Esta analogia às melancias, acaba assim por não ser um ataque à oposição, por parte do Chefe do Governo, mas sim um grande elogio. Exactamente, quando todos pensavam que o nosso Primeiro-Ministro estava a atacar os Verdes e a conotá-los com o PCP (vermelhos), afinal estava a elogiar a luta deste Partido pelos valores ecológicos, biológicos e naturais. Daí a comparação, filosoficamente falando, claro. Afinal de contas, vêm ai tempos tão difíceis, tão difíceis e um período eleitoral tão renhido que, não ficava bem a este Governo atacar a nossa “esquerda”. Antes e bem pelo contrário, já que esta ala política, vai ter um papel importante e ser cada vez mais chamada a intervir, contra os atentados do Capitalismo selvagem e do Neo-Liberalismo feroz, os mesmos que estiveram na origem desta mesma crise social e económica que reina na Terra. Bem, voltando à história do “embuste político”, mais uma vez repito que Sócrates não teve o intuito de atacar ou ofender, nunca, “jamé”. Porquê? Simplesmente porque o nosso “Engenheiro”, nunca se poderia pôr a jeito de “levar” com suspeições outra vez (como forma de retaliação). Quem não se lembra do caso da Licenciatura. Terá sido ou existido “embuste”, neste caso? E o caso Freeport em Alcochete, o seu processo de construção terá sido legal e “ecológico”? Pois é, os telhados de vidro são tramados, digo eu.
(*) Ainda bem que não lhes chamou TOMATES. Para quem não sabe, são verdes enquanto verdes e vermelhos ao amadurecer. Tomates, é também o nome por que são conhecidas as Tropas Portuguesas, por esse Mundo em guerra. Porquê? Porque para onde vamos, "participamos mas, não entramos".
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3843 - 2009-01-30
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-01-25
Este acontecimento, despertou o meu raciocínio matemático que, pondo-se logo em acção chegou à seguinte conclusão: Cristiano Ronaldo conseguiu deitar para o lixo, o valor equivalente ao sustento de um ano para +/- 55 famílias portuguesas. Eu repito, o sustento para +/- 55 famílias portuguesas, durante um ano inteiro (365 dias), sem tirar nem pôr. Vamos às contas que são muito simples: Tomamos como referência (novamente) o Salário Mínimo Nacional, cujo valor é de 450,00 € multiplicamos 14 meses (um ano de salário, mais Subsídio de Férias e 13.º Mês), o resultado é de 6.300,00 € (Seis mil e trezentos euros). Dividindo o valor do Ferrari, 345 mil euros por 6,3 mil euros chegamos ao resultado de 54,7 agregados familiares, ou seja, a matemática é tramada. Concluindo, estas contas levam-me a pedir (pela última vez), o seguinte: Senhores Futebolistas, Senhores Administradores, Senhores Empresários e demais Ricos de Portugal e arredores, tentem não “estampar” os vossos carritos topo de gama. Não deitem para a sucata dezenas de Salários Mínimos (se me é permitido este paralelismo comparativo) principalmente, durante este período de crise. Seria um verdadeiro atentado à pobreza alheia, se é que entendem… Por tudo isto, agradeço que levem o meu pedido (o último) em conta. Penso que não é pedir “muito”, digo eu…
A falta de civismo dos Miúdos das escolas, com idades compreendidas entre os 15 e os 17 anos e que o frequentam, é atroz. As crianças que, por sua vez, têm idade para brincar neste lugar, ficam sujeitos a mexer em objectos que podem eventualmente ser transportadores de doenças infecto-contagiosas, recordo que a área tem imensos pombos. Aproveito esta oportunidade para agradecer a toda a vizinhança que tão silenciosamente tem aceitado esta situação. Recordo que desde Setembro (data de inicio das aulas), o Parque Infantil é palco das mais variadas ocorrências com a “graúda” Miudagem: Asneirada na linguagem; Droga com fartura; Lixo qb. Com tanto “lixo” admira-me que ninguém se manifeste. Realmente, somos um País de brandos costumes. Bem, voltando à limpeza do espaço, espero para 2009 mais atenção dos Serviços Camarários, mais crianças a brincar e menos adolescentes a sujar, talvez mais policiamento (de vez em quando, não se perdia nada) e mais participação da vizinhança. Bom Ano Novo, na medida dos possíveis.




Assim, leia-se o percurso de uma empresa:


