Fotografia do Grupo Participante
In Jornal Cidade de Tomar - N.º 3813 de 2008-07-04
In Jornal Notícias de Ourém - N.º 3682 de 2008-07-04
Por: Joaquim Francisco - 2008-06-27
"O DISCERNIMENTO, ACOMPANHA A MINHA VELHICE MAS A LOUCURA, REJUVENESCE-ME."
Fotografia do Grupo Participante
In Jornal Cidade de Tomar - N.º 3813 de 2008-07-04
In Jornal Notícias de Ourém - N.º 3682 de 2008-07-04
Por: Joaquim Francisco - 2008-06-27
| Reacções: |
Refiro-me concretamente ao Imposto Pedestre. Nunca utilizado até agora, Tomar inscreve assim o seu nome nos anais da singularidade e torna-se pioneira na criação de receita extraordinária, tão necessária nos tempos que correm (digo eu). Os valores arrancados (perdão) arrecadados, vão direitinhos aos cofres camarários e a verba vai ser utilizada, posteriormente, para amortizar as despesas (vulgo derrapagens) que se foram acumulando, especificamente, tempo de espera para pesquisa arqueológica – 640 esqueletos (porque tempo é dinheiro); Pagamento à Comissão que se vai debruçar (espero que não caia ao rio) sobre o nome a dar à dita Ponte (chamaram para ajudar, o meu amigo Mário Cobra?...); Ajudar a pagar o deck para esplanadas suspenso sobre o rio (por ser considerado artigo de luxo) e finalmente uma despesa (*) que vou referir mais à frente (parte séria). Para concluir este trecho “hilariante” (ou não), só me resta observar o seguinte: - Esta nova Ponte sobre o Rio Nabão está para o Sr. Eng. António Paiva, como o Tratado de Lisboa está para o Sr. Eng. José Sócrates “…fundamental para a minha carreira política…”. Diria que é um “marco histórico” na carreira política de um e uma “ponte que faz história” na do outro. Resultado final 1-1 e ambos Eng. (que coincidência).
Bom, a parte séria: Venho questionar publicamente a Autarquia Tomarense, sobre o Estudo de Impacto Ambiental que foi feito (ou não), na área circundante à Igreja de Santa Maria dos Olivais e Torre fronteira. Não tenho ideia de ter lido nada a esse respeito. Uma análise aprofundada serviria para dar a conhecer, o impacto negativo que o aumento de tráfego produziria na pedra destes Monumentos. Contactada a Sapiens – Associação de Protecção Divulgação do Património Cultural, seus técnicos concordam que com o aumento de CO2 (Dióxido de Carbono) naquela zona, proveniente do gás expelido pelos escapes dos automóveis, a probabilidade da degradação da pedra aumentar, lenta e assustadoramente, é uma realidade. O tráfego automóvel vai aumentar quatro ou cinco vezes mais o que vai originar um impacto ambiental negativo, colateral e irreversível. É aqui que entram os Impostos que vão ser criados (parte humorística), vão também (*) financiar os restauros dos Monumentos lesados (interessante ideia, mas, era a brincar). Num futuro longínquo, vai ser necessário muito dinheiro para reparar a nossa Igreja e Torre. Dinheiro que como se sabe presentemente, escasseia. Pois é, a brincar, a brincar, pergunto: - Pensaram por acaso nisto?...
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3812 de 2008-06-27
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-16
| Reacções: |
A perguntas que se impõem formular (tantas quanto...):
1- Vende-se a casa 5 (cinco) vezes, ou só uma?...
2- A quem se telefona?...
3- Vai mais uma Placa, óh freguês?...
4- Em quanto é que me vai ficar a conta telefónica?...
5- Vai abandonar o país ou mudar de casa?...
Bem... Isto é que vai uma crise.
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar, 2008-06-12
| Reacções: |
Ao preço a que estão os combustíveis, o Povo Português tem que começar a ser inventivo e criar alternativas mais ao menos viáveis, tendo em vista poupar uns valentes cobres. Aproveitando a recente compra do modelo 2 CV, pelo valor de 6.500,00 Euros, demonstrarei através de 3 (três) exemplos, vantagens e desvantagens, da sua utilização.
Modelo: Auto-2 CV EléctriModelo: Auto-Tintol_PT
Legislação – Relativa aos produtos Vinícolas/Alcoólicos (vinhos, aguardente, brandy, etc. e dos rascas para ser barato, martelados de preferência). Impostos (idem)
Quantidade de Pessoas – 4 e um baralho de cartas.
Vantagens – Abastecimento em Tabernas, Mercearias, Lojas de Conveniência, Supermercados e Adegas cooperativas. A abundância deste produto no nosso País, torna-nos auto-suficientes e até grandes exportadores (do martelado e rasca).
Desvantagens – O slogan “Se conduzir não beba”, as multas injustificadas (só com o cheiro…), as quotas impostas por Bruxelas.
Velocidade – Ui… Alta.
Nota: Nunca utilizar Cervejola por causa da espuma que provoca. Os principais concorrentes são a Espanha e a França.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3811 de 2008-06-20
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-10
| Reacções: |
A frase que circula na internet “Sorria está a ser Gamado” (ver links), reveste-se, através de um simples desenho, de uma grande exactidão e, verdade seja dita, a realidade do dia a dia, parece demonstrar que o G de GALP, não está a ser nada mal utilizado.| Reacções: |
| Reacções: |
| Reacções: |
Presentemente é possível utilizar a flexibilidade de horários, ainda assim, esta estratégia não é muito utilizada. A grande aposta, é com este C. T., implementar e regular, entre outras medidas, o Banco de Horas (beneficia uma empresa que necessite, por contingência de serviço, alargar pontualmente o horário de trabalho. Em consonância com o trabalhador e ou, mediante pré-aviso, amplia o horário normal de trabalho, compensando as horas feitas a mais, a posteriori). Na minha opinião, esta reforma poderá originar conflitos de interesses, ao nível do não pagamento de Horas Extraordinárias e do abuso sistemático do não preenchimento de postos de trabalho, pois as empresas poderão “tapar” ininterruptamente a falta de pessoal, utilizando os seus trabalhadores (ver Figura).| Reacções: |
Não existindo aparentemente ninguém a regular esta situação, era fundamental e urgente uma intervenção decisiva e implacável por parte dos Governos. Se as organizações políticas e comunidades económicas estatais, se organizam para criar barreiras alfandegárias, proteccionismo nos preços, quotas de mercado e leis comerciais específicas, não se entende o porquê de não conseguirem (ou não quererem) se organizar e criar medidas para travar estas actuais especulações mercantilistas. Será porque os intermediários por via das vendas inflacionadas e os Estados por via dos impostos, são finalmente quem mais ganha, com esta degradante situação (pactuando entre si). Esta CRISE, vai provocar um aumento que pode ir até aos 39% no preço dos alimentos e por conta desta situação anómala, quem sai prejudicado é sempre o mesmo: O Consumidor, o Povo (um bem que custe hoje 20,00 €, poderá vir a custar até ao final do ano 28,00 €. Se somarmos todos os gastos de um agregado familiar, temos um aumento de mais 195,00 € por Mês, nas despesas desse agregado). Como todos sabem, e para ajudar os portugueses, a nossa economia é e está muito frágil, com a crise implantada nos mercados internacionais, ainda mais débil vai ficar (Portugal importa 90% dos cereais que consome). Cuidem-se os Portugueses pois esta é a realidade, a nossa realidade. Melhores dias não se prevêem, bem pelo contrário, uma profunda carestia avizinha-se e as consequências serão imprevisíveis (fome no mundo). Preparem-se portanto, para o pior.
Por: Joaquim Francisco Tomar 2008-05-01
| Reacções: |
Só inquiri 10 pessoas e bastou para ver o grau de esclarecimento do Povo português e a sua sábia interpretação da coisa. Fiquei satisfeito com a disponibilidade demonstrada por todos inquiridos. O meu muito, muito obrigado… Depois passem lá por casa para eu vos entregar o cheque. O próximo inquérito vai ser sobre o índice de popularidade dos Líderes Partidários. Que pena, já não vou poder incluir o Sr. Menezes. Será que a Sra. Manuela vai ganhar?... Mulheres ao Poder… Mulheres… Mulheres… Mulheres… Voltando ao índice de popularidade, espero que o referido inquérito corra melhor, até porque a popularidade dos Líderes está muito elevada (ou não).| Reacções: |
É uma observação forte de mais?... Estarei eu (também) louco?... Deveria estar “caladinho” e não “dizer barbaridades”?... Demonstrem-me o contrário, contrariem os inquéritos de opinião, tirem-nos deste descontentamento, convençam que estamos errados. Como???... Através de boas práticas de governação, actuações acertadas e uma prudente gestão dos recursos, monetários e materiais (já agora, com tento no léxico). Até agora e salvo raras excepções, não se tem assistido a isso. Tudo isto “cheira” a repetitivo, é verdade. Já tanto se disse e escreveu sobre estas temáticas mas nada e nada… Se nada for feito, se continuar tudo na mesma, o palavreado do Sr. Jardim, vai obrigatoriamente ser aproveitado (agora sim) e com razão, pelos descontentes Docentes, os desapontados Despedidos, decepcionados Doentes, os desiludidos Contribuintes, os revoltados sectores da Sociedade Portuguesa e acima de tudo a generalizada maioria do Povo Português. Vira-se o “feitiço contra os feiticeiros”, digo eu.| Reacções: |
| Reacções: |
- Quanto ao IVA que baixa 1 % – Um objecto que agora custa 41,50 € com o IVA a 21 %, o consumidor paga 50,22 €, arrecadando o Estado 8,72 €. Baixando 1 %, o mesmo objecto passará a custar 49,80 €, arrecadando o Estado "só" 8,30 €. Ou seja, menos 0,42 € (quarenta e dois cêntimos) para o consumidor e logicamente para o Estado. Mas, espertos como são os portugueses no negócio e sempre a pensar no melhor para o consumidor, vou (não) pensar no seguinte: Se o mesmo objecto custar (sem IVA) 41,50 €, for aumentado para 41,80 €, portanto mais 0,30 € (trinta cêntimos), com o IVA a 20 %, fica a custar 50,16 € ao consumidor. O Objecto baixou de preço só 0,06 € (seis cêntimos) para o consumidor, manteve o IVA de 20 % e deu ao vendedor mais 0,30 € (trinta cêntimos). É evidente que este exercício de pura retórica e simples matemática vale pouco ou vale o que vale, conforme as expectativas do comum cidadão, mas tudo pode acontecer. Exemplos anteriores originaram especulação (quem não ouviu falar do caso dos Ginásios, baixaram o IVA, mas o preço do serviço prestado manteve-se). Para concluir, penso que todos devemos estar atentos a estes factos e denunciar especulações abusivas que venham a decorrer, pelo simples facto de que se não formos NÓS, se estivermos à espera das autoridades reguladoras, bem poderemos esperar sentados.| Reacções: |
| Reacções: |
A máquina que não se vê mas sente-se, não trabalha mas manipula, a favor sempre do interesseiro. A situação caótica a que se chegou é de tal ordem preocupante e sem retorno que (não querendo ser céptico ou ser acusado de agoirento) o futuro não se apresenta brilhante ou com melhorias. Antes pelo contrário, cada vez pior. Porquê?... Porque os interesses instalados, os lóbis, as corporações, os indivíduos poderosos e que se sabem movimentar dentro do sistema, e porque não apontar o dedo também ao Estado que não está isento de responsabilidade (veja-se a dissemelhança entre ricos e pobres, o fosso que existe ao nível salarial por exemplo), têm a sua vivência diária, entranhada de atitudes que moral e socialmente são condenáveis mas cuja habituação, as tornou normais e praticáveis. É caso para utilizar a expressão: "Não mudes não, vais ver aonde vais parar". Uma reflexão apurada e isenta de secundaríssimas intenções, poderia, muito remotamente, endireitar todo este imbróglio, em que todos nós estamos metidos. Não acredito no entanto que alguém seja "puro" o suficiente para o fazer. Por tudo isto, repito, não tenho esperança de que melhores dias virão. Pensem nisto e nisso…| Reacções: |