Quem sou:
- Joaquim Francisco
- Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα
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(29)
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2009
(54)
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(54)
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►
2007
(38)
- ► Dezembro 2007 (1)
- ► Novembro 2007 (2)
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Pagar para ter um (novo) Acordo de Empresa?…
O que eu sei é o seguinte: Os CTT Correios aumentaram em 2008 os vencimentos em 2,8% só, repito, só os colegas que assinaram o novo Acordo de Empresa e como se isso não bastasse, receberam 400,00 €, só pelo simples facto de o assinarem. Aqui é que entra a minha reflexão, a minha dúvida, a minha indignação. Vejamos: Aceito um aumento de 2,8%, não aceito que seja só para alguns. Admito até um novo AE mas, não admito que paguem para que ele exista, ou seja, não admito o pagamento de 400,00 € aos colegas, para que assinem (aceitem) o mesmo. O real problema, na minha óptica, surge com esta ideia inaceitável de “comprar” a aceitação do novo Documento. Para mim, a questão do aumento é importante, mas o que me indigna mesmo, são os EUROS. Pergunto: Se o novo AE é bom, para quê comprar o mesmo. Se defende muito os interesses dos trabalhadores, para quê pagar por esses interesses. Se os CTT Correios (Administração), acha que o documento é justo e viável, para quê pagar para… Não entendo a posição dos Sindicatos que aceitaram semelhante posição/situação e assinaram o referido “Acordo”. O que ganharam com ele?… O que lucraram com os 400,00 €?... É esta situação (pagamento) que incita a minha reflexão, a minha dúvida, a minha indignação. Estranho, a situação de pagar para existir um (novo) Acordo de Empresa, bem como receber dinheiro para assinar o mesmo. Só me resta concluir o seguinte: Vou ou, vamos mesmo esperar para ver.
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FOTO DA SEMANA
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Frase do dia:

O aumento das temperaturas, é proporcional ao aumento do odor corporal.
Joaquim Francisco in CTT Tomar
14 de Setembro de 2008
Imagem: www.oamador.com
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A linguagem, na origem da crise…
Assim, leia-se o percurso de uma empresa:Através de uma absorção, o activo de uma empresa sofre uma alanvacagem. O swot e o benchmarking originam uma brainstorming que se transforma numa break-even point se utilizarem um bom business plan. Para evitar um crach há a necessidade de implementar um bom case study para que o seu cash-flow origine um bom cluster e o cross-selling essencial ao downsizing implementado. Sofrendo com o dumping, surgem paralelamente a especulação e a euribor, ambas a contribuir para o arranque de um franchising e fusão antecipada. A nova golden share, aproveita o inside trading e a joint-venture provocada pelo leasing cobrado, obrigando a um marketing-mix e paralelamente originando um mark-up. A compra de merchandising reduz a possibilidade de oligopólio e o offshore pode assim aumentar através do outsourcing. Se a empresa aumentar os seus payout ratio e plow back, pode por sua vez aumentar a pull e a push (análogo a uma boa prime rate) tendo em vista consolidar o rating e o Royalties cobrados. Um bom start-up e spread, melhora o swap e o up-selling dando à empresa um bom e permanente warrant.
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In Jornal Cidade de Tomar - N.º 3833 - 21-11-2008
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FOTO DA SEMANA
Foto: Joaquim Francisco-Jardim do Mouchão-Tomar-2008-10-06
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A Ponte Mais Nova de Tomar…
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FOTO DA SEMANA
Os maus vivem para comer e beber. Enquanto isso, os bons comem e bebem para viver. (Sócrates)
Foto: Joaquim Francisco - Com o desejo de que toda a população mundial, um dia, tenha um...
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O Buraco – Parte II

In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3826 de 2008-10-03
Por: Joaquim Francisco - 20o8-09-20
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FOTO DA SEMANA
Não... Não... A fotografia não foi tirada em nenhum país "terceiro mundista". É Portugal, seus Tesouros Arquitectónicos e mais representativo visual.
Fotografia: Joaquim Francisco - Porto - 2008-09-08
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A Reentré Política em Portugal

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Portal do Cidadão:
http://www.portaldocidadao.pt/
Telefone: 707 24 11 07
Portal da Justiça:
http://www.mj.gov.pt/sections/home
Portal do Governo:
http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT
Página Oficial da Presidência da República:
http://www.presidencia.pt/
Associação de Municípios:
http://www.anmp.pt/
Associação de Consumidores de Portugal:
http://acop.planetaclix.pt/
DECO – PROTESTE:
http://www.deco.proteste.pt/
Livro Amarelo na Net:
http://www.livroamarelo.net/
Entidade Reguladora da Saúde:
http://www.ers.pt/
Autoridade Nacional das Comunicações:
http://www.icp.pt/
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3824 de 2008-09-19
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-09-12
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FOTO DA SEMANA
Os novíssimos Marcos de Correio específicos para o Correio Político
Foto: Joaquim Francisco - 2008-09-04
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A Violenta Violência
Não tenhamos ilusões, este surto violento é o culminar de uma situação crítica, em que a nossa sociedade se encontra e que tenho vindo a opinar, alertar e retratar neste Jornal.
As diversas políticas educativas, judiciais, laborais e sociais, associadas a uma economia de mercado que enaltece o consumismo exacerbado, em prol de um grande desenvolvimento económico (mas só para alguns), originam o repúdio de uma minoria que se sente no direito de também o querer TER. É o mesmo que dizer que os que nada têm, se estão a organizar com o intuito de poder vir a ter.
Choca observar que a maneira fácil de o conseguir é utilizando a violência, nos moldes difundidos diariamente nos jornais e telejornais.
O actual e futuros Governos, vão ter a espinhosa missão de, cada vez mais, desenvolver programas que envolvam as áreas educativas, laborais e sociais, no sentido de aproximar cultural e monetariamente as várias classes sociais do nosso País.
Será utopia?... Penso que não, tem é de existir vontade política, uma grande concertação de ideias entre os diversos parceiros políticos que, até agora, não se têm entendido e se culpam uns aos outros, dando origem, na maioria das vezes, ao facilitismo e medidas populistas.
Podem colocar na rua mais polícias, podem gastar mais dinheiro em segurança, podem mudar as leis, até podem surgir mais empresas de segurança privada a operar nas ruas mas, estas medidas por si só, não vão fazer baixar a estatística da violência.
As cidades são muito grandes. Não pode estar um Guarda em cada Banco, numa Loja dos CTT, numa Bomba de Gasolina, Caixa Multibanco, Ourivesaria, ao lado de um Carro, na Garagem de Prédio, num Bairro para onde foram despejadas pessoas e em simultâneo, ao lado do Cidadão comum que se passeia em qualquer avenida do nosso País.
Repito e concluo, sem medidas de fundo, bem estruturadas e com uma forte componente social, não se vai conseguir inverter esta tendência de agravamento da violenta violência.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3823 - 2008-09-12
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-09-04
Fotografia: Joaquim Francisco - 2008-09-04
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Cartaz da Semana...

Reparem aonde o "rapazinho" de camisola amarela tem a sua mão direita (até põe a língua de fora...). Desgraçado "camisola azul", até "vê estrelas"... digo eu... E, para ajudar à festa, o que é que o de camisola vermelha está a fazer com a mão direita alçada, tal como o de camisola verde (de costas). Os braços no ar são só para despistar?????... ou não. Parece que estão a fazer uma "pouca vergonha" com os dedos esticados... De calções e penteado esquisito, hummmm... muito estranho... Muito estranho...
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Crise?... Qual crise?...
Vejamos alguns exemplos:
1 – Crise de Valores – É ou não verdade que a nossa geração de jovens (felizmente, nem todos), não tem educação. Em três palavras utilizadas, uma é asneira. Não pedem desculpa se nos dão um encontrão. Ainda nos ofendem se chamamos a atenção para algo errado que fizeram e batem na família e nos professores se for necessário. Esta geração telemóvel (dois pelo menos) está a sofrer na pele, a falta da “Família”. Mas isso implicaria outra discussão filosófica/social.
2 – Crise Familiar – Está subjacente à anterior e não se vêm melhoras. Para sobreviver ou manter um nível de vida acima da média o agregado familiar tem de passar a maior parte do tempo na rua, a trabalhar, relegando para segundo plano esse mesmo agregado, no seu mais precioso conceito, a Família.
3 – Crise de Dinheiro – Os Orçamentos que o Estado português tem apresentado ano após ano (contenção, contenção, contenção…), ficam muito aquém das expectativas e reais necessidades do povo. Esta dura realidade, reflecte-se literalmente nas finanças familiares, como um sistema de bola de neve que esmaga e sufoca, esses mesmos agregados.
4 – Crise na Política – Bem, sobre esta… nem sei por onde começar. Vou ficar por aqui pois haveria tanto para escrever…
7 – Crise na Educação – A polémica está instalada. Quem nasceu primeiro, foi o ovo ou a galinha. O mesmo é dizer: De quem é a culpa?... Das políticas ou dos agentes intervenientes. Bem vistas as coisas, se calhar é de ambos. Ou seja, junta-se a fome com a vontade de comer e cada um puxa a brasa à sua sardinha. Ora aqui estão os ditados populares ao serviço da educação.
8 – Crise nos Transportes – Endividados, caros, com Administrações que deixam muito a desejar e mesmo assim, Portugal quer mostrar ao Mundo que tem condições para TGV’S milionários, Aeroportos “Topo de Gama” e Pontes, muitas pontes é que está a dar (não entendo esta obsessão por pontes, isso pega-se?...).
Explanei 8 (oito) casos de Crise o que me leva a escrever que em Portugal, estamos feitos num OITO. Resta-me a consolação que os nossos dirigentes políticos ao lerem estas palavras, vão ter uma grande Crise de Nervos, ou não.
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Afinal o que é que se passa ?
Já foi falado e escrito muitas vezes e por muitos, a degradação a que foram votados alguns imóveis na nossa Cidade. E que ricas fotografias eles facultam. Quais “Tesourinhos Deprimentes” e históricos do nosso típico casario. Mas há mais. Reparem na Fotografia 2 ?
Que bela colecção de Papel de Parede. Última moda Outono – Inverno 2008, Made in Tomar. De quem é a culpa, não sei. Mas que “Tão ladrão é o que rouba, como o que fica cá fora a roubar”, é uma verdade que a Sabedoria Popular, não se cansa de repetir, quando necessário. E neste caso, é necessário. Que rica pintura esta imagem dava, numa qualquer Galeria de Arte Contemporânea. Com todo o devido respeito pela Pintura e consequentemente pela Galeria. Será que ninguém acha isto indecente e feio, ninguém com responsabilidade governativa cá de Tomar, pois… Gostava de saber se os Tomarenses adoravam ver as paredes da Câmara Municipal da nossa cidade, assim, como se pode ver na Fotografia 3 ?
Não, pois não… Na minha modesta opinião, já vai sendo tempo de alguém se responsabilizar por todas, mas mesmo todas estas situações, chamar-lhe-ia “aberrantes”, mas será um termo forte (ou não). Tomar que se chama a si própria e bem, Cidade Jardim, não se pode dar ao luxo de apresentar, aos seus Moradores e Turistas, retratos que envergonham qualquer pessoa que tenha o mínimo de bom senso (digo eu). Deixo assim, aqui, o alerta às nossas autoridades e governantes: – Ajudem a evitar os ? Cuidem de Tomar, Cidade Jardim, se faz favor e obrigado.| Reacções: |
Condução com Atenção
Por fim, as ultrapassagens e mudanças de direcção. Muita atenção ao executar essas manobras: Piscas, espelhos retrovisores, sinais de trânsito e a atenção do condutor, devem ser utilizados prioritariamente em prol da segurança rodoviária. Se seguir estas recomendações, economizará combustível, terá menor desgaste no seu automóvel ao nível de motor e peças, maior conforto na condução, Boas Férias e Bom Regresso a Casa.| Reacções: |




