calendário bem definido, adaptado e acima de tudo inspirado, no já célebre Calendário Alentejano (por acaso também tenho um em casa). Solicito o visionamento da figura aqui retratada, onde está o Calendário do Sr. Vereador, em comparação com o respectivo Calendário Alentejano, ambos referentes, só ao Mês de Março.Só depois de ter tido acesso a esta informação privilegiada, compreendi a coisa, ou seja, realmente não ocupa o cargo a tempo inteiro, nem a meio tempo. A ser verdade, os dias de trabalho, bem demarcados com os círculos, obrigam o Vereador Ivo a uma prestação laboral muito versátil. Segundo consta, a ideia tem como base o seguinte: Segundas não porque é a seguir a um fim-de-semana. Quartas, um dia a meio da semana. Sexta, véspera de fim-de-semana, pois então. Mesmo assim sai beneficiado em Março. Porquê?... Porque se repararem bem, o Calendário Oficial, marca 8 dias úteis de trabalho (ou não), o outro (Alentejano) marca 10 dias. Se tomasse posse em Fevereiro, os dias já eram iguais. Quanto a (Autarquias) estamos falados. A segunda Notícia na página 8 (Actualidades) tem como base a "Declaração para acta", “Na tomada de posse como Vereador” de Ivo Santos. Para quem não sabe, ao Sr. Ivo Santos, foi-lhe atribuído o cargo de Vereador dos Parques e Jardins da nossa Cidade de Tomar (agora é que o Amândio vai ficar contente... ou não). Assim, o agora Vereador, assumiu publicamente um código de conduta, honra e brio, explanando, como se vai pautar na sua vereação. Bem… Concretamente, o que eu quero reflectir e consequentemente transmitir aos nossos leitores, é o seguinte: Para a "Declaração para acta", “Na tomada de posse como Vereador”, utilizou-se quase meia página do nosso querido Jornal (veja-se no mesmo). E é só Vereador dos Parques e Jardins. Agora imaginem, os agora recentes Sr. Presidente Corvêlo de Sousa, ou o Sr. Vice-Presidente Carlos Carrão que têm muitas funções e cargos, pelouros, secções e divisões, departamentos e serviços e etc. para gerir, imaginem o espaço a utilizar nas suas "Declaração para acta", “Na tomada de posse”. Era garantidamente meio Jornal, ou seja, 8 folhas (no mínimo). Por favor poupem-nos. Conclusão e moral da crónica: Esta coisa de ser Vereador (de Parques e Jardins) tem muita responsabilidade e comprometimento profissional e institucional e uma abundante dose de imaginação prosaica e literária (digo eu).

- Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-16

In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3795 de 2008-02-29

“Eng. António Paiva pressionado a abandonar o cargo”

Já é do conhecimento público e geral que o ex-nosso, Ex-Presidente, se “ex onerou”, para ir desempenhar um outro cargo (não interessa agora, desenvolver esse tema pois o mesmo, foi já sobejamente divulgado), segundo consta, a convite do Governo. Fiquem no entanto os nossos leitores a saber que o real motivo da retirada Política de Paiva, foram as pressões externas que tem vindo a sofrer. Essas pressões, segundo a minha fonte fidedigna (infiltrada na Câmara Municipal – ela tem acesso privilegiado às informações internas e de bastidores – é por assim dizer o Jornal da Caserna da Edilidade Tomarense), têm origem no meio Jornalístico e no aparecimento de um forte candidato, oriundo de uma ala menos conservadora da nossa Cidade Tomarense. As tensões jornalísticas têm-se vindo a acumular e remontam já ao ano 2006 (Ver figura – A porem em questão as obras).Continuaram em 2007 (Ver figura 2 – A questionarem a reconstrução do poço).
E continuou a saga já em 2008 (Ver figura 3 – A denegrirem a construção da nova Ponte).

Como podem constatar, com pressões deste tipo, não à “governação” que aguente. Já era de prever que o abandono, mais dia, menos dia se ia dar. Como se isto não bastasse, surge um forte candidato, a ofuscar a reeleição do Sr. Engenheiro. Quem ainda não ouviu falar de Amândio a Presedente (Ver figura 4 – Candidate com gandes calidades – segundo consta e se comenta. Já em Vídeo no YouTube. Veja as cenas dos próximos capítulos).

Temos de dar a mão à palmatória e verdade seja dita, a ser verdade, é demasiado peso para um homem só (por muito desporto que pratique). Concordo plenamente, o Eng. António Paiva teve motivos mais que suficientes para tomar a posição que tomou. Abandonar o barco, antes que este fosse ao fundo. Só me resta desejar-lhe um futuro risonho e boa sorte. Ah, mais uma coisa que lhe desejo, muito discernimento a gerir os gravetos, sabem, os pilins…

In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 15-02-2008

- Joaquim Francisco - Tomar - 10-02-2008

LACERTILIA


CARNATAL 2008 EM TOMAR

Existe já um Carnatal e é o nome dado à festa que se realiza no final do mês de Novembro na Cidade de Natal, no Brasil (tinha de ser né. Ver http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnatal). Mas nós portugas, fazendo jus à nossa originalidade, desenvolvemos em Tomar uma outra versão do Carnatal, ou seja, Festa de Carnaval com as ruas enfeitados com motivos do Natal, Carnatal (bate certo ou não…). Inteligentemente, as ruas ficaram engalanadas com os efeitos de Natal (sem luz pois é Carnaval), poupando-se assim uma pipa de massa, no aluguer de outros efeitos mais alusivos ao tema. A imaginação tem de ser apurada ao máximo. A expressão “Dois em um”, o provérbio “Com uma cajadada, matam-se dois coelhos”, a frase filosófica/ecológica “Na Natureza nada se perde, tudo se transforma” e a utilização da (minha) frase “Não guardes o que te fará falta e saberás o que vai ser necessário”, serviram de inspiração a esta ocorrência Carnatalesca (ou não). Alguém me confidenciou (não foi a minha fonte fidedigna, pois essa está de férias no Brasil, em Natal) que na realidade, o que se passou foi que a empresa, dona dos Efeitos de Natal, não tendo local disponível para os arrumar, solicitou à Edilidade Tomarense, a conservação dos mesmos, nos respectivos locais. Em contrapartida, o pagamento do aluguer de utilização do espaço, era perdoado pela Autarquia e, a ser assim, ficariam (já agora) até à Páscoa. Brutal ideia. Tomar está de parabéns, com esta brilhante ideia de reciclagem alegórica. Esta estratégia (a ser verdade) deveria servir de exemplo Europeu, ou até mesmo Mundial, pois as boas ideias devem ser acarinhadas e quiçá, divulgadas. Mais uma vez escrevo: Parabéns Tomar por tão dignificante ideia, estratégia economicista e solidariedade ecológica (digo eu).
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 08-02-08
-Por: Joaquim Francisco - Tomar - 03-Fevereiro de 2008

Dantes era peta, hoje é mentira, em breve, é verdade (ou não).

Segundo a minha fonte infiltrada no interior da Câmara Municipal de Tomar, surgiram mais duas opiniões sobre a maneira de construir, a nova Ponte sobre o Rio Nabão. Uma das ideias está representada na figura (Solução 1): Construir uma Ponte Rampa. Solução muito barata, três pilares e um tabuleiro e já está pronta. Só falta dar o nome que pode ser: Ponte Centro Comercial, ou Ponte do Antigo Mercado, ou Ponte J. António (gosto muito deste último). A outra opinião inclina-se para uma obra mais pró caro. Veja-se assim, a Solução 2. Uma Ponte simples, em arco, baratinha, para compensar o que vai tornar a coisa cara: o Túnel. Tomar passaria a contar com um túnel à imagem de outras “Cidades”. O mesmo iria desembocar na Av. Horta D’el Rey, algures, mais ou menos á frente da entrada da Casa Mortuária. Como se pode ver na Figura 1 e 2, os planos de pormenor já estão traçados e o Túnel já tem nome. Quem defende este projecto tem o meu apoio. Gostava de ter um Túnel em Tomar. Que bem que ficava um Túnel ali. Agradeço desde já a cedência dos desenhos (gentilmente concedidos pela minha fonte infiltrada na Edilidade Camarária). Sendo um assunto que se prevê problemático e polémico (ou não), o certo é que está muito bem delineado e ficará muito bonito, (ai como a realidade é cruel). Tanto um projecto como outro serão bem-vindos (digo eu). Outra situação, à margem das obras e que está a gerar polémica, é a ingerência de uns quantos Esqueletos (20!...) que querem dar com o orçamento em doido, para evitar uma mais derrapagem (Eu escrevi “mais derrapagem”, ups… enganei-me. O que eu queria escrever era só “derrapagem”). Até parece que já estou a ver as Manchetes dos Jornais: “Derrapagem (na Inclinação) da Ponte, Provocada por Esqueletos Abelhudos”. Para mais informações sobre a evolução dos trabalhos, agradeço que contactem a minha fonte infiltrada. Já me ia esquecendo…para onde não sei, mas mandem nomes, mandem nomes para a nova Ponte ponto
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 21 de Dezembro 2007 - Joaquim Francisco 2007-12-14

BLOGS - Por: Marta Braga (Estrasburgo)

(Imagem involuntariamente cedida por:
macroscopio.blogspot.com/2006 08 01 archive.html)
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O que é um blog?

Se procurarmos a definição mais corrente, verificamos que se trata de uma página da Internet, de cariz pessoal e/ou pessoal, actualizado regularmente, através de textos (posts) ou imagens.

Este tipo de “comunicação” interpessoal tem ganho simpatizantes ao longo dos últimos anos em todo o Mundo, tendo proliferado o número de blogs, de bloguistas e de temáticas abordadas na Blogosfera. Assim, qualquer pessoa com acesso à Internet pode criar o seu blog, através de servidores nacionais ou mundiais, sendo bastante fácil a configuração visual, através dos assistentes e dos modelos existentes que estão à disposição do utilizador.

Após a configuração inicial, em que se escolhem as cores de fundo, o tipo de letra e o tipo de blog que se pretende (existem vários estilos: Diário de viagens, lúdicos, românticos, infantis, …), é só dar asas à imaginação e começar a escrever.

Existem inúmeros (poderíamos mesmo dizer, incontáveis) blogs e os temas variam, incidindo nas viagens, no desporto, na política, no sexo, nas peripécias do dia-a-dia… é fácil encontrarmos blogs que abordam questões políticas escritos por políticos, nomeadamente o tão conhecido abrupto, da autoria de Pacheco Pereira, um dos primeiros bloguistas portugueses impulsionadores desta moda.

Existe ainda um programa bastante conhecido da Rádio Comercial (que poderá ser ouvido em http://www.radiocomercial.iol.pt/), intitulado O Meu Blog dava um Programa de Rádio, que divulga semanalmente diferentes blogs e que tem incentivado à criação e aperfeiçoamento desta nova tendência.

Se tem vontade de ensinar truques de culinária, de jardinagem e … se gostava de partilhar fotos de viagens, de países ou de simplesmente conhecer outras realidades, outras histórias de vida, porque não entrar na Blogosfera??
É uma aventura sem limites e que certamente o irá surpreender!

Por: Marta Braga (Estrasburgo) em 31-03-2007 -

DE VOLTA ÀS PASSADEIRAS

Devem já os meus caros conterrâneos, ter reparado como a Cidade de Tomar está a ficar bem apetrechada com passadeiras para peões, calcetadas. A fotografia mostra uma parte da Avenida Ângela Tamagnini, ainda por calcetar, mas é de propósito. As Ruas Manuel de Matos, Ângela Tamagnini e Norton de Matos e a envolvente da Praceta Raul Lopes, foram intervencionadas ao nível da pavimentação (não interessa o porquê das obras. O que é facto é que todas levaram alcatrão novo, certo?), cada uma levou em média 4 (quatro) passadeiras. Quatro ruas vezes quatro passadeiras são 16 passadeiras. A minha mente, não sei se danada para a observância, ou não, começou a cogitar. As contas matemáticas fluíram com lucidez, documentei-me quanto a números e acabei por chegar a conclusões. Vamos então aos factos: A área de alcatrão a retirar para a colocação da passadeira deve ser de mais ou menos 25m2. Donde que 25m2 × 16 passadeiras = 400m2 de alcatrão a retirar. Seguiram o raciocínio… Se a matemática não falha, a conta está certa e estou a trabalhar com valores baixos. Sendo o preço do metro quadrado de alcatrão, digamos, 13,00 € - temos alcatrão retirado no valor de 5.200,00 €. Pondo mais 2500,00 € para a brita e saibro que estavam debaixo do dito cujo, temos a simples operação de retirar alcatrão, cascalho e brita, custar ao erário público 7.700,00 € (só em quatro locais da Cidade e a preços, por baixo). Conclusão: É evidente que as máquinas de alcatroamento, não podem parar no sítio em que vai nascer uma passadeira e continuar mais á frente. Ao nível da engenharia é complicado (digo eu). Mas que revolta ver 7.700,00 € deitados para um aterro, revolta. Ou será que esse material foi reciclado?... Se foi, fico-me pela matemática. Se não foi e até prova em contrário, em cada passadeira (área marcada na fotografia), 481,25 € é lixo. Pode não parecer muito dinheiro, mas que é uma pipa de massa é…
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3781, de 2007-11-23 por: Joaquim Francisco - 2007-11-13

Banho de Chuva ao Mistério Musical a 15-09-2007

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“MAU TEMPO AMEAÇA CONCERTO DOS QUINTA DO BILL” foi o título de uma notícia publicada no dia 13-07-2007. Então não é que o São Pedro nos fez a vontade, passando das ameaças, à acção. Bem, o que é certo é que centenas de pessoas ficaram a ver o palco e com aquele ar de: “o que é que se passa?”, “então e agora?” ou “ainda bem que era à borla?” e “Porque é que não foi na FAI”. Não se iludam pois segundo as minhas fontes fidedignas infiltradas na organização (ou não), foram 8 os factores (5 externos e 3 internos) que conjugados, originaram o cancelamento do espectáculo. Passo a citá-los:
1.º- D. Gualdim Pais apresentou queixa à PSP, por causa do barulho e da falta de privacidade.
2.º- A Comunicação Social (Rádio, TV e Disco) não compareceu ao evento pois estavam mobilizados para Portimão (junto ao Tribunal).
3.º- A população tomarense não compareceu, pois preferiu ver o jogo de futebol na TV.
4.º- A fábrica de DVD’s fechou em Portugal e vai reabrir na China.
5.º- Os Pavilhões da FAI estão em obras de restauro que por sua vez, estão embargadas por falta de licença camarária.
6.º- O Violino não conseguia afinação por causa da humidade nas cordas.
7.º- A Flauta de madeira estava com um som roufenho, mas não era por causa da humidade. 8.º- O Técnico de Som, recusou-se a participar, por falta de protagonismo (nunca apareço nas fotografias, comentou ele…), ver FOTO 1.
E nós todos a pensarmos que tinha sido por causa da chuva. Alguns elementos da Banda nos ensaios já comentavam a situação, ver FOTO 2.
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Por: Joaquim Francisco 2007-09-16