Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

Quem sou:

A minha foto
Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα

VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores – Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem.


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Com as Eleições à porta, não podia deixar de me auto proclamar Candidato pelo PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Com o lema: Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem, vou tapar o “buraco” deixado pela oposição que se revela à Esquerda e à Direita, mantendo-me assim, ao “centro”. Dirijo a minha palavra e acção politiqueira à Europa em particular, a Portugal em qualquer coisa e a Tomar e Arredores em geral. VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores.

A minha campanha vai conseguir, através de parcerias consolidadas e de umas quantas influências que a CGD e o BCP entrem com 120 milhões de euros cada um, o BES com 80 milhões, o Santander Totta com 60 milhões, o BPI com 50 milhões e a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo com 20 milhões. Repararam com certeza que este grupinho de Instituições Bancárias, já se uniu no passado para ajudar o BPP. Agora, com a ajuda deste período eleitoral (e por ser politicamente correcto), vão-me auxiliar a desenvolver uma forte campanha, através desta “pequena e singela” achega pecuniária (ou não) e tudo na maior das legalidades. VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Já para não falar do aval do Estado que se cifra para cima de um dinheirão mas… bem... não quero utilizar esta ferramenta como bandeira política e muito menos de campanha. A minha batalha vai pautar-se pela originalidade de ideias e acções astuciosas, não utilizando mensagens negativas contra os meus adversários de corrida, nas próximas maratonas desportivas (perdão) políticas a realizar à porta dos Eleitores. Não “és preciso ablar español cono los otros” como o nosso Primeiro. Não necessito de “assinar por baixo”, eu assino onde quiserem… por baixo, por cima, de lado, de esguelha, etc. VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Não quero ir às Feiras e Mercados distribuir beijos e abraços até porque, não é higiénico. Não vou utilizar as “cores vermelhas e verdes” à mistura e também não vou “bloquear” nada, nem ninguém. Sempre que se quiserem manifestar, gritem muito alto e bem: VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Parte do dinheiro que vou receber por conta das “gorjetas”, já acima referidas e do aval do Estado (convêm lembrar), servirão para ajudar a IFM – Infelizes, Funcionários na Miséria, pois a sua situação laboral, para tal caminha… VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Não me lembro assim de mais nada para escrever mas, ficaria muito feliz se o apoio e solidariedade política e institucional se solidificassem, conforme o desejo do fundo da minha alma eleitoralista. O inaudito provento que esta conjuntura me assesta, caracteriza-se ela mesma, de grande comoção para com o povo que me apraz tergiversar solenemente. Por tudo isto, VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores – Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem (digo eu).
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-2009

OUTDOOR DA SEMANA


Imagem dos Outdoors de Campanha, espalhados pelo nosso Concelho

José Becerra Vitorino é o Candidato a Presidente da Câmara Municipal pelo PS - Partido Socialista Português. E, diga-se, um GRANDE CANDIDATO. Tão grande, tão grande, tão grande que, veja-se, a avaliar pelo poster apresentado, NEM CABE NO MESMO.


Não sei bem o porquê desta "estratégia política", de cortar a cabeça ao nosso Candidato. Seja como for, eu não sou de intrigas e, resolvi ajudar a causa. Além do mais, até simpatizo com o amigo Vitorino... Assim sendo, o meu contributo:



Hããã!!!... Está ou não está com pinta...

Agora sim, temos um GRANDE e COMPLETO CANDIDATO...

Nota: O 2.º poster foi composto por Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-20

Sorria, continua a ser gamado…


O slogan “Sorria, está a ser gamado…” foi por mim utilizado, num texto escrito neste nosso Jornal Cidade de Tomar (ver Edição N.º 3810 de 13 de Junho de 2008). Na altura em que o mesmo foi escrito, argumentava-se a grande escandaleira que eram os preços dos combustíveis, praticados pela “nossa” Galp. Felizmente, desde então, assistimos à lenta redução do preço do barril de petróleo (não sei se adianta alguma coisa), nos mercados internacionais. Por parte da OPEP – Organização dos países exportadores de petróleo, a sua cotação, está a ser muito contestada. Argumentam estar baixa demais, pois o barril está a ser transaccionado na casa dos 50 a 60 Dólares quando deveria estar nos 70 Dólares ou mais: "O preço de 50 dólares não é suficiente para cobrir os custos de investimentos no futuro, (...) o preço que permite receitas razoáveis e aceitáveis é de mais de 70 dólares o barril", declarou em Argel, o secretário-geral do cartel, Abdellah El Badri (26-04-2009 – Fonte SIC). Realmente, a situação deve ser ponderada e todos devem respeitar essa ideia, tendo em vista “os custos de investimento no futuro”, entendo até que o Sr. Abdallah se estava a referir a investimentos em Energias Renováveis mas sobre essa matéria se calhar, vou ter de “esperar sentado”. O que não entendo mesmo, são os preços praticados internamente, no nosso País. Senão vejamos: Quando o Barril estava, em 2008, a ser transaccionado a 90 e a 100 dólares, cá, o preço do Gasóleo (por exemplo) rondava em média 1,0 € a 1,10 € o litro. Agora, que o preço do barril ronda os 60, 65 dólares, temos cá o preço de 0,970 € a 0,980 € por litro. Se a matemática não me falha e usando mais uma vez o Gasóleo como exemplo: Se um Barril que custa 90 Dólares, origina gasóleo a 1,0 Euro, quando o barril custa 60 Dólares, o gasóleo custa Xis. Ora bem, fazendo a conta ao Xis o resultado é igual a 0,666 Euros (ou será que a regra de três simples não se pode utilizar nos combustíveis?). Pergunto: A minha Matemática está errada ou as contas da Galp estão inflacionadas?... A Autoridade Reguladora (se é que existe) já fez estas contas ou está a pactuar comodamente com aqueles “Galpistas”, perdão, “Golpistas”?... O Governo sabe e nada faz ou nada faz porque lhe sabe…(bem)?... Certo é que a diferença é de 30 cêntimos por litro a menos e em média, em relação aos preços praticados actualmente. Bem podem argumentar que existem taxas, impostos, transacções, petroleiros carregados no alto mar à espera de comprador, interesses estatais, intermediários oportunistas e cotações no mercado bolsista a influenciar os elevados preços que os Portugueses estão a pagar. Não aceito, nem acredito nas desculpas esfarrapadas com que nos carregam. Na verdade, os Senhores Galp estão a vender os combustíveis muito caros e ainda vêm com falinhas mansas sobre os aditivos, os “mitos urbanos”, que a deles é que é boa, a dos outros não presta e etc. Afinal, não é a Galp que fornece o mercado em 95%? (digo eu). Os clientes finais, que somos nós (chateia, serem sempre os mesmos a pagar) têm de se sujeitar, mais uma vez, a este descarado GAMANÇO. Por isso, caro leitor: Sorria, continua a ser gamado…

In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3861 - 2009-06-05
Por: Joaquim Francisco -Tomar - 2009-05- 20

DESENHO DA SEMANA

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Nota:
Este desenho "O Espelho da Política", é baseado no Livro de George Orwell: "O Triunfo dos Porcos". Não me detenho na frase: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros" que será, diga-se, a mais emblemática mas sim, na frase que se lê no fim do livro: "Os que se encontravam lá fora olhavam do porco para o homem, do homem para o porco e novamente do porco para o homem, mas era já impossível distinguir uns dos outros."
Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-13

FOTO DA SEMANA

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Foto: Joaquim Francisco - Rotunda da Av. Ângela Tamagnini - Tomar - 2009-05-08

Na rotunda situada a meio da Av. Ângela Tamagnini, existe (ou existia) um cartaz relativo à campanha eleitoral, penso que da Sra. Manuela F. Leite. Este cartaz é representativo e demonstra bem a CRISE que atravessa Portugal. Já chegou (a crise, claro), veja-se, à Política. Imaginem assim, as seguintes hipóteses:

1.º - A cola já não é de altíssima qualidade (será Made in China?).
2.º - Já não se pode confiar nos voluntários que colam os cartazes (será que andam armados em Políticos?).
3.º - Os placards já não são o que eram. Chapa metálica não aceita cola de papel (digo eu). Mais valia utilizar Platex (sempre era produto tomarense).
4.º - Terá existido boicote, como forma de protesto aos arrufos constantes que trespassam a nossa boa realidade política (boa... ou não).
5.º - Nenhuma das anteriores... ou, todas em simultâneo... (ui, esta doeu).

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Afinal, sempre existe a “Geração Rasca”?...

Em 1994, Vicente Jorge Silva escrevia sobre a “Geração Rasca”, no Jornal o Público. Referia-se concretamente, aos jovens universitários que manifestavam a sua discordância pelas políticas educativas, principalmente sobre o aumento das propinas universitárias. Só por curiosidade, este senhor, foi deputado pelo Partido Socialista eleito pelo circulo eleitoral de Lisboa quando (não se riam), Manuela Ferreira Leite era Ministra da Educação. Passados 15 anos, os jovens agora com 12, 13 a 15, 16 anos de idade, estão condenados a ser apelidados novamente com o mesmo nome só que, actualmente, por motivos mais sócio/familiares e políticos.
Senão vejamos: Os nossos jovens, em cada duas palavras que dizem, uma é asneira. Não respeitam, nem acatam a opinião dos mais velhos. Desconhecem o significado da palavra “obrigado” como tal, não a utilizam... Não têm no léxico a expressão “por favor…”. Porque são porcos, não sabem o que é um caixote do lixo. São fúteis, baldas e… Em cada dois alunos, um é um zero a Matemática. Em cada dois alunos, um é um zero a Português. Vou parar por aqui.

Verdade seja dita que a responsabilidade desta situação, ter chegado aonde chegou, muito se deve à atitude dos seus papás (a geração anterior?... digo eu…). Estes, pensam que educar, é dar tudo o que é fixe, moderno e tecnologicamente avançado: Boa roupa de marca, dinheiro no bolso para comer “fora” e telemóvel topo de gama. Tudo para os meninos ficarem bem na fotografia do “grupo”. Não se pode deixar de responsabilizar (também) os sucessivos Governos que em prol da modernidade e evolução civilizacional, legislaram sempre políticas falhadas e arruinadoras do real interesse da juventude estudantil. Esta época do “facilitismo educacional” que se vive na Escola Pública, veio ajudar a agravar a situação. A crise económica/financeira é, assim, mais uma a assolar esta sociedade chamada de, portuguesa. Uma sociedade pobre. Pobre em cultura, em valores, em dinheiro e em jovens com um J grande. Não adianta vender PC’s baratos, aumentar a idade da escolaridade obrigatória ou incentivar a cultura das “Novas Oportunidades”. Somente com boas políticas de ensino, bem estruturadas e com mais apoio da família (é obrigatório a mesma ser responsabilizada) se consegue fazer algo de positivo. Portugal vai ter agora um Ciclo Eleitoral e, todos os Partidos vão ter uma oportunidade soberana para desenvolverem e aplicarem um programa que recaia sobre esta matéria tão sensível. Não fazer nada, vai hipotecar ainda mais o futuro das novas gerações, temendo eu que, mais rascas vão ser.

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3858 - 2009-05-15

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-03

POEMA DA SEMANA

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Encontro com a Noite...

Que a Noite vos encontre, maravilhosa.
Saúde, Paz e em quantidade, amor.
Brilho, alegria e muito harmoniosa.
Mil flores de rosas, com um eterno odor.


Autor: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-25

FRASE DA SEMANA

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SOMOS SENHORES DO QUE NÃO DIZEMOS E ESCRAVOS DO QUE PRENUNCIAMOS.
(sabedoria popular)

Fotografia: Joaquim Francisco - Escócia - 2007-07-27

Era Uma vez uma Rotunda - Parte II

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Penso que foi em 2005 que escrevi um artigo neste nosso Jornal Cidade de Tomar, cuja temática envolvia o cruzamento da Ponte Velha com a Rua Everard e a Av. Marquês de Tomar. Na altura e bem, chamei a atenção para a prioridade que tem de ser dada, pelos veículos que circulam na Rua Everard, aos que se apresentam na saída da Ponte Velha e que estes têm de seguir obrigatoriamente para a Av. Marquês de Tomar (esta situação de terem de cortar para a direita, nem sempre ocorre, alguns automobilistas ainda teimam em atalhar terreno, e cortar ali mesmo para a esquerda mas, esta é outra guerra). Venho agora, mais uma vez, armar-me em “Instrutor de Condução Automóvel” e evocar a vossa atenção para, chamar-lhe-ia, as bacoradas automobilísticas que tenho vislumbrado nas nossas boas e belas estradas mas, mais concretamente nas ROTUNDAS. Vejam bem a imagem que ilustra este artigo e sigam o raciocínio: Quando um condutor, no seu veículo, contorna uma rotunda e quer abandonar a mesma na PRIMEIRA saída, ENCOSTA-SE à ESQUERDA e vai à sua vida. Quando um condutor contorna uma rotunda e quer abandonar a mesma na SEGUNDA ou TERCEIRA saída, CONTORNA a ROTUNDA por DENTRO e só ao aproximar-se da saída, faz pisca (direito, evidentemente) e efectua a manobra para a direita afim de sair. Penso que esta chamada de atenção é pertinente, na medida em que a proliferação de ROTUNDAS é um facto consumado e é inegável que quase ninguém conduz como o descrito. Já agora, aproveitava para informar os senhores automobilistas que, quando quiserem cortar para a esquerda num CRUZAMENTO, devem colocar-se no EIXO da VIA, para que os veículos que se encontram atrás, não tenham que “gramar a pastilha” de esperar e possam circular, evitando assim, pequenos engarrafamentos desnecessários e incomodativos. Por último, um tema já gasto: PASSADEIRAS. É verdade, alguns automobilistas continuam a não respeitar as mesmas e a palavra a utilizar é só uma: PRIORIDADE. Acreditem ou não, tenho apanhado grandes sustos ao atravessar a rua. Alameda Um de Março, Av. Ângela Tamagnini, Av. Norton de Matos, são ruas que conheço bem demais e, repito, com muitos sustos à mistura. Resumindo, só peço muita prudência, atenção, baixas velocidades respeito pelo código e discernimento automobilístico q.b. não é pedir demais, pois não?

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3855 - 2009-04-25
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-12

COMENTÁRIOS ao texto de opinião de 2009-03-22

Sexo - Preservativo = Abstinência -> Os Comentários


A Preto e Branco

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Desenho: A Preto e Branco - Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-01

Era uma vez uma Rotunda – Parte I

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A notícia que circulou pelos Órgãos de Comunicação Social Tomarense (em Fevereiro) e cujo teor era: “Câmara de Tomar aprovou hoje o projecto de monumento aos construtores civis tomarenses”, deixou-me muito desassossegado. Esta minha preocupação não se deve ao facto do monumento ir “enfeitar”, perdão, ir ser construído numa rotunda, até porque, bem vistas as coisas, eles merecem isso e muito mais. Observemos: À conta da construção civil, temos as paisagens rurais mais “espaventosas” da Europa, o melhor ordenamento do território, a melhor construção do Mundo ao nível da qualidade e, acima de tudo, os melhores preços do mercado e etc… (veja-se que até eu “criei” uma rotunda alusiva aos construtores).
A minha grande preocupação vai sim, no sentido da descriminação descarada, perversa e reprovável que surge deste, diria mesmo, ignóbil acto isolado. Vejamos: Porque não, também, uma Rotunda alusiva ao Exército? Ali mesmo à frente do Regimento de Infantaria, um valente canhão ou outra peça de artilharia. Na rotunda ao pé do Hospital, porque não um monumento em honra dos Médicos? Podia ser um estetoscópio gigantone. Na nova rotunda ao pé do Cemitério Velho, uma homenagem às Agências Funerárias com uns caixões graníticos ou mármore em tamanho real (isto é só uma ideia). E os sucateiros? Que tanto têm contribuído com paisagens de regalar a vista, por este nosso País afora… Será que ninguém faz nada por estas classes?...
Salva-se, a ser verdade, o zum zum que circula nos corredores Camarários e que, (esta notícia é em 1.ª mão, ou não) segundo a minha fonte infiltrada na nossa Edilidade, consta que: Na rotunda do Politécnico vai surgir uma réplica da Janela do Capítulo, a três dimensões. Na nova rotunda à saída de Tomar, sito Av. Nuno Alvares Pereira, um Tabuleiro em chapa zincada e acrílico (por causa das intempéries) com os pães de esferovite para evitar roubos ou dúvidas gastronómicas (com a crise que temos, até aquele pão desaparecia). Para se redimirem (conta-se… e não digo mais nada sobre isso), a Fonte Cibernética como está a cair aos bocados, vai desandar para dar lugar a uma Roda do tipo da do Mouchão, em ferro forjado e alumínio, aprimorada com uma nova canalização de águas para fazer andar a mesma. Esta rotunda vai contemplar também a toda a volta, um palanque amovível para receber as multidões, que pontualmente comemoram eventos, naquela linda área, nomeadamente, corrida de motards, futebóis, eleições, e outros. Vão, segundo consta, colocar um parque de estacionamento para o “carro amarelo da música”, (sabem, aquele que aparece como que por magia, a dar música ao pessoal e a gritar “Portugal… Portugal… Portugal” e que depois desaparece como que por magia, para voltar a aparecer passado uns tempos), passe a publicidade, ao amarelo, claro. De referir que, o alcatrão circundante vai ser melhorado e quiçá, reforçado, digo eu. Para concluir, a rotunda ao pé da GNR, vai ser abrilhantada com um Monumento aos Políticos. Soa por lá (na Câmara e mais uma vez, segundo a minha fonte infiltrada) que vai levar com um outdoor, todo ele LCD de 1000” (mil polegadas), onde irão passar 24 sobre 24 horas, textos, imagens e discursos das mais recentes promessas efectuadas pelos mesmos. Informações de trânsito, tempo, totoloto, totobola, MTV Portugal… Lotaria Popular… Bem… também vão passar filmes sobre as diversas reuniões camarárias. Já estou com a cabeça a andar à roda. Brevemente escreverei mais sobre Rotundas. Fiquem bem.

In Jornal Cidade de Tomar, Edição N.º 3852 de 2009-04-03
Por: Joaquim Francisco - 2009-03-26

Fotomontagens: Joaquim Francisco (imagens retiradas da Net)

FOTO DA SEMANA


Alerto as autoridades competentes de que o muro em breve, tomba...
Depois não digam que eu não avisei...
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar- Estrada de Coimbra-Avito

Sexo – Preservativo = Abstinência

Na sua recente visita a África, mais concretamente aos Camarões, o Papa que dá pelo nome de Bento XVI, proferiu uma frase muito “iluminada”, cujo teor foi muito badalado pela Comunicação Social e contestada por muitas Organizações Médicas, Políticas e Sociais em todo o Mundo. A “luminosa” ideia, tem como base e muito simplesmente a premissa de que, não se pode solucionar o problema da SIDA, com a distribuição de preservativos, por outras palavras, o preservativo não tem contribuído, no sentido de impedir a propagação do VIH.
Ora bem… Pergunto: O Sr. B.16 (desculpem o tratamento) esteve a conferenciar e a receber instruções comprovadas de toda a comunidade científica? As diversas organizações internacionais, ONG’s que se movimentam no terreno no combate à SIDA, instruíram-no? Os Governos dos países que enfrentam este flagelo da Humanidade, confirmaram-lhe a situação. Não acredito, repito, não acredito. O Sr. B. 16 (desculpem o tratamento, mais uma vez) parece-me que não se documentou, não leu as notícias recentes sobre o Carnaval Brasileiro no qual Lula da Silva, o próprio, andou pelas ruas a distribuir “camisinhas”, tendo em vista a prevenção. Não me pareceu ser Campanha Eleitoral, portanto, para mim basta este exemplo… Estas observações Papais, a médio/longo prazo, vão ter um efeito contrário ao que se pretende, ou seja, as populações que ainda enaltecem crenças retrógradas e/ou ideias religiosas fundamentalistas, vão sentir-se legitimadas a viver sobre o fio da navalha, em nome de uma Moral diria, reaccionária. Apregoar e enaltecer a abstinência como remédio para os males, evidentemente que não é solução. Quem é que vai seguir a “receita” de abstinência, na hora de ter uma relação sexual de risco ou mesmo, normal. É ridículo, simplesmente ridículo e lamentável que em pleno Século XXI, com uma ligeireza atroz, se profiram frases que vão contra os princípios biológicos e sócio-afectivos básicos do ser humano, a sua sexualidade. Este Sr. Papa, já anda a ser muito polémico. Não me admiro que um dia destes, o mesmo, venha anunciar que os Padres não se casam, por causa da abstinência, digo eu.

Polémico, ou não...
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3851 - 2009-03-27

VER NOTA DO DIRECTOR - António Lopes Madureira, relativamente a este texto em Jornal Cidade de Tomar, Edição 3852 de 2009-04-03

VER um outro comentário em Jornal Cidade de Tomar Edição 3853 de 2009-04-09

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-03-22
Foto-montagem: Joaquim Francisco (elementos retirados da net)

FOTO-MONTAGEM DA SEMANA


Aproveitando a fotografia da Actividade na Nazaré em 22-06-2008 e o símbolo do Yin e Yang efectuei uma montagem que, fala por si...


Vejam-se os originais:


FOTO DA SEMANA


1.ª Pergunta: Esta Munícipe, paga imposto de utilização de suporte de estendal (Semáforo)???

2.ª Pergunta: A Câmara Municipal de Tomar não tem poderes para criar tal imposto???

3.ª Pergunta: O construtor do prédio não acautelou um espaço para a secagem de roupa no Andar, já a prever a utilização de "poste" alheio???

4.ª Pergunta: Com tanto trânsito a circular a roupa fica realmente limpa???

5.ª Pergunta: Já alguém surripiou algumas cuecas da Sra. como fetiche???

Foto: Joaquim Francisco - 2009-02-10

Nota: Dia 22-03-2009 já não existia estendal no Semáforo. Será que o mesmo ficou livre do Cordel?

Nem só de crise vive o Homem.

As medidas de combate à crise que estão a ser tomadas pelo Governo (Foto 1) e as que vão ser executadas pela Edilidade Tomarense (Foto 2), parecem-me ser de grande importância e as possíveis, neste contexto económico e financeiro geral e das instituições intervenientes em particular.
Quando escrevo possíveis, refiro-me concretamente à saúde financeira que tais medidas provocam, não aos beneficiários, pois para estes, se mais existissem melhor, mas aos promotores das mesmas ou seja, Governo e Autarquias. Temo que venham a provocar um super-endividamento destas entidades (ainda mais), tudo em nome do auxílio necessário e urgente. Realmente, esta dualidade da realidade social, por um lado, o combate à pobreza e dificuldade, por outro, ter as instituições políticas saudáveis financeiramente, está ou vai ser muito difícil de gerir. O certo e sabido é que as futuras gerações, vão pagar esta descomunal factura, agora intitulada de crise. Entendo no entanto que, nem só de crise vive o Homem. Não é por existir uma grande carência económica que se deve descurar o bem-estar social e lúdico das populações. O espaço físico que compõe uma Cidade influência a sua população, no bem e no mal. Se os Tomarenses não se sentirem bem no seu espaço que é a Cidade de Tomar, dificilmente permanecerão nele, procurando assim, outros mais aprazíveis, originando em paralelo a “fuga” de uma, chamar-lhe-ia economia comercial. Repare-se a título de exemplo, a área envolvente da nossa nova Ponte do Flecheiro. Tem tanto de “Belo” como de “Monstro”. A harmonia que deveria imperar neste espaço é destroçada por uma paisagem de barracas que, há anos ali não deveriam estar e a utilização exagerada de cimento desde a Ponte até à Casa do Cubos. Este espaço merecia nitidamente mais verde (relva e árvores). Para tornar ainda mais agradável este lugar, deparamo-nos com repugnantes e altaneiros degraus e desagradáveis “remendos” (Foto 3) que nem vou comentar pois a mesma fala por si.
Estas coisas não dignificam os responsáveis pelo projecto mas, principalmente, não dignifica a qualidade de vida da População Tomarense. Merecem mais do que isto. Esta crise económica, foi originada por homens que puseram os seus interesses muito acima dos interesses das Populações. Lamento que tenhamos de viver com estas realidades. Lembro que o dinheiro é importante mas, a qualidade do nosso espaço envolvente, não o é menos.

(A Construção como pano de fundo)
Foto 1 – Outdoor do PS situado na Praceta Alves Redol em Tomar – Foto: Joaquim Francisco.
Foto 2 – Medidas Camarárias – Foto: Jornal Cidade Tomar aquando da visita às obras da Ponte do Flecheiro – Fotomontagem: Joaquim Francisco.

Foto 3 – Sem comentários – Foto: Joaquim Francisco.

Por: Joaquim Francisco - Tomar 2009-02-25
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3849 de 09-03-13

FOTO DA SEMANA

A Placa de Sinalização escondida por um poste de iluminação informa que para a direita fica o Lugar de Queimadas. Na estrada Nacional, mais concretamente no lugar da Venda Nova, vendem-se Veículos de Bombeiros.
Pergunta: Com tanto Veículo de Bombeiros como é possível existirem Queimadas.
Foto: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-02-10

O DEM ou CHIP nas Matrículas

Quando o Governo legislou no sentido de serem colocadas nos veículos automóveis, “placas de protecção” nas rodas de trás, vulgo palas, tendo em vista proteger dos salpicos de lama projectados, os pára-brisas dos outros veículos que circulavam na retaguarda, a ideia foi realmente, diga-se, uma genialidade política. Este artefacto (pala), apesar de já não constar na lista de prioridades governativas, deu um enorme contributo à economia portuguesa, da altura claro, fazendo mexer o mercado a vários níveis: Indústria do plástico, comércio de artigos auto e peças, mecânicos, donos de viaturas (pagador), o Estado (receptor dos impostos provenientes das compras e vendas) e o Estado (receptor do dinheiro proveniente das multas). Muita lama deixou de enlamear a cara de muitos. Quando o Governo legislou no sentido de serem colocados reflectores nas rodas dos veículos de duas rodas, nomeadamente bicicletas, motorizadas e motas, a ideia foi novamente, diga-se, mais uma genialidade política. Todos os raios começaram a ter os ditos, que só eram vistos de “ladecos” mas, este artefacto (reflector) apesar de já não constar na lista de prioridades governativas, deu um enorme contributo à economia portuguesa, da altura claro, fazendo mexer o mercado a vários níveis: Indústria do plástico, comércio de artigos auto e peças, mecânicos, donos de viaturas (pagador), o Estado (receptor dos impostos provenientes das compras e vendas) e o Estado (receptor do dinheiro proveniente das multas). Repetitivo mas eficaz, digo eu.


Agora, com a era da informática a dominar, vem o Governo, novamente, implementar/impor, outra grande medida automobilística. Uma medida que vai desenvolver a economia de alguns, nomeadamente uma fábrica de componentes electrónicos Made in Taiwan ou Made in China, um hipotético revendedor/importador/armazenista, mecânicos especialistas em electrónica e o nosso velho amigo Estado, nós claro, aguentamos, pagamos e não refilamos. O produto em causa, o DEM – Dispositivo Electrónico de Matrícula, mais conhecido por CHIP, custará aproximadamente 10 € e consta que nos primeiros 6 meses irá ser gratuito (sobre a instalação do mesmo não se sabe nada mas desconfio que aguentamos, pagamos e não refilamos). O dispositivo, de uso obrigatório vai ter todas as informações sobre o seguro automóvel, a inspecção periódica e até servirá para pagar as portagens. Portugal será o primeiro a ter esta tecnologia no mundo. Futuramente, irá ter DVD, MP4, GPS e detector de Radares Policiais, ou não. São tantas as vantagens que lhe prevejo o mesmo destino das palas e dos reflectores. Já agora, espero que a próxima medida seja o Imposto de Circulação Pedestre. Podem colocar-nos um CHIP para o auto-pagarmos no… bem, fiquemos assim.

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-02-16

Desenho: A ChapaChiPS

Autor: Joaquim Francisco - 2009-02-16

In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3846 de 2009-02-20

Comentário da Semana

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Foto: Joaquim Francisco (2008-08-09) - Texto do Diálogo: Joaquim Francisco