Por fim, as ultrapassagens e mudanças de direcção. Muita atenção ao executar essas manobras: Piscas, espelhos retrovisores, sinais de trânsito e a atenção do condutor, devem ser utilizados prioritariamente em prol da segurança rodoviária. Se seguir estas recomendações, economizará combustível, terá menor desgaste no seu automóvel ao nível de motor e peças, maior conforto na condução, Boas Férias e Bom Regresso a Casa.Quem sou:
- Joaquim Francisco
- Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα
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▼
2018
(3)
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(11)
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►
2016
(2)
- ► Agosto 2016 (2)
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►
2015
(4)
- ► Agosto 2015 (1)
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- ► Abril 2015 (1)
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►
2014
(5)
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2013
(1)
- ► Março 2013 (1)
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2012
(9)
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- ► Janeiro 2012 (1)
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►
2011
(20)
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- ► Setembro 2011 (2)
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►
2010
(29)
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- ► Março 2010 (5)
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►
2009
(54)
- ► Dezembro 2009 (1)
- ► Novembro 2009 (2)
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- ► Junho 2009 (3)
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►
2008
(54)
- ► Dezembro 2008 (5)
- ► Novembro 2008 (5)
- ► Outubro 2008 (3)
- ► Setembro 2008 (6)
- ► Agosto 2008 (4)
- ► Julho 2008 (4)
- ► Junho 2008 (7)
- ► Abril 2008 (3)
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- ► Fevereiro 2008 (6)
- ► Janeiro 2008 (2)
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►
2007
(38)
- ► Dezembro 2007 (1)
- ► Novembro 2007 (2)
- ► Setembro 2007 (4)
- ► Agosto 2007 (3)
- ► Abril 2007 (2)
- ► Março 2007 (10)
- ► Fevereiro 2007 (14)
Condução com Atenção
Por fim, as ultrapassagens e mudanças de direcção. Muita atenção ao executar essas manobras: Piscas, espelhos retrovisores, sinais de trânsito e a atenção do condutor, devem ser utilizados prioritariamente em prol da segurança rodoviária. Se seguir estas recomendações, economizará combustível, terá menor desgaste no seu automóvel ao nível de motor e peças, maior conforto na condução, Boas Férias e Bom Regresso a Casa.| Reacções: |
FOTO DA SEMANA
E aqui irá “nascer” um dia, a minha Estátua, como símbolo do meu contributo (?) a esta Cidade de Tomar.| Reacções: |
O Dinheiro não é a 1.ª coisa do Mundo mas está muito acima da 2.ª
A frase escolhida para título deste artigo reflecte bem o lugar que o dinheiro ocupa, na vida e quotidiano da nossa civilização. Nada se faz hoje em dia sem que o dito avance, como complemento e términos de actos de compra, transacção ou negócio. Certo é que o dinheiro está muito, muito caro. Tão caro que ajuda o índice de endividamento dos portugueses a rondar os 120 mil milhões de Euros, em que 98 milhões estão relacionados com o crédito à habitação. Com a Taxa Euribor (taxa de juro de referência) a disparar para valores que rondam os 5%, as contas (empréstimos) cujo pagamento era suportável de pagar há dois ou três anos atrás, estão agora de tal maneira elevadas que se tornam difíceis de saldar, originando um crescente desespero no ceio dos agregados familiares. Usando como exemplo, uma família que tenha um rendimento de 1.000,00 € por mês, a mesma, está a gastar mais 290,00 € para fazer face aos gastos a suportar. Ou seja, teriam que auferir por mês 1.290,00 € para conseguir (sobreviver) enfrentar o dia a dia, mas, na realidade só estão a ganhar 1.000,00 €. È evidente que esta situação é insustentável. O Governo, nomeadamente o Primeiro Ministro Sócrates, já anunciou medidas sociais cuja implementação, irá acalmar a crise de DCC “diabetes crónicos da carteira” ou SIDA “sintoma de insuficiência de dinheiro na algibeira”. Considero-as no entanto, tão avulsas e insípidas que na prática, em nada vão ajudar (digo eu). São elas: - Criação de linhas de crédito para PME (mais endividamento?). Acelerar o acesso aos Fundos Comunitários. Pagamento (reembolso) mais rápido do IVA. Pagamento mais rápido aos fornecedores. Nos particulares: - Aumento do Abono de Família. Congelamento do preço dos Passes Sociais (esta medida é só para Lisboa e Porto o que quer dizer que o resto do País está a pagar para eles andarem mais barato de transportes públicos. Isto porque o Estado acaba por abonar às transportadoras, o valor que não aumentaram). Aumentar as deduções fiscais no IRS no Crédito à Habitação, nos escalões mais baixos. Reduzir o IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis (será que as Câmaras vão nessa conversa?...). Conforme já referi, não acredito que tais medidas venham a produzir efeitos positivos. Limitam-se a traduzir uma forma desesperada de remendar o buraco em que a nossa economia está metida. O buraco da Expo 98 que ainda se está a pagar (sabiam disso), mais recentemente o buraco dos 10 Estádios de Futebol Euro 2004, que ainda estou a ajudar a pagar (meu rico dinheirinho). Para finalizar, mais buracos (dívidas) virão: O belo do TGV e o sublime Aeroporto (lá se vai o nosso dinheiro, o pequeno resto). Concluindo, continuem a apertar o cinto e mandem fazer mais buracos (no cinto, pois os outros lá estarão os Governos para os fazer) pois sinto que a coisa se vai manter por muitos e longos anos.| Reacções: |
Encontro Convívio de Técnicos de Resgate
Fotografia do Grupo Participante
In Jornal Cidade de Tomar - N.º 3813 de 2008-07-04
In Jornal Notícias de Ourém - N.º 3682 de 2008-07-04
Por: Joaquim Francisco - 2008-06-27
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Aponte a Ponte como ponte para Impostos
Refiro-me concretamente ao Imposto Pedestre. Nunca utilizado até agora, Tomar inscreve assim o seu nome nos anais da singularidade e torna-se pioneira na criação de receita extraordinária, tão necessária nos tempos que correm (digo eu). Os valores arrancados (perdão) arrecadados, vão direitinhos aos cofres camarários e a verba vai ser utilizada, posteriormente, para amortizar as despesas (vulgo derrapagens) que se foram acumulando, especificamente, tempo de espera para pesquisa arqueológica – 640 esqueletos (porque tempo é dinheiro); Pagamento à Comissão que se vai debruçar (espero que não caia ao rio) sobre o nome a dar à dita Ponte (chamaram para ajudar, o meu amigo Mário Cobra?...); Ajudar a pagar o deck para esplanadas suspenso sobre o rio (por ser considerado artigo de luxo) e finalmente uma despesa (*) que vou referir mais à frente (parte séria). Para concluir este trecho “hilariante” (ou não), só me resta observar o seguinte: - Esta nova Ponte sobre o Rio Nabão está para o Sr. Eng. António Paiva, como o Tratado de Lisboa está para o Sr. Eng. José Sócrates “…fundamental para a minha carreira política…”. Diria que é um “marco histórico” na carreira política de um e uma “ponte que faz história” na do outro. Resultado final 1-1 e ambos Eng. (que coincidência).
Bom, a parte séria: Venho questionar publicamente a Autarquia Tomarense, sobre o Estudo de Impacto Ambiental que foi feito (ou não), na área circundante à Igreja de Santa Maria dos Olivais e Torre fronteira. Não tenho ideia de ter lido nada a esse respeito. Uma análise aprofundada serviria para dar a conhecer, o impacto negativo que o aumento de tráfego produziria na pedra destes Monumentos. Contactada a Sapiens – Associação de Protecção Divulgação do Património Cultural, seus técnicos concordam que com o aumento de CO2 (Dióxido de Carbono) naquela zona, proveniente do gás expelido pelos escapes dos automóveis, a probabilidade da degradação da pedra aumentar, lenta e assustadoramente, é uma realidade. O tráfego automóvel vai aumentar quatro ou cinco vezes mais o que vai originar um impacto ambiental negativo, colateral e irreversível. É aqui que entram os Impostos que vão ser criados (parte humorística), vão também (*) financiar os restauros dos Monumentos lesados (interessante ideia, mas, era a brincar). Num futuro longínquo, vai ser necessário muito dinheiro para reparar a nossa Igreja e Torre. Dinheiro que como se sabe presentemente, escasseia. Pois é, a brincar, a brincar, pergunto: - Pensaram por acaso nisto?...
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3812 de 2008-06-27
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-16
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FOTO DA (CASA) SEMANA
A perguntas que se impõem formular (tantas quanto...):
1- Vende-se a casa 5 (cinco) vezes, ou só uma?...
2- A quem se telefona?...
3- Vai mais uma Placa, óh freguês?...
4- Em quanto é que me vai ficar a conta telefónica?...
5- Vai abandonar o país ou mudar de casa?...
Bem... Isto é que vai uma crise.
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar, 2008-06-12
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Alternativa aos Combustíveis e Alternativas
Ao preço a que estão os combustíveis, o Povo Português tem que começar a ser inventivo e criar alternativas mais ao menos viáveis, tendo em vista poupar uns valentes cobres. Aproveitando a recente compra do modelo 2 CV, pelo valor de 6.500,00 Euros, demonstrarei através de 3 (três) exemplos, vantagens e desvantagens, da sua utilização.Legislação – Não existe. Impostos – Taxa IVA 20%.
Quantidade de Pessoas – 3 (1 a empurrar e 2 a rodar as bolas – duas fileiras de bolas, uma do lado esquerdo e outra do lado direito do veículo).
Vantagens – Poupança na compra de pneus. Não paga Eco-Valor. Prática de exercício físico.
Desvantagens – Utilização de três pessoas (1 é pouco, 2 é bom, 3 é demais).
Velocidade – Lenta.
Modelo: Auto-2 CV EléctriLegislação – Toda a inerente à Electricidade Nacional. Impostos: Taxa IVA 5% mais Taxa Audiovisual.
Quantidade de Pessoas – 1 é pouco 2 é bom.
Vantagens – Energia não poluente (As baterias são recicláveis)
Desvantagens – O peso das ditas.
Velocidade – Média.
Nota: Uma boa utilização das baterias e sua manutenção são o segredo do sucesso desta alternativa. Ter muito cuidado e atenção, com a possível “cartelização” de preços, por parte dos fabricantes de baterias.
Modelo: Auto-Tintol_PT
Legislação – Relativa aos produtos Vinícolas/Alcoólicos (vinhos, aguardente, brandy, etc. e dos rascas para ser barato, martelados de preferência). Impostos (idem)
Quantidade de Pessoas – 4 e um baralho de cartas.
Vantagens – Abastecimento em Tabernas, Mercearias, Lojas de Conveniência, Supermercados e Adegas cooperativas. A abundância deste produto no nosso País, torna-nos auto-suficientes e até grandes exportadores (do martelado e rasca).
Desvantagens – O slogan “Se conduzir não beba”, as multas injustificadas (só com o cheiro…), as quotas impostas por Bruxelas.
Velocidade – Ui… Alta.
Nota: Nunca utilizar Cervejola por causa da espuma que provoca. Os principais concorrentes são a Espanha e a França.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3811 de 2008-06-20
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-10
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SORRIA ESTÁ A SER GAMADO...
A frase que circula na internet “Sorria está a ser Gamado” (ver links), reveste-se, através de um simples desenho, de uma grande exactidão e, verdade seja dita, a realidade do dia a dia, parece demonstrar que o G de GALP, não está a ser nada mal utilizado.Onde já se viu, manchar o bom nome de uma Empresa que tanto tem “dado e contribuído”, com muito amor e carinho, para/e em Portugal, e Finanças e Arredores (Brasil) e para os Jogadores da Selecção, para o Mister e para o Autocarro deles (e para mim, nada?… Estou a ter tanto trabalho a escrever).
- “Filho de Miguel Horta e Costa, recentemente licenciado, entrou a receber 6.600 euros mensais”.
- “Novo presidente da GALP vai ganhar mais de 30 mil euros”.
- “Administradores da companhia vão receber 15 mil euros mensais”.
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Igreja de S. João Serve de Baliza à População
Passo a explicar: - A Associação Sapiens de Tomar e Tomarenses frequentadores do espaço, que é a Praça da República, chamam a atenção para o ATENTADO AO PATRIMÓNIO que está a ser perpetrado à Porta da Igreja de S. João Baptista e respectiva Arcada de Pedra circundante.
Esta agressão, camuflada por “simples e inocentes” jogos de futebol, revela-se preocupante, em virtude da principal interveniente, a BOLA, embater inúmeras e repetidas vezes contra a porta e a pedra.
Portas de madeira há muitas e recuperáveis (digo eu) mas a PEDRA da Igreja, histórica, centenária e arquitectónica, bem podia ser poupada e estar livre de choques, batidas e pancadas danificadoras. Bem basta a corrosão provocada pela dejecção pombalina (vulgo cocó).
As entidades policiais, camarárias, paroquiais e culturais nunca foram alertadas para a situação??... Pois chegou a hora de fazerem alguma coisa. O alerta está dado.
As inocentes brincadeiras (jogos de bola) das inocentes crianças, no largo fronteiro à Igreja de S. João, até podem ocorrer e verificar-se mas, não usar como baliza a Porta e respectivo umbral de Pedra.
Aproveito para alertar, também, os progenitores “não inocentes” (se presentes, nada têm dito ou fazem, se ausentes, pior ainda) que deixem-nos brincar e jogar à bola mas, com limites e sem prejudicar o Património Arquitectónico que existe na Praça.
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Paga e Paga e Companhia Lda.
Endividado como está, até à ponta dos cabelos, muito por culpa das Instituições Bancárias que seduzem os seus clientes com o “Belo do Cartão Gold, com crédito de X mil euros e pague só ao fim de 28 dias”, em conjunto com as empresas “Crédi-paga-o-que-deves” que "são mais que as mães" e especialistas em aliciar, através dos órgãos de informação, muito dinheiro em suaves pagamentos, já não sabe para onde se virar.
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Revisão do Código Laboral. Quem vai ficar Mal?
Presentemente é possível utilizar a flexibilidade de horários, ainda assim, esta estratégia não é muito utilizada. A grande aposta, é com este C. T., implementar e regular, entre outras medidas, o Banco de Horas (beneficia uma empresa que necessite, por contingência de serviço, alargar pontualmente o horário de trabalho. Em consonância com o trabalhador e ou, mediante pré-aviso, amplia o horário normal de trabalho, compensando as horas feitas a mais, a posteriori). Na minha opinião, esta reforma poderá originar conflitos de interesses, ao nível do não pagamento de Horas Extraordinárias e do abuso sistemático do não preenchimento de postos de trabalho, pois as empresas poderão “tapar” ininterruptamente a falta de pessoal, utilizando os seus trabalhadores (ver Figura).Quanto ao tema da simplificação nos despedimentos, preocupa-me particularmente o surgimento da palavra inadaptação (desajustamento). O conceito é de tal modo relativo e reveste-se de tamanha ambiguidade que somos obrigados a arrastar a discussão para o nível filosófico, económico e social. A subjectividade da ideia, pode apadrinhar despedimentos “sem justa causa”, camuflados com a “falta de jeito” do empregado quando afinal, a real situação, será a “má vontade” demonstrada, por parte do empregador.
No que concerne aos Recibos Verdes, a proposta de alteração, vai no sentido de agravar a Prestação Social da Entidade Empregadora, como forma de penalizar a sua rotineira utilização deste tipo de contrato laboral. A fronteira entre falso e o real Recibo Verde, também não está muito bem definida, prevendo-se que vai assim, por esse motivo, pagar o justo pelo pecador. Para “compor o ramalhete”, temos o próprio Estado a ser o maior empregador, com este modelo de “contrato”. Como vai o Governo “descalçar esta bota”?...
Utilizando uma das minhas frases favoritas: “O tempo o dirá”. Considero no entanto que, à imagem e semelhança do que agora sucede, os atropelos e as injustiças persistirão. Não se irá “salvar o ano repleto de prazer intelectual” (como disse alguém ligado ao estudo deste processo de C. T. e do Livro Branco) e o País não se desenvolverá à conta das referidas alterações e revisões. Continuaremos a ter falta de uma coisa, que o Estado teima em negligenciar: FISCALIZAÇÃO. Por enquanto, vamos ter de esperar, para ver.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3807 - 23-05-2008
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Biocombustíveis e Especulação Abusiva = Crise
Não existindo aparentemente ninguém a regular esta situação, era fundamental e urgente uma intervenção decisiva e implacável por parte dos Governos. Se as organizações políticas e comunidades económicas estatais, se organizam para criar barreiras alfandegárias, proteccionismo nos preços, quotas de mercado e leis comerciais específicas, não se entende o porquê de não conseguirem (ou não quererem) se organizar e criar medidas para travar estas actuais especulações mercantilistas. Será porque os intermediários por via das vendas inflacionadas e os Estados por via dos impostos, são finalmente quem mais ganha, com esta degradante situação (pactuando entre si). Esta CRISE, vai provocar um aumento que pode ir até aos 39% no preço dos alimentos e por conta desta situação anómala, quem sai prejudicado é sempre o mesmo: O Consumidor, o Povo (um bem que custe hoje 20,00 €, poderá vir a custar até ao final do ano 28,00 €. Se somarmos todos os gastos de um agregado familiar, temos um aumento de mais 195,00 € por Mês, nas despesas desse agregado). Como todos sabem, e para ajudar os portugueses, a nossa economia é e está muito frágil, com a crise implantada nos mercados internacionais, ainda mais débil vai ficar (Portugal importa 90% dos cereais que consome). Cuidem-se os Portugueses pois esta é a realidade, a nossa realidade. Melhores dias não se prevêem, bem pelo contrário, uma profunda carestia avizinha-se e as consequências serão imprevisíveis (fome no mundo). Preparem-se portanto, para o pior.
Por: Joaquim Francisco Tomar 2008-05-01
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Tratado de Lisboa aprovado – O Povo não foi visto, nem achado…
Só inquiri 10 pessoas e bastou para ver o grau de esclarecimento do Povo português e a sua sábia interpretação da coisa. Fiquei satisfeito com a disponibilidade demonstrada por todos inquiridos. O meu muito, muito obrigado… Depois passem lá por casa para eu vos entregar o cheque. O próximo inquérito vai ser sobre o índice de popularidade dos Líderes Partidários. Que pena, já não vou poder incluir o Sr. Menezes. Será que a Sra. Manuela vai ganhar?... Mulheres ao Poder… Mulheres… Mulheres… Mulheres… Voltando ao índice de popularidade, espero que o referido inquérito corra melhor, até porque a popularidade dos Líderes está muito elevada (ou não).Errata: Onde se lê Reverendo deve ler-se Referendo (por este facto peço as minhas sinceras desculpas – o teclado é tramado, quem mandou por a tecla do V de Vitória ao pé do F de Fé?...).
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São um Bando de Loucos… (Ou não)
É uma observação forte de mais?... Estarei eu (também) louco?... Deveria estar “caladinho” e não “dizer barbaridades”?... Demonstrem-me o contrário, contrariem os inquéritos de opinião, tirem-nos deste descontentamento, convençam que estamos errados. Como???... Através de boas práticas de governação, actuações acertadas e uma prudente gestão dos recursos, monetários e materiais (já agora, com tento no léxico). Até agora e salvo raras excepções, não se tem assistido a isso. Tudo isto “cheira” a repetitivo, é verdade. Já tanto se disse e escreveu sobre estas temáticas mas nada e nada… Se nada for feito, se continuar tudo na mesma, o palavreado do Sr. Jardim, vai obrigatoriamente ser aproveitado (agora sim) e com razão, pelos descontentes Docentes, os desapontados Despedidos, decepcionados Doentes, os desiludidos Contribuintes, os revoltados sectores da Sociedade Portuguesa e acima de tudo a generalizada maioria do Povo Português. Vira-se o “feitiço contra os feiticeiros”, digo eu.| Reacções: |
Não Pagamos, Não Pagamos
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O PESO DAS TELECOMUNICAÇÕES + I V A
- Quanto ao IVA que baixa 1 % – Um objecto que agora custa 41,50 € com o IVA a 21 %, o consumidor paga 50,22 €, arrecadando o Estado 8,72 €. Baixando 1 %, o mesmo objecto passará a custar 49,80 €, arrecadando o Estado "só" 8,30 €. Ou seja, menos 0,42 € (quarenta e dois cêntimos) para o consumidor e logicamente para o Estado. Mas, espertos como são os portugueses no negócio e sempre a pensar no melhor para o consumidor, vou (não) pensar no seguinte: Se o mesmo objecto custar (sem IVA) 41,50 €, for aumentado para 41,80 €, portanto mais 0,30 € (trinta cêntimos), com o IVA a 20 %, fica a custar 50,16 € ao consumidor. O Objecto baixou de preço só 0,06 € (seis cêntimos) para o consumidor, manteve o IVA de 20 % e deu ao vendedor mais 0,30 € (trinta cêntimos). É evidente que este exercício de pura retórica e simples matemática vale pouco ou vale o que vale, conforme as expectativas do comum cidadão, mas tudo pode acontecer. Exemplos anteriores originaram especulação (quem não ouviu falar do caso dos Ginásios, baixaram o IVA, mas o preço do serviço prestado manteve-se). Para concluir, penso que todos devemos estar atentos a estes factos e denunciar especulações abusivas que venham a decorrer, pelo simples facto de que se não formos NÓS, se estivermos à espera das autoridades reguladoras, bem poderemos esperar sentados.Pelo sim pelo não, aqui ficam Links e Contactos:
ICP – Autoridade Nacional de Comunicações, Av. José Malhoa – Nº 12 - 1090-017 Lisboa
Fax: 217 211 009
- DECO
Serviço de informação – 808 200 145 (linha azul) ou 21 841 08 58
- CIAC – Centro de Informação Autárquico ao Consumidor de Tomar
C.M. de Tomar – Pç. da República – 2 300 TOMAR
Tel: 249 329 800 – Fax: 249 329 807
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