Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

Quem sou:

A minha foto
Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα

Cartaz da Semana...

Esta imagem pertence à capa de um desdobrável que a PT distribuiu pelos seus agentes, tendo em vista publicitar os produtos, Sapo e MEO. Penso no entanto que devido ao seu cariz pornográfico, deveria ser retirado de circulação. Porquê?...


Reparem aonde o "rapazinho" de camisola amarela tem a sua mão direita (até põe a língua de fora...). Desgraçado "camisola azul", até "vê estrelas"... digo eu... E, para ajudar à festa, o que é que o de camisola vermelha está a fazer com a mão direita alçada, tal como o de camisola verde (de costas). Os braços no ar são só para despistar?????... ou não. Parece que estão a fazer uma "pouca vergonha" com os dedos esticados... De calções e penteado esquisito, hummmm... muito estranho... Muito estranho...

Crise?... Qual crise?...

Digam o que disserem, escrevam o que escreverem, mesmo que não tenha sido a pior participação de Portugal, foi de certeza absoluta, a mais polémica e a que mais "diz que disse" e "desculpem se me contradigo", a que se assistiu. Estou-me a referir, como é evidente, aos Jogos Olímpicos e comitiva portuguesa interveniente. Esta crise de valores desportivos a que assistimos, esteve também, bem patente, nos últimos resultados e igualmente “brilhantes” da selecção de futebol (época Scolari) que, diga-se de passagem, não surpreendem. Tudo isto não passa de um espelho muito bem polido de uma realidade que se está a tornar endémica em Portugal a que poderemos dar o nome de CRISE (lá voltamos ao mesmo tema...).
Vejamos alguns exemplos:
1 – Crise de Valores – É ou não verdade que a nossa geração de jovens (felizmente, nem todos), não tem educação. Em três palavras utilizadas, uma é asneira. Não pedem desculpa se nos dão um encontrão. Ainda nos ofendem se chamamos a atenção para algo errado que fizeram e batem na família e nos professores se for necessário. Esta geração telemóvel (dois pelo menos) está a sofrer na pele, a falta da “Família”. Mas isso implicaria outra discussão filosófica/social.
2 – Crise Familiar – Está subjacente à anterior e não se vêm melhoras. Para sobreviver ou manter um nível de vida acima da média o agregado familiar tem de passar a maior parte do tempo na rua, a trabalhar, relegando para segundo plano esse mesmo agregado, no seu mais precioso conceito, a Família.
3 – Crise de Dinheiro – Os Orçamentos que o Estado português tem apresentado ano após ano (contenção, contenção, contenção…), ficam muito aquém das expectativas e reais necessidades do povo. Esta dura realidade, reflecte-se literalmente nas finanças familiares, como um sistema de bola de neve que esmaga e sufoca, esses mesmos agregados.
4 – Crise na Política – Bem, sobre esta… nem sei por onde começar. Vou ficar por aqui pois haveria tanto para escrever…
5 – Crise energética – Culpam-na do aumento do custo de vida mas para combater esse flagelo, vamos lá “despir” as gravatas. Este exemplo único vem da ONU que pensa poupar 66 mil euros/mês em energia (fonte RTP). Mas continuam a circular em bestiais carros que consomem 25 litros aos 100 Km (esta ideia não é minha mas, quem o disse, esteve bem) estes ONU’S são loucos (diria Asterix) e, digo eu.
6 – Crise na Habitação – Com as Taxas de juro a subir, o patamar de estabilidade das famílias começa a ruir como um castelo de cartas. O efeito dominó é avassalador pois não havendo compradores, não existe escoamento do produto logo, escusa-se de construir mais casas logo, a construção diminui logo, o desemprego nesta área aumenta logo, vai existir uma crise laboral logo, os portugueses têm de ir construir para outros destinos logo, vão para Angola e Brasil logo, o “desordenamento” urbanístico vai de férias para outras paragens logo, Portugal fica mais rico… Urbanisticamente falando, há males que vêm por bem.
7 – Crise na Educação – A polémica está instalada. Quem nasceu primeiro, foi o ovo ou a galinha. O mesmo é dizer: De quem é a culpa?... Das políticas ou dos agentes intervenientes. Bem vistas as coisas, se calhar é de ambos. Ou seja, junta-se a fome com a vontade de comer e cada um puxa a brasa à sua sardinha. Ora aqui estão os ditados populares ao serviço da educação.
8 – Crise nos Transportes – Endividados, caros, com Administrações que deixam muito a desejar e mesmo assim, Portugal quer mostrar ao Mundo que tem condições para TGV’S milionários, Aeroportos “Topo de Gama” e Pontes, muitas pontes é que está a dar (não entendo esta obsessão por pontes, isso pega-se?...).
Explanei 8 (oito) casos de Crise o que me leva a escrever que em Portugal, estamos feitos num OITO. Resta-me a consolação que os nossos dirigentes políticos ao lerem estas palavras, vão ter uma grande Crise de Nervos, ou não.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3822 - 2008-09-05
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-08-31
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - Rua Dr. Joaquim Jacinto (lado nascente)

FOTO DA SEMANA

Legenda: Afinal os Ligeiros de Mercadorias, também têm direito a estacionamento...
Fotografia de Joaquim Francisco em 2008-08-03 - Tomar

Afinal o que é que se passa ?

Quando regressei de férias com a família, fui dar uma volta pela nossa Cidade (Tomar) e “eis senão quando”, fui assaltado por um estranho pensamento: – Será que vão filmar em Tomar alguma parte do filme “Batman e Charada em terras Templárias” (com o Jim Carrey no papel do Charada e no Papel de Batman…). Bem… continuando. Não resisti à tentação de fotografar um dos ? que se encontram, realmente em lugares, diria que, estratégicos e que “Para bom entendedor, meia palavra basta”. Veja-se a Fotografia 1 ? Já foi falado e escrito muitas vezes e por muitos, a degradação a que foram votados alguns imóveis na nossa Cidade. E que ricas fotografias eles facultam. Quais “Tesourinhos Deprimentes” e históricos do nosso típico casario. Mas há mais. Reparem na Fotografia 2 ? Que bela colecção de Papel de Parede. Última moda Outono – Inverno 2008, Made in Tomar. De quem é a culpa, não sei. Mas que “Tão ladrão é o que rouba, como o que fica cá fora a roubar”, é uma verdade que a Sabedoria Popular, não se cansa de repetir, quando necessário. E neste caso, é necessário. Que rica pintura esta imagem dava, numa qualquer Galeria de Arte Contemporânea. Com todo o devido respeito pela Pintura e consequentemente pela Galeria. Será que ninguém acha isto indecente e feio, ninguém com responsabilidade governativa cá de Tomar, pois… Gostava de saber se os Tomarenses adoravam ver as paredes da Câmara Municipal da nossa cidade, assim, como se pode ver na Fotografia 3 ? Não, pois não… Na minha modesta opinião, já vai sendo tempo de alguém se responsabilizar por todas, mas mesmo todas estas situações, chamar-lhe-ia “aberrantes”, mas será um termo forte (ou não). Tomar que se chama a si própria e bem, Cidade Jardim, não se pode dar ao luxo de apresentar, aos seus Moradores e Turistas, retratos que envergonham qualquer pessoa que tenha o mínimo de bom senso (digo eu). Deixo assim, aqui, o alerta às nossas autoridades e governantes: – Ajudem a evitar os ? Cuidem de Tomar, Cidade Jardim, se faz favor e obrigado.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3819 de 2008-08-08
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-08-03

Condução com Atenção

Com as férias a decorrer, nunca é demais, na minha perspectiva, chamar a atenção aos nossos concidadãos, sobre os cuidados a ter durante o respectivo tempo de descanso, ao volante do seu automóvel ou mota. A primeira coisa a reter é a de mandar fazer uma pequena revisão ao veículo, nomeadamente: Pneus, luzes, e níveis dos líquidos necessários ao bom funcionamento da viatura. Ter atenção ao peso que o veículo transporta. Carga a mais altera o comportamento do mesmo, numa travagem, por exemplo. Faça uma lista dos objectos e roupa que pensa vir a precisar e com antecedência. Vá aumentando a relação conforme se vai lembrando. Note que uma lista bem feita evita excessos de bagagem. Chame-lhe a OPI – Objectos Pessoais Identificados. Em viagem, não fale ao telemóvel, tente manter um tema de conversa com o grupo que o acompanha, sem, como condutor que é, se envolver muito (para não adormecer mas manter a atenção na estrada). Não escolha as horas de maior calor, evitando assim o sono e a fadiga desnecessários. Se no entanto o trajecto decorrer debaixo de algum calor, ingira água com frequência pois esta vai ser essencial ao seu organismo (não esqueça, água. Qualquer outro tipo de bebida, de certeza que não o vai ajudar). Lembro que a utilização do Ar Condicionado, só deverá ocorrer como ultimo recurso pois a sua utilização faz aumentar o consumo de combustível em cerca de 20%. Mantenha uma velocidade, o mais uniforme possível, evitando as excessivas. Sempre que possível, trave com a caixa de velocidades e com suavidade. Manter uma distância de segurança para com o veículo que circula à sua frente, dando assim tempo para reagir e evitar travagens bruscas. Por fim, as ultrapassagens e mudanças de direcção. Muita atenção ao executar essas manobras: Piscas, espelhos retrovisores, sinais de trânsito e a atenção do condutor, devem ser utilizados prioritariamente em prol da segurança rodoviária. Se seguir estas recomendações, economizará combustível, terá menor desgaste no seu automóvel ao nível de motor e peças, maior conforto na condução, Boas Férias e Bom Regresso a Casa.
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-07-27
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3817 - 2008-08-01

FOTO DA SEMANA

E aqui irá “nascer” um dia, a minha Estátua, como símbolo do meu contributo (?) a esta Cidade de Tomar.
Foto: Jornal Cidade de Tomar

O Dinheiro não é a 1.ª coisa do Mundo mas está muito acima da 2.ª

A frase escolhida para título deste artigo reflecte bem o lugar que o dinheiro ocupa, na vida e quotidiano da nossa civilização. Nada se faz hoje em dia sem que o dito avance, como complemento e términos de actos de compra, transacção ou negócio. Certo é que o dinheiro está muito, muito caro. Tão caro que ajuda o índice de endividamento dos portugueses a rondar os 120 mil milhões de Euros, em que 98 milhões estão relacionados com o crédito à habitação. Com a Taxa Euribor (taxa de juro de referência) a disparar para valores que rondam os 5%, as contas (empréstimos) cujo pagamento era suportável de pagar há dois ou três anos atrás, estão agora de tal maneira elevadas que se tornam difíceis de saldar, originando um crescente desespero no ceio dos agregados familiares. Usando como exemplo, uma família que tenha um rendimento de 1.000,00 € por mês, a mesma, está a gastar mais 290,00 € para fazer face aos gastos a suportar. Ou seja, teriam que auferir por mês 1.290,00 € para conseguir (sobreviver) enfrentar o dia a dia, mas, na realidade só estão a ganhar 1.000,00 €. È evidente que esta situação é insustentável. O Governo, nomeadamente o Primeiro Ministro Sócrates, já anunciou medidas sociais cuja implementação, irá acalmar a crise de DCC “diabetes crónicos da carteira” ou SIDA “sintoma de insuficiência de dinheiro na algibeira”. Considero-as no entanto, tão avulsas e insípidas que na prática, em nada vão ajudar (digo eu). São elas: - Criação de linhas de crédito para PME (mais endividamento?). Acelerar o acesso aos Fundos Comunitários. Pagamento (reembolso) mais rápido do IVA. Pagamento mais rápido aos fornecedores. Nos particulares: - Aumento do Abono de Família. Congelamento do preço dos Passes Sociais (esta medida é só para Lisboa e Porto o que quer dizer que o resto do País está a pagar para eles andarem mais barato de transportes públicos. Isto porque o Estado acaba por abonar às transportadoras, o valor que não aumentaram). Aumentar as deduções fiscais no IRS no Crédito à Habitação, nos escalões mais baixos. Reduzir o IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis (será que as Câmaras vão nessa conversa?...). Conforme já referi, não acredito que tais medidas venham a produzir efeitos positivos. Limitam-se a traduzir uma forma desesperada de remendar o buraco em que a nossa economia está metida. O buraco da Expo 98 que ainda se está a pagar (sabiam disso), mais recentemente o buraco dos 10 Estádios de Futebol Euro 2004, que ainda estou a ajudar a pagar (meu rico dinheirinho). Para finalizar, mais buracos (dívidas) virão: O belo do TGV e o sublime Aeroporto (lá se vai o nosso dinheiro, o pequeno resto). Concluindo, continuem a apertar o cinto e mandem fazer mais buracos (no cinto, pois os outros lá estarão os Governos para os fazer) pois sinto que a coisa se vai manter por muitos e longos anos.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3814 de 2008-07-11
Por: Joaquim Francisco - Tomar 2008-07-06

Encontro Convívio de Técnicos de Resgate

Realizou-se no dia 22 de Junho (Domingo) na Nazaré, um Encontro Convívio de Técnicos de Resgate, sendo o evento caracterizado por uma actividade de Rapel e Escalada praticados no Sítio da Nazaré. Fazendo a Corporação de Bombeiros da Nazaré, as honras da casa, os mesmos prestaram todo o auxílio logístico, apoio na preparação do espaço da actividade (foi preparado um perímetro de segurança em que não entravam turistas) e não menos importante, a confecção do “Almoço Convívio”. Contando com a participação de membros de Corporações de Bombeiros (Nazaré, Pontinha, Cascais e Torres Novas) e Associações de Espeleologia (Óbidos e Tomar), ao todo eram 25 participantes, todos eles com vontade de descer os 40 metros de corda que foi preparada a partir da grande pedra “suspensa”, que se encontra do lado direito (virada para a praia) no Miradouro do Sítio. De salientar que a subida era realizada na outra, do lado esquerdo, e que está murada. Esta experiência reveste-se de grande importância e única, pois é rara a participação de elementos de “fora da Nazaré” na descida do paredão do Sítio. A Equipa de Resgate dos Bombeiros da Nazaré, pratica frequentemente nesta escarpa pois, infelizmente, os suicídios sucedem naquela área, o que obriga aliar uma intervenção de socorro a uma de grande perícia na prática de descida e subida com e em cordas. Como já tinha sido referido, a Sapiens – Associação de Protecção Divulgação do Património Cultural de Tomar, fez-se representar por 2 elementos: Joaquim Francisco (Tomar - na Foto: Capacete Amarelo)e Joel Vieira (Ourém)
que como não podia deixar de ser, estiveram à “altura” do evento. Uma palavra de agradecimento para Ricardino Oliveira, mentor e principal organizador do evento (fez também as spitagens e amarrações com o Ulisses), Capitania do Porto da Nazaré e ao Comando dos Bombeiros da Nazaré. Para o ano, se tudo correr bem, há mais.

Fotografia do Grupo Participante

In Jornal Cidade de Tomar - N.º 3813 de 2008-07-04

In Jornal Notícias de Ourém - N.º 3682 de 2008-07-04

Por: Joaquim Francisco - 2008-06-27

Aponte a Ponte como ponte para Impostos

Depois de ler a notícia que referenciava, a descoberta de 620 Esqueletos que as escavações arqueológicas trouxeram à luz do dia, achei que era altura de voltar a esta temática tão querida dos Tomarenses (A Ponte), apresentando duas formas de abordar o assunto: A humorística e a séria. Penso que estes dois aspectos da vida se complementam, na medida em que até “a brincar, a brincar, se vão dizendo umas verdades”. Vamos ao que interessa, parte humorística: Ressuscitei a minha fonte fidedigna, secreta e infiltrada na Edilidade Tomarense (quão esqueleto das escavações), com o intuito de, ter o privilégio, de possuir um exemplar do Edital Camarário, igual ao que o Sr. Presidente segura na mão (ver foto) e ela (fonte secreta e infiltrada) prontamente me arranjou um.

(Foto original gentilmente cedida por Jornal Cidade Tomar – Edição N.º 3810 de 13-06-2008 – Pág. 7 Actualidades)


Este Edital, como se pode ver (em formato ampliado), enaltece a originalidade de impostos que o meu imaginário sempre profetizou.

Refiro-me concretamente ao Imposto Pedestre. Nunca utilizado até agora, Tomar inscreve assim o seu nome nos anais da singularidade e torna-se pioneira na criação de receita extraordinária, tão necessária nos tempos que correm (digo eu). Os valores arrancados (perdão) arrecadados, vão direitinhos aos cofres camarários e a verba vai ser utilizada, posteriormente, para amortizar as despesas (vulgo derrapagens) que se foram acumulando, especificamente, tempo de espera para pesquisa arqueológica – 640 esqueletos (porque tempo é dinheiro); Pagamento à Comissão que se vai debruçar (espero que não caia ao rio) sobre o nome a dar à dita Ponte (chamaram para ajudar, o meu amigo Mário Cobra?...); Ajudar a pagar o deck para esplanadas suspenso sobre o rio (por ser considerado artigo de luxo) e finalmente uma despesa (*) que vou referir mais à frente (parte séria). Para concluir este trecho “hilariante” (ou não), só me resta observar o seguinte: - Esta nova Ponte sobre o Rio Nabão está para o Sr. Eng. António Paiva, como o Tratado de Lisboa está para o Sr. Eng. José Sócrates “…fundamental para a minha carreira política…”. Diria que é um “marco histórico” na carreira política de um e uma “ponte que faz história” na do outro. Resultado final 1-1 e ambos Eng. (que coincidência).

Bom, a parte séria: Venho questionar publicamente a Autarquia Tomarense, sobre o Estudo de Impacto Ambiental que foi feito (ou não), na área circundante à Igreja de Santa Maria dos Olivais e Torre fronteira. Não tenho ideia de ter lido nada a esse respeito. Uma análise aprofundada serviria para dar a conhecer, o impacto negativo que o aumento de tráfego produziria na pedra destes Monumentos. Contactada a Sapiens – Associação de Protecção Divulgação do Património Cultural, seus técnicos concordam que com o aumento de CO2 (Dióxido de Carbono) naquela zona, proveniente do gás expelido pelos escapes dos automóveis, a probabilidade da degradação da pedra aumentar, lenta e assustadoramente, é uma realidade. O tráfego automóvel vai aumentar quatro ou cinco vezes mais o que vai originar um impacto ambiental negativo, colateral e irreversível. É aqui que entram os Impostos que vão ser criados (parte humorística), vão também (*) financiar os restauros dos Monumentos lesados (interessante ideia, mas, era a brincar). Num futuro longínquo, vai ser necessário muito dinheiro para reparar a nossa Igreja e Torre. Dinheiro que como se sabe presentemente, escasseia. Pois é, a brincar, a brincar, pergunto: - Pensaram por acaso nisto?...

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3812 de 2008-06-27

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-16

FOTO DA (CASA) SEMANA


A perguntas que se impõem formular (tantas quanto...):

1- Vende-se a casa 5 (cinco) vezes, ou só uma?...

2- A quem se telefona?...

3- Vai mais uma Placa, óh freguês?...

4- Em quanto é que me vai ficar a conta telefónica?...

5- Vai abandonar o país ou mudar de casa?...

Bem... Isto é que vai uma crise.

Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar, 2008-06-12

Alternativa aos Combustíveis e Alternativas

Ao preço a que estão os combustíveis, o Povo Português tem que começar a ser inventivo e criar alternativas mais ao menos viáveis, tendo em vista poupar uns valentes cobres. Aproveitando a recente compra do modelo 2 CV, pelo valor de 6.500,00 Euros, demonstrarei através de 3 (três) exemplos, vantagens e desvantagens, da sua utilização.
Modelo: Auto-Euro2008
Legislação – Não existe. Impostos – Taxa IVA 20%.
Quantidade de Pessoas – 3 (1 a empurrar e 2 a rodar as bolas – duas fileiras de bolas, uma do lado esquerdo e outra do lado direito do veículo).
Vantagens – Poupança na compra de pneus. Não paga Eco-Valor. Prática de exercício físico.
Desvantagens – Utilização de três pessoas (1 é pouco, 2 é bom, 3 é demais).
Velocidade – Lenta.
Nota: Este veículo é o modelo mais desportivo e saudável que circula nas estradas de Portugal e arredores. Basta ver que alia a poupança de combustível ao salutar exercício físico. Testes efectuados às bolas, demonstraram que todas as marcas conhecidas rolam bem, mesmo feitas em Taiwan. A bola de marca Ball’s comprada na loja de Chineses, revelou-se a melhor na relação preço/qualidade e é fabricada na UE.

Modelo: Auto-2 CV Eléctri
Legislação – Toda a inerente à Electricidade Nacional. Impostos: Taxa IVA 5% mais Taxa Audiovisual.
Quantidade de Pessoas – 1 é pouco 2 é bom.
Vantagens – Energia não poluente (As baterias são recicláveis)
Desvantagens – O peso das ditas.
Velocidade – Média.
Nota: Uma boa utilização das baterias e sua manutenção são o segredo do sucesso desta alternativa. Ter muito cuidado e atenção, com a possível “cartelização” de preços, por parte dos fabricantes de baterias.


Modelo: Auto-Tintol_PT
Legislação – Relativa aos produtos Vinícolas/Alcoólicos (vinhos, aguardente, brandy, etc. e dos rascas para ser barato, martelados de preferência). Impostos (idem)
Quantidade de Pessoas – 4 e um baralho de cartas.
Vantagens – Abastecimento em Tabernas, Mercearias, Lojas de Conveniência, Supermercados e Adegas cooperativas. A abundância deste produto no nosso País, torna-nos auto-suficientes e até grandes exportadores (do martelado e rasca).
Desvantagens – O slogan “Se conduzir não beba”, as multas injustificadas (só com o cheiro…), as quotas impostas por Bruxelas.
Velocidade – Ui… Alta.
Nota: Nunca utilizar Cervejola por causa da espuma que provoca. Os principais concorrentes são a Espanha e a França.

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3811 de 2008-06-20

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-10

SORRIA ESTÁ A SER GAMADO...

Nota: (A imagem aqui representada foi adaptada por J. Franc., nomeadamente a agulheta a fazer de D)A frase que circula na internet “Sorria está a ser Gamado” (ver links), reveste-se, através de um simples desenho, de uma grande exactidão e, verdade seja dita, a realidade do dia a dia, parece demonstrar que o G de GALP, não está a ser nada mal utilizado.
Chamada a intervir nesta grande polémica, a Autoridade da Concorrência concluiu que não há “cartelização” (ver links) de preços (claro como água, Elas eram incapazes de uma coisa dessas), pondo assim um ponto final à terrível suspeição que trespassava a fantasia do Povo Português, ficando este com a fama, ainda por cima de: Mentiroso, malandro, pobre e mal agradecido, (ou não).
Esta mania de denegrir a imagem alheia (principalmente daqueles que mantém o monopólio dos combustíveis em Portugal), deveria encher de vergonha os cidadãos que o fazem (denegrir, claro…). Inclui-se neste conjunto a “Oposição” ao Governo, a Anarec – Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis e algumas figuras representativas e conhecedoras da Economia Nacional, pelos vistos, também eles: Mentirosos, malandros, pobres e mal agradecidos, (ou não).
Onde já se viu, manchar o bom nome de uma Empresa que tanto tem “dado e contribuído”, com muito amor e carinho, para/e em Portugal, e Finanças e Arredores (Brasil) e para os Jogadores da Selecção, para o Mister e para o Autocarro deles (e para mim, nada?… Estou a ter tanto trabalho a escrever).
A ser verdade, exemplos de solidariedade, não faltam. Vejam-se algumas notícias que correm por ai:
Se lembrar-mos a situação contratual do ex Director-Geral dos Impostos (Estado), Sr. Paulo Macedo, com 23.000 euros por mês, então a situação na GALP até está muito, muito bem, diria eu.
A média de ordenados dos Gestores portugueses ronda os 34.000 euros por mês (482.000 euros anuais), coisa pouca comparada com o ordenado mínimo nacional, que como se sabe está muito acima (para baixo) da média europeia 426,5 euros (600 euros em Espanha). E ainda dizem que estamos em crise. Portugal tem muito dinheiro, está é muito (mal) dividido.
Escusam de acusar o Governo porque este, não pode fazer nada. São contingências de uma economia de mercado livre em que o “grande capital” (desinteressado como sempre) manda e os Governos amocham, VIVA O NEOLIBERALISMO.
Por tudo isto, cada vez gosto mais da frase: “Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão” (Eça de Queiroz).
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3810 de 2008-06-13
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-04

Igreja de S. João Serve de Baliza à População

Bola mole em pedra dura, tanto bate, até que fura, é a frase que descreve bem o que se está a passar na porta e arco lateral da nossa Igreja de S. João, na Praça da República.
Passo a explicar: - A Associação Sapiens de Tomar e Tomarenses frequentadores do espaço, que é a Praça da República, chamam a atenção para o ATENTADO AO PATRIMÓNIO que está a ser perpetrado à Porta da Igreja de S. João Baptista e respectiva Arcada de Pedra circundante.
Esta agressão, camuflada por “simples e inocentes” jogos de futebol, revela-se preocupante, em virtude da principal interveniente, a BOLA, embater inúmeras e repetidas vezes contra a porta e a pedra.
Portas de madeira há muitas e recuperáveis (digo eu) mas a PEDRA da Igreja, histórica, centenária e arquitectónica, bem podia ser poupada e estar livre de choques, batidas e pancadas danificadoras. Bem basta a corrosão provocada pela dejecção pombalina (vulgo cocó).
As entidades policiais, camarárias, paroquiais e culturais nunca foram alertadas para a situação??... Pois chegou a hora de fazerem alguma coisa. O alerta está dado.
As inocentes brincadeiras (jogos de bola) das inocentes crianças, no largo fronteiro à Igreja de S. João, até podem ocorrer e verificar-se mas, não usar como baliza a Porta e respectivo umbral de Pedra.
Aproveito para alertar, também, os progenitores “não inocentes” (se presentes, nada têm dito ou fazem, se ausentes, pior ainda) que deixem-nos brincar e jogar à bola mas, com limites e sem prejudicar o Património Arquitectónico que existe na Praça.
Espero que todos juntos, possamos contribuir para a não degradação dos espaços lúdicos e culturais da nossa Cidade e que a Comunidade e Associações, continuem a alertar para situações nefastas e prejudiciais.
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In Jornal Cidade de Tomar N.º 3809 de 2008-06-06
Por: Joaquim Francisco e Sapiens-Associação de Protecção e Divulgação do Património Cultural - Tomar 2008-05-26

Paga e Paga e Companhia Lda.

A Lei é bem clara, proíbe fumar dentro dos transportes e a multa para os fumadores que violem a proibição vai de 50 a 750 €. Assim, o nosso 1.º Ministro José e Ministro da Economia Manuel, VÃO TER DE PAGAR, ou não?...
Esta ideia de “PAGAR” vem muito a propósito pois a situação do Povo Português, em relação a pagamentos, deixa muito a desejar, tal é a situação catastrófica em que se encontra.
Endividado como está, até à ponta dos cabelos, muito por culpa das Instituições Bancárias que seduzem os seus clientes com o “Belo do Cartão Gold, com crédito de X mil euros e pague só ao fim de 28 dias”, em conjunto com as empresas “Crédi-paga-o-que-deves” que "são mais que as mães" e especialistas em aliciar, através dos órgãos de informação, muito dinheiro em suaves pagamentos, já não sabe para onde se virar.
Mas, o pior é que ele (o pilim), não estica. Muitas famílias vêm-se envolvidas em situações dramáticas, de difícil resolução e com o sistema de bola de neve a esmagar qualquer tentativa de sair do problema, que consiste em falta de liquidez para pagar as contas.
A pensar nisso, as Instituições prestadoras de cuidados médicos (veja-se a carta recebida por um utente), já começaram a trabalhar o texto das suas missivas, no sentido de despertar para a realidade, a carteira dos seus doentes, inspirados em (só pode) provérbios populares (exemplos: Quem avisa teu amigo é ou Homem prevenido vale por dois ou Dá o que podes e a mais não serás obrigado ou Paga e não bufas, etc.).
Dando seguimento a este digno e nobre exemplo, vamos todos exigir que se comece a implementar "pré-pagamento" em tudo, mas mesmo tudo, até nestes casos:
– Primeiro pagas, depois eu trabalho em conformidade.
– Primeiro dás-me o reembolso, depois eu desconto o IRS de acordo com o respectivo valor.
Estamos no bom caminho. É que ao menos assim não há chatices, dívidas e a costumeira dor de cabeça dos portugueses: – Falta de Dinheiro.
E, já agora, escusam de ir para uma consulta médica se não tiverem dinheiro.
Não há fiado para ninguém. Bem, alguns continuam a não pagar. Pagamos nós por eles???...(Digo eu)
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3808 de 30-05-2008
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-05-18

Revisão do Código Laboral. Quem vai ficar Mal?

A discussão está na mesa. O Governo e os Parceiros Sociais encetaram reuniões para debater as alterações ao Código do Trabalho (C. T.). As principais mudanças e que nutrem mais polémica, firmam-se na: Maior flexibilidade de horário de trabalho nas empresas (criação de Banco de Horas). Facilitação dos despedimentos (possibilidade de despedir um trabalhador por inadaptação). Luta contra os falsos Recibos Verdes (o empregador que exagerar na utilização deste sistema de contratação, vai ver a taxa da Contribuição Social, agravada).
Presentemente é possível utilizar a flexibilidade de horários, ainda assim, esta estratégia não é muito utilizada. A grande aposta, é com este C. T., implementar e regular, entre outras medidas, o Banco de Horas (beneficia uma empresa que necessite, por contingência de serviço, alargar pontualmente o horário de trabalho. Em consonância com o trabalhador e ou, mediante pré-aviso, amplia o horário normal de trabalho, compensando as horas feitas a mais, a posteriori). Na minha opinião, esta reforma poderá originar conflitos de interesses, ao nível do não pagamento de Horas Extraordinárias e do abuso sistemático do não preenchimento de postos de trabalho, pois as empresas poderão “tapar” ininterruptamente a falta de pessoal, utilizando os seus trabalhadores (ver Figura).
Quanto ao tema da simplificação nos despedimentos, preocupa-me particularmente o surgimento da palavra inadaptação (desajustamento). O conceito é de tal modo relativo e reveste-se de tamanha ambiguidade que somos obrigados a arrastar a discussão para o nível filosófico, económico e social. A subjectividade da ideia, pode apadrinhar despedimentos “sem justa causa”, camuflados com a “falta de jeito” do empregado quando afinal, a real situação, será a “má vontade” demonstrada, por parte do empregador.
No que concerne aos Recibos Verdes, a proposta de alteração, vai no sentido de agravar a Prestação Social da Entidade Empregadora, como forma de penalizar a sua rotineira utilização deste tipo de contrato laboral. A fronteira entre falso e o real Recibo Verde, também não está muito bem definida, prevendo-se que vai assim, por esse motivo, pagar o justo pelo pecador. Para “compor o ramalhete”, temos o próprio Estado a ser o maior empregador, com este modelo de “contrato”. Como vai o Governo “descalçar esta bota”?...
Utilizando uma das minhas frases favoritas: “O tempo o dirá”. Considero no entanto que, à imagem e semelhança do que agora sucede, os atropelos e as injustiças persistirão. Não se irá “salvar o ano repleto de prazer intelectual” (como disse alguém ligado ao estudo deste processo de C. T. e do Livro Branco) e o País não se desenvolverá à conta das referidas alterações e revisões. Continuaremos a ter falta de uma coisa, que o Estado teima em negligenciar: FISCALIZAÇÃO. Por enquanto, vamos ter de esperar, para ver.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3807 - 23-05-2008
Por: Joaquim Francisco - Tomar 2008-05-10

Biocombustíveis e Especulação Abusiva = Crise

A capacidade inventiva e destrutiva do Ser Humano está a provocar desequilíbrios naturais e económicos (estragos) na Mãe Natureza. Depois de explorada, espoliada e vandalizada até à exaustão, vira-se agora o Homem para os recursos agrícolas, na mira de que a sua produção em massa, ajude a reduzir a utilização dos recursos minerais. Vamos deixar de consumir recursos naturais extraídos do interior da Terra e passamos a utilizar os recursos naturais do exterior da Terra (substituímos os combustíveis fósseis como o petróleo e gás, por Álcool da cana de açúcar e Biodisel dos óleos vegetais). É com esta troca de produtos e matérias-primas que começa o problema e a especulação (a outra face perversa e funesta da moeda). O aumento da procura dos óleos vegetais está a originar uma escalada de preços dos cereais (o milho subiu de preço 130%), provocando em simultâneo, a falta dos mesmos no mercado alimentar – terrenos que eram cultivados tradicionalmente com milho, trigo ou cevada, estão agora a ser utilizados para o cultivo de colza, por exemplo. Como se isso não bastasse, o aumento do preço do petróleo é uma realidade que agrava a crise já instaurada.

Não existindo aparentemente ninguém a regular esta situação, era fundamental e urgente uma intervenção decisiva e implacável por parte dos Governos. Se as organizações políticas e comunidades económicas estatais, se organizam para criar barreiras alfandegárias, proteccionismo nos preços, quotas de mercado e leis comerciais específicas, não se entende o porquê de não conseguirem (ou não quererem) se organizar e criar medidas para travar estas actuais especulações mercantilistas. Será porque os intermediários por via das vendas inflacionadas e os Estados por via dos impostos, são finalmente quem mais ganha, com esta degradante situação (pactuando entre si). Esta CRISE, vai provocar um aumento que pode ir até aos 39% no preço dos alimentos e por conta desta situação anómala, quem sai prejudicado é sempre o mesmo: O Consumidor, o Povo (um bem que custe hoje 20,00 €, poderá vir a custar até ao final do ano 28,00 €. Se somarmos todos os gastos de um agregado familiar, temos um aumento de mais 195,00 € por Mês, nas despesas desse agregado). Como todos sabem, e para ajudar os portugueses, a nossa economia é e está muito frágil, com a crise implantada nos mercados internacionais, ainda mais débil vai ficar (Portugal importa 90% dos cereais que consome). Cuidem-se os Portugueses pois esta é a realidade, a nossa realidade. Melhores dias não se prevêem, bem pelo contrário, uma profunda carestia avizinha-se e as consequências serão imprevisíveis (fome no mundo). Preparem-se portanto, para o pior.

Por: Joaquim Francisco Tomar 2008-05-01

Tratado de Lisboa aprovado – O Povo não foi visto, nem achado…

Com os votos a favor de PS, PSD e CDS e os votos contra da restante oposição, o Tratado de Lisboa foi aprovado através de um fácil e básico acto de gestão da Assembleia da República (veja-se uma Iluminura extraída do Tratado).Graças a uma simples mudança de nome, de Constituição Europeia para Tratado Europeu (realmente a língua portuguesa é traiçoeira, espero que o novo Acordo Ortográfico acabe com esta pouca vergonha), o Governo Sócrates conseguiu fugir ao prometido referendo, também pressionado por alguns governos europeus mas principalmente para poupar algum dinheiro na organização desse evento social. Sim… Para quê o referendo?... Não aparece ninguém para votar (digo eu). Polémica ou não esta decisão, o certo é que não foi dado o devido valor ao Documento. Pairou uma nuvem de secretismo exotérico à volta do mesmo, originando o absoluto desconhecimento do seu conteúdo. Para o provar, efectuei um pequeno inquérito com três simples perguntas:Só inquiri 10 pessoas e bastou para ver o grau de esclarecimento do Povo português e a sua sábia interpretação da coisa. Fiquei satisfeito com a disponibilidade demonstrada por todos inquiridos. O meu muito, muito obrigado… Depois passem lá por casa para eu vos entregar o cheque. O próximo inquérito vai ser sobre o índice de popularidade dos Líderes Partidários. Que pena, já não vou poder incluir o Sr. Menezes. Será que a Sra. Manuela vai ganhar?... Mulheres ao Poder… Mulheres… Mulheres… Mulheres… Voltando ao índice de popularidade, espero que o referido inquérito corra melhor, até porque a popularidade dos Líderes está muito elevada (ou não).
Errata: Onde se lê Reverendo deve ler-se Referendo (por este facto peço as minhas sinceras desculpas – o teclado é tramado, quem mandou por a tecla do V de Vitória ao pé do F de Fé?...).
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3804 - 2008-05-02
Por: Joaquim Francisco - Tomar 2008-04-25