Quem sou:
- Joaquim Francisco
- Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα
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►
2016
(2)
- ► Agosto 2016 (2)
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►
2015
(4)
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- ► Janeiro 2015 (1)
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(5)
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►
2013
(1)
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2012
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- ► Abril 2012 (2)
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- ► Janeiro 2012 (1)
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►
2011
(20)
- ► Dezembro 2011 (1)
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- ► Outubro 2011 (2)
- ► Setembro 2011 (2)
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- ► Março 2011 (1)
- ► Fevereiro 2011 (4)
- ► Janeiro 2011 (3)
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►
2010
(29)
- ► Dezembro 2010 (2)
- ► Novembro 2010 (3)
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- ► Junho 2010 (2)
- ► Abril 2010 (3)
- ► Março 2010 (5)
- ► Fevereiro 2010 (3)
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►
2009
(54)
- ► Dezembro 2009 (1)
- ► Novembro 2009 (2)
- ► Outubro 2009 (6)
- ► Setembro 2009 (7)
- ► Agosto 2009 (4)
- ► Julho 2009 (6)
- ► Junho 2009 (3)
- ► Abril 2009 (5)
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- ► Fevereiro 2009 (4)
- ► Janeiro 2009 (6)
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►
2008
(54)
- ► Dezembro 2008 (5)
- ► Novembro 2008 (5)
- ► Outubro 2008 (3)
- ► Setembro 2008 (6)
- ► Agosto 2008 (4)
- ► Julho 2008 (4)
- ► Junho 2008 (7)
- ► Abril 2008 (3)
- ► Março 2008 (5)
- ► Fevereiro 2008 (6)
- ► Janeiro 2008 (2)
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►
2007
(38)
- ► Dezembro 2007 (1)
- ► Novembro 2007 (2)
- ► Setembro 2007 (4)
- ► Agosto 2007 (3)
- ► Abril 2007 (2)
- ► Março 2007 (10)
- ► Fevereiro 2007 (14)
A Ponte Mais Nova de Tomar…
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FOTO DA SEMANA
Os maus vivem para comer e beber. Enquanto isso, os bons comem e bebem para viver. (Sócrates)
Foto: Joaquim Francisco - Com o desejo de que toda a população mundial, um dia, tenha um...
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O Buraco – Parte II

In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3826 de 2008-10-03
Por: Joaquim Francisco - 20o8-09-20
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FOTO DA SEMANA
Não... Não... A fotografia não foi tirada em nenhum país "terceiro mundista". É Portugal, seus Tesouros Arquitectónicos e mais representativo visual.
Fotografia: Joaquim Francisco - Porto - 2008-09-08
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A Reentré Política em Portugal

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Portal do Cidadão:
http://www.portaldocidadao.pt/
Telefone: 707 24 11 07
Portal da Justiça:
http://www.mj.gov.pt/sections/home
Portal do Governo:
http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT
Página Oficial da Presidência da República:
http://www.presidencia.pt/
Associação de Municípios:
http://www.anmp.pt/
Associação de Consumidores de Portugal:
http://acop.planetaclix.pt/
DECO – PROTESTE:
http://www.deco.proteste.pt/
Livro Amarelo na Net:
http://www.livroamarelo.net/
Entidade Reguladora da Saúde:
http://www.ers.pt/
Autoridade Nacional das Comunicações:
http://www.icp.pt/
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3824 de 2008-09-19
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-09-12
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FOTO DA SEMANA
Os novíssimos Marcos de Correio específicos para o Correio Político
Foto: Joaquim Francisco - 2008-09-04
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A Violenta Violência
Não tenhamos ilusões, este surto violento é o culminar de uma situação crítica, em que a nossa sociedade se encontra e que tenho vindo a opinar, alertar e retratar neste Jornal.
As diversas políticas educativas, judiciais, laborais e sociais, associadas a uma economia de mercado que enaltece o consumismo exacerbado, em prol de um grande desenvolvimento económico (mas só para alguns), originam o repúdio de uma minoria que se sente no direito de também o querer TER. É o mesmo que dizer que os que nada têm, se estão a organizar com o intuito de poder vir a ter.
Choca observar que a maneira fácil de o conseguir é utilizando a violência, nos moldes difundidos diariamente nos jornais e telejornais.
O actual e futuros Governos, vão ter a espinhosa missão de, cada vez mais, desenvolver programas que envolvam as áreas educativas, laborais e sociais, no sentido de aproximar cultural e monetariamente as várias classes sociais do nosso País.
Será utopia?... Penso que não, tem é de existir vontade política, uma grande concertação de ideias entre os diversos parceiros políticos que, até agora, não se têm entendido e se culpam uns aos outros, dando origem, na maioria das vezes, ao facilitismo e medidas populistas.
Podem colocar na rua mais polícias, podem gastar mais dinheiro em segurança, podem mudar as leis, até podem surgir mais empresas de segurança privada a operar nas ruas mas, estas medidas por si só, não vão fazer baixar a estatística da violência.
As cidades são muito grandes. Não pode estar um Guarda em cada Banco, numa Loja dos CTT, numa Bomba de Gasolina, Caixa Multibanco, Ourivesaria, ao lado de um Carro, na Garagem de Prédio, num Bairro para onde foram despejadas pessoas e em simultâneo, ao lado do Cidadão comum que se passeia em qualquer avenida do nosso País.
Repito e concluo, sem medidas de fundo, bem estruturadas e com uma forte componente social, não se vai conseguir inverter esta tendência de agravamento da violenta violência.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3823 - 2008-09-12
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-09-04
Fotografia: Joaquim Francisco - 2008-09-04
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Cartaz da Semana...

Reparem aonde o "rapazinho" de camisola amarela tem a sua mão direita (até põe a língua de fora...). Desgraçado "camisola azul", até "vê estrelas"... digo eu... E, para ajudar à festa, o que é que o de camisola vermelha está a fazer com a mão direita alçada, tal como o de camisola verde (de costas). Os braços no ar são só para despistar?????... ou não. Parece que estão a fazer uma "pouca vergonha" com os dedos esticados... De calções e penteado esquisito, hummmm... muito estranho... Muito estranho...
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Crise?... Qual crise?...
Vejamos alguns exemplos:
1 – Crise de Valores – É ou não verdade que a nossa geração de jovens (felizmente, nem todos), não tem educação. Em três palavras utilizadas, uma é asneira. Não pedem desculpa se nos dão um encontrão. Ainda nos ofendem se chamamos a atenção para algo errado que fizeram e batem na família e nos professores se for necessário. Esta geração telemóvel (dois pelo menos) está a sofrer na pele, a falta da “Família”. Mas isso implicaria outra discussão filosófica/social.
2 – Crise Familiar – Está subjacente à anterior e não se vêm melhoras. Para sobreviver ou manter um nível de vida acima da média o agregado familiar tem de passar a maior parte do tempo na rua, a trabalhar, relegando para segundo plano esse mesmo agregado, no seu mais precioso conceito, a Família.
3 – Crise de Dinheiro – Os Orçamentos que o Estado português tem apresentado ano após ano (contenção, contenção, contenção…), ficam muito aquém das expectativas e reais necessidades do povo. Esta dura realidade, reflecte-se literalmente nas finanças familiares, como um sistema de bola de neve que esmaga e sufoca, esses mesmos agregados.
4 – Crise na Política – Bem, sobre esta… nem sei por onde começar. Vou ficar por aqui pois haveria tanto para escrever…
7 – Crise na Educação – A polémica está instalada. Quem nasceu primeiro, foi o ovo ou a galinha. O mesmo é dizer: De quem é a culpa?... Das políticas ou dos agentes intervenientes. Bem vistas as coisas, se calhar é de ambos. Ou seja, junta-se a fome com a vontade de comer e cada um puxa a brasa à sua sardinha. Ora aqui estão os ditados populares ao serviço da educação.
8 – Crise nos Transportes – Endividados, caros, com Administrações que deixam muito a desejar e mesmo assim, Portugal quer mostrar ao Mundo que tem condições para TGV’S milionários, Aeroportos “Topo de Gama” e Pontes, muitas pontes é que está a dar (não entendo esta obsessão por pontes, isso pega-se?...).
Explanei 8 (oito) casos de Crise o que me leva a escrever que em Portugal, estamos feitos num OITO. Resta-me a consolação que os nossos dirigentes políticos ao lerem estas palavras, vão ter uma grande Crise de Nervos, ou não.
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Afinal o que é que se passa ?
Já foi falado e escrito muitas vezes e por muitos, a degradação a que foram votados alguns imóveis na nossa Cidade. E que ricas fotografias eles facultam. Quais “Tesourinhos Deprimentes” e históricos do nosso típico casario. Mas há mais. Reparem na Fotografia 2 ?
Que bela colecção de Papel de Parede. Última moda Outono – Inverno 2008, Made in Tomar. De quem é a culpa, não sei. Mas que “Tão ladrão é o que rouba, como o que fica cá fora a roubar”, é uma verdade que a Sabedoria Popular, não se cansa de repetir, quando necessário. E neste caso, é necessário. Que rica pintura esta imagem dava, numa qualquer Galeria de Arte Contemporânea. Com todo o devido respeito pela Pintura e consequentemente pela Galeria. Será que ninguém acha isto indecente e feio, ninguém com responsabilidade governativa cá de Tomar, pois… Gostava de saber se os Tomarenses adoravam ver as paredes da Câmara Municipal da nossa cidade, assim, como se pode ver na Fotografia 3 ?
Não, pois não… Na minha modesta opinião, já vai sendo tempo de alguém se responsabilizar por todas, mas mesmo todas estas situações, chamar-lhe-ia “aberrantes”, mas será um termo forte (ou não). Tomar que se chama a si própria e bem, Cidade Jardim, não se pode dar ao luxo de apresentar, aos seus Moradores e Turistas, retratos que envergonham qualquer pessoa que tenha o mínimo de bom senso (digo eu). Deixo assim, aqui, o alerta às nossas autoridades e governantes: – Ajudem a evitar os ? Cuidem de Tomar, Cidade Jardim, se faz favor e obrigado.| Reacções: |
Condução com Atenção
Por fim, as ultrapassagens e mudanças de direcção. Muita atenção ao executar essas manobras: Piscas, espelhos retrovisores, sinais de trânsito e a atenção do condutor, devem ser utilizados prioritariamente em prol da segurança rodoviária. Se seguir estas recomendações, economizará combustível, terá menor desgaste no seu automóvel ao nível de motor e peças, maior conforto na condução, Boas Férias e Bom Regresso a Casa.| Reacções: |
FOTO DA SEMANA
E aqui irá “nascer” um dia, a minha Estátua, como símbolo do meu contributo (?) a esta Cidade de Tomar.| Reacções: |
O Dinheiro não é a 1.ª coisa do Mundo mas está muito acima da 2.ª
A frase escolhida para título deste artigo reflecte bem o lugar que o dinheiro ocupa, na vida e quotidiano da nossa civilização. Nada se faz hoje em dia sem que o dito avance, como complemento e términos de actos de compra, transacção ou negócio. Certo é que o dinheiro está muito, muito caro. Tão caro que ajuda o índice de endividamento dos portugueses a rondar os 120 mil milhões de Euros, em que 98 milhões estão relacionados com o crédito à habitação. Com a Taxa Euribor (taxa de juro de referência) a disparar para valores que rondam os 5%, as contas (empréstimos) cujo pagamento era suportável de pagar há dois ou três anos atrás, estão agora de tal maneira elevadas que se tornam difíceis de saldar, originando um crescente desespero no ceio dos agregados familiares. Usando como exemplo, uma família que tenha um rendimento de 1.000,00 € por mês, a mesma, está a gastar mais 290,00 € para fazer face aos gastos a suportar. Ou seja, teriam que auferir por mês 1.290,00 € para conseguir (sobreviver) enfrentar o dia a dia, mas, na realidade só estão a ganhar 1.000,00 €. È evidente que esta situação é insustentável. O Governo, nomeadamente o Primeiro Ministro Sócrates, já anunciou medidas sociais cuja implementação, irá acalmar a crise de DCC “diabetes crónicos da carteira” ou SIDA “sintoma de insuficiência de dinheiro na algibeira”. Considero-as no entanto, tão avulsas e insípidas que na prática, em nada vão ajudar (digo eu). São elas: - Criação de linhas de crédito para PME (mais endividamento?). Acelerar o acesso aos Fundos Comunitários. Pagamento (reembolso) mais rápido do IVA. Pagamento mais rápido aos fornecedores. Nos particulares: - Aumento do Abono de Família. Congelamento do preço dos Passes Sociais (esta medida é só para Lisboa e Porto o que quer dizer que o resto do País está a pagar para eles andarem mais barato de transportes públicos. Isto porque o Estado acaba por abonar às transportadoras, o valor que não aumentaram). Aumentar as deduções fiscais no IRS no Crédito à Habitação, nos escalões mais baixos. Reduzir o IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis (será que as Câmaras vão nessa conversa?...). Conforme já referi, não acredito que tais medidas venham a produzir efeitos positivos. Limitam-se a traduzir uma forma desesperada de remendar o buraco em que a nossa economia está metida. O buraco da Expo 98 que ainda se está a pagar (sabiam disso), mais recentemente o buraco dos 10 Estádios de Futebol Euro 2004, que ainda estou a ajudar a pagar (meu rico dinheirinho). Para finalizar, mais buracos (dívidas) virão: O belo do TGV e o sublime Aeroporto (lá se vai o nosso dinheiro, o pequeno resto). Concluindo, continuem a apertar o cinto e mandem fazer mais buracos (no cinto, pois os outros lá estarão os Governos para os fazer) pois sinto que a coisa se vai manter por muitos e longos anos.| Reacções: |
Encontro Convívio de Técnicos de Resgate
Fotografia do Grupo Participante
In Jornal Cidade de Tomar - N.º 3813 de 2008-07-04
In Jornal Notícias de Ourém - N.º 3682 de 2008-07-04
Por: Joaquim Francisco - 2008-06-27
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Aponte a Ponte como ponte para Impostos
Refiro-me concretamente ao Imposto Pedestre. Nunca utilizado até agora, Tomar inscreve assim o seu nome nos anais da singularidade e torna-se pioneira na criação de receita extraordinária, tão necessária nos tempos que correm (digo eu). Os valores arrancados (perdão) arrecadados, vão direitinhos aos cofres camarários e a verba vai ser utilizada, posteriormente, para amortizar as despesas (vulgo derrapagens) que se foram acumulando, especificamente, tempo de espera para pesquisa arqueológica – 640 esqueletos (porque tempo é dinheiro); Pagamento à Comissão que se vai debruçar (espero que não caia ao rio) sobre o nome a dar à dita Ponte (chamaram para ajudar, o meu amigo Mário Cobra?...); Ajudar a pagar o deck para esplanadas suspenso sobre o rio (por ser considerado artigo de luxo) e finalmente uma despesa (*) que vou referir mais à frente (parte séria). Para concluir este trecho “hilariante” (ou não), só me resta observar o seguinte: - Esta nova Ponte sobre o Rio Nabão está para o Sr. Eng. António Paiva, como o Tratado de Lisboa está para o Sr. Eng. José Sócrates “…fundamental para a minha carreira política…”. Diria que é um “marco histórico” na carreira política de um e uma “ponte que faz história” na do outro. Resultado final 1-1 e ambos Eng. (que coincidência).
Bom, a parte séria: Venho questionar publicamente a Autarquia Tomarense, sobre o Estudo de Impacto Ambiental que foi feito (ou não), na área circundante à Igreja de Santa Maria dos Olivais e Torre fronteira. Não tenho ideia de ter lido nada a esse respeito. Uma análise aprofundada serviria para dar a conhecer, o impacto negativo que o aumento de tráfego produziria na pedra destes Monumentos. Contactada a Sapiens – Associação de Protecção Divulgação do Património Cultural, seus técnicos concordam que com o aumento de CO2 (Dióxido de Carbono) naquela zona, proveniente do gás expelido pelos escapes dos automóveis, a probabilidade da degradação da pedra aumentar, lenta e assustadoramente, é uma realidade. O tráfego automóvel vai aumentar quatro ou cinco vezes mais o que vai originar um impacto ambiental negativo, colateral e irreversível. É aqui que entram os Impostos que vão ser criados (parte humorística), vão também (*) financiar os restauros dos Monumentos lesados (interessante ideia, mas, era a brincar). Num futuro longínquo, vai ser necessário muito dinheiro para reparar a nossa Igreja e Torre. Dinheiro que como se sabe presentemente, escasseia. Pois é, a brincar, a brincar, pergunto: - Pensaram por acaso nisto?...
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3812 de 2008-06-27
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-16
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FOTO DA (CASA) SEMANA
A perguntas que se impõem formular (tantas quanto...):
1- Vende-se a casa 5 (cinco) vezes, ou só uma?...
2- A quem se telefona?...
3- Vai mais uma Placa, óh freguês?...
4- Em quanto é que me vai ficar a conta telefónica?...
5- Vai abandonar o país ou mudar de casa?...
Bem... Isto é que vai uma crise.
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar, 2008-06-12
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Alternativa aos Combustíveis e Alternativas
Ao preço a que estão os combustíveis, o Povo Português tem que começar a ser inventivo e criar alternativas mais ao menos viáveis, tendo em vista poupar uns valentes cobres. Aproveitando a recente compra do modelo 2 CV, pelo valor de 6.500,00 Euros, demonstrarei através de 3 (três) exemplos, vantagens e desvantagens, da sua utilização.Legislação – Não existe. Impostos – Taxa IVA 20%.
Quantidade de Pessoas – 3 (1 a empurrar e 2 a rodar as bolas – duas fileiras de bolas, uma do lado esquerdo e outra do lado direito do veículo).
Vantagens – Poupança na compra de pneus. Não paga Eco-Valor. Prática de exercício físico.
Desvantagens – Utilização de três pessoas (1 é pouco, 2 é bom, 3 é demais).
Velocidade – Lenta.
Modelo: Auto-2 CV EléctriLegislação – Toda a inerente à Electricidade Nacional. Impostos: Taxa IVA 5% mais Taxa Audiovisual.
Quantidade de Pessoas – 1 é pouco 2 é bom.
Vantagens – Energia não poluente (As baterias são recicláveis)
Desvantagens – O peso das ditas.
Velocidade – Média.
Nota: Uma boa utilização das baterias e sua manutenção são o segredo do sucesso desta alternativa. Ter muito cuidado e atenção, com a possível “cartelização” de preços, por parte dos fabricantes de baterias.
Modelo: Auto-Tintol_PT
Legislação – Relativa aos produtos Vinícolas/Alcoólicos (vinhos, aguardente, brandy, etc. e dos rascas para ser barato, martelados de preferência). Impostos (idem)
Quantidade de Pessoas – 4 e um baralho de cartas.
Vantagens – Abastecimento em Tabernas, Mercearias, Lojas de Conveniência, Supermercados e Adegas cooperativas. A abundância deste produto no nosso País, torna-nos auto-suficientes e até grandes exportadores (do martelado e rasca).
Desvantagens – O slogan “Se conduzir não beba”, as multas injustificadas (só com o cheiro…), as quotas impostas por Bruxelas.
Velocidade – Ui… Alta.
Nota: Nunca utilizar Cervejola por causa da espuma que provoca. Os principais concorrentes são a Espanha e a França.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3811 de 2008-06-20
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-10
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