Fotografia: in Michael Jackson "A Tear-out photo book", 1995, Oliver Books, Riverside Road, London -> Montagem e adaptação: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-06-30
Quem sou:
- Joaquim Francisco
- Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα
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▼
2020
(7)
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- ► Fevereiro 2020 (2)
- ► Janeiro 2020 (1)
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2018
(3)
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- ► Janeiro 2018 (1)
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2017
(11)
- ► Novembro 2017 (4)
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- ► Junho 2017 (2)
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2016
(2)
- ► Agosto 2016 (2)
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►
2015
(4)
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- ► Janeiro 2015 (1)
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2014
(5)
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2013
(1)
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►
2012
(9)
- ► Setembro 2012 (2)
- ► Julho 2012 (1)
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- ► Abril 2012 (2)
- ► Março 2012 (1)
- ► Janeiro 2012 (1)
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(20)
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- ► Novembro 2011 (1)
- ► Outubro 2011 (2)
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- ► Agosto 2011 (2)
- ► Abril 2011 (3)
- ► Março 2011 (1)
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►
2010
(29)
- ► Dezembro 2010 (2)
- ► Novembro 2010 (3)
- ► Outubro 2010 (1)
- ► Setembro 2010 (2)
- ► Agosto 2010 (5)
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- ► Junho 2010 (2)
- ► Abril 2010 (3)
- ► Março 2010 (5)
- ► Fevereiro 2010 (3)
- ► Janeiro 2010 (2)
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►
2009
(54)
- ► Dezembro 2009 (1)
- ► Novembro 2009 (2)
- ► Outubro 2009 (6)
- ► Setembro 2009 (7)
- ► Agosto 2009 (4)
- ► Julho 2009 (6)
- ► Junho 2009 (3)
- ► Abril 2009 (5)
- ► Março 2009 (4)
- ► Fevereiro 2009 (4)
- ► Janeiro 2009 (6)
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►
2008
(54)
- ► Dezembro 2008 (5)
- ► Novembro 2008 (5)
- ► Outubro 2008 (3)
- ► Setembro 2008 (6)
- ► Agosto 2008 (4)
- ► Julho 2008 (4)
- ► Junho 2008 (7)
- ► Abril 2008 (3)
- ► Março 2008 (5)
- ► Fevereiro 2008 (6)
- ► Janeiro 2008 (2)
-
►
2007
(38)
- ► Dezembro 2007 (1)
- ► Novembro 2007 (2)
- ► Setembro 2007 (4)
- ► Agosto 2007 (3)
- ► Abril 2007 (2)
- ► Março 2007 (10)
- ► Fevereiro 2007 (14)
HOMENAGEM da SEMANA
Fotografia: in Michael Jackson "A Tear-out photo book", 1995, Oliver Books, Riverside Road, London -> Montagem e adaptação: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-06-30
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O Sol quando nasce, não é para todos.
Dinheiro há muito está é mal distribuído.
Vejamos: O desenho anexo, refere o número de ordenados mínimos que se pagam com o valor da transferência, resultado, 208000 ordenados mínimos. Pagava o ordenado a 14762 trabalhadores, durante um ano. Dá para pagar 671 ordenados ao nosso Presidente da República e 885 ordenados ao Primeiro-Ministro. Curiosamente, podemos comprar 269 Ferraris com aquele valor. Esta transferência milionária, ou seja, o valor de que se fala, não vai para os bolsos do craque da bola. Mas que é um verdadeiro atentado à pobreza alheia, ainda por cima, nos tempos de crise que correm, disso não tenhamos a menor dúvida. O Real de Madrid está com certeza a nadar em dinheiro, colocando-se assim na linha da frente da retoma económica, caso contrário, não se estaria a meter nesta, chamar-lhe-ia, incongruência monetária, devaneio financeiro ou delírio económico. Bem podem os nuestros hermanos gritar OLÉ de tanto contentamento. Com o dinheiro a fluir às carradas, lá para aquelas bandas do Santiago Barnabéu, não me admira nada assistir a filas de desempregados, pedintes, banqueiros falidos e ex-funcionárias da Atalaia (ou não), tudo de mão estendida a pedir uma “Real” esmolinha. Nós por cá já estamos habituados. Temos até a expressão: “dê-me um tostãozinho para o Santo António” que é velhinha, eficaz e está sempre na moda (pelo menos uma vez por ano).| Reacções: |
VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores – Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem.
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-2009
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OUTDOOR DA SEMANA
José Becerra Vitorino é o Candidato a Presidente da Câmara Municipal pelo PS - Partido Socialista Português. E, diga-se, um GRANDE CANDIDATO. Tão grande, tão grande, tão grande que, veja-se, a avaliar pelo poster apresentado, NEM CABE NO MESMO.
Não sei bem o porquê desta "estratégia política", de cortar a cabeça ao nosso Candidato. Seja como for, eu não sou de intrigas e, resolvi ajudar a causa. Além do mais, até simpatizo com o amigo Vitorino... Assim sendo, o meu contributo:
Hããã!!!... Está ou não está com pinta...
Agora sim, temos um GRANDE e COMPLETO CANDIDATO...
Nota: O 2.º poster foi composto por Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-20
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Sorria, continua a ser gamado…
Felizmente, desde então, assistimos à lenta redução do preço do barril de petróleo (não sei se adianta alguma coisa), nos mercados internacionais. Por parte da OPEP – Organização dos países exportadores de petróleo, a sua cotação, está a ser muito contestada. Argumentam estar baixa demais, pois o barril está a ser transaccionado na casa dos 50 a 60 Dólares quando deveria estar nos 70 Dólares ou mais: "O preço de 50 dólares não é suficiente para cobrir os custos de investimentos no futuro, (...) o preço que permite receitas razoáveis e aceitáveis é de mais de 70 dólares o barril", declarou em Argel, o secretário-geral do cartel, Abdellah El Badri (26-04-2009 – Fonte SIC). Realmente, a situação deve ser ponderada e todos devem respeitar essa ideia, tendo em vista “os custos de investimento no futuro”, entendo até que o Sr. Abdallah se estava a referir a investimentos em Energias Renováveis mas sobre essa matéria se calhar, vou ter de “esperar sentado”. O que não entendo mesmo, são os preços praticados internamente, no nosso País. Senão vejamos: Quando o Barril estava, em 2008, a ser transaccionado a 90 e a 100 dólares, cá, o preço do Gasóleo (por exemplo) rondava em média 1,0 € a 1,10 € o litro. Agora, que o preço do barril ronda os 60, 65 dólares, temos cá o preço de 0,970 € a 0,980 € por litro. Se a matemática não me falha e usando mais uma vez o Gasóleo como exemplo: Se um Barril que custa 90 Dólares, origina gasóleo a 1,0 Euro, quando o barril custa 60 Dólares, o gasóleo custa Xis. Ora bem, fazendo a conta ao Xis o resultado é igual a 0,666 Euros (ou será que a regra de três simples não se pode utilizar nos combustíveis?). Pergunto: A minha Matemática está errada ou as contas da Galp estão inflacionadas?... A Autoridade Reguladora (se é que existe) já fez estas contas ou está a pactuar comodamente com aqueles “Galpistas”, perdão, “Golpistas”?... O Governo sabe e nada faz ou nada faz porque lhe sabe…(bem)?... Certo é que a diferença é de 30 cêntimos por litro a menos e em média, em relação aos preços praticados actualmente. Bem podem argumentar que existem taxas, impostos, transacções, petroleiros carregados no alto mar à espera de comprador, interesses estatais, intermediários oportunistas e cotações no mercado bolsista a influenciar os elevados preços que os Portugueses estão a pagar. Não aceito, nem acredito nas desculpas esfarrapadas com que nos carregam. Na verdade, os Senhores Galp estão a vender os combustíveis muito caros e ainda vêm com falinhas mansas sobre os aditivos, os “mitos urbanos”, que a deles é que é boa, a dos outros não presta e etc. Afinal, não é a Galp que fornece o mercado em 95%? (digo eu). Os clientes finais, que somos nós (chateia, serem sempre os mesmos a pagar) têm de se sujeitar, mais uma vez, a este descarado GAMANÇO. Por isso, caro leitor: Sorria, continua a ser gamado…In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3861 - 2009-06-05
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DESENHO DA SEMANA
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FOTO DA SEMANA
Foto: Joaquim Francisco - Rotunda da Av. Ângela Tamagnini - Tomar - 2009-05-08
Na rotunda situada a meio da Av. Ângela Tamagnini, existe (ou existia) um cartaz relativo à campanha eleitoral, penso que da Sra. Manuela F. Leite. Este cartaz é representativo e demonstra bem a CRISE que atravessa Portugal. Já chegou (a crise, claro), veja-se, à Política. Imaginem assim, as seguintes hipóteses:
1.º - A cola já não é de altíssima qualidade (será Made in China?).
2.º - Já não se pode confiar nos voluntários que colam os cartazes (será que andam armados em Políticos?).
3.º - Os placards já não são o que eram. Chapa metálica não aceita cola de papel (digo eu). Mais valia utilizar Platex (sempre era produto tomarense).
4.º - Terá existido boicote, como forma de protesto aos arrufos constantes que trespassam a nossa boa realidade política (boa... ou não).
5.º - Nenhuma das anteriores... ou, todas em simultâneo... (ui, esta doeu).
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Afinal, sempre existe a “Geração Rasca”?...
Verdade seja dita que a responsabilidade desta situação, ter chegado aonde chegou, muito se deve à atitude dos seus papás (a geração anterior?... digo eu…). Estes, pensam que educar, é dar tudo o que é fixe, moderno e tecnologicamente avançado: Boa roupa de marca, dinheiro no bolso para comer “fora” e telemóvel topo de gama. Tudo para os meninos ficarem bem na fotografia do “grupo”. Não se pode deixar de responsabilizar (também) os sucessivos Governos que em prol da modernidade e evolução civilizacional, legislaram sempre políticas falhadas e arruinadoras do real interesse da juventude estudantil. Esta época do “facilitismo educacional” que se vive na Escola Pública, veio ajudar a agravar a situação. A crise económica/financeira é, assim, mais uma a assolar esta sociedade chamada de, portuguesa. Uma sociedade pobre. Pobre em cultura, em valores, em dinheiro e em jovens com um J grande. Não adianta vender PC’s baratos, aumentar a idade da escolaridade obrigatória ou incentivar a cultura das “Novas Oportunidades”. Somente com boas políticas de ensino, bem estruturadas e com mais apoio da família (é obrigatório a mesma ser responsabilizada) se consegue fazer algo de positivo. Portugal vai ter agora um Ciclo Eleitoral e, todos os Partidos vão ter uma oportunidade soberana para desenvolverem e aplicarem um programa que recaia sobre esta matéria tão sensível. Não fazer nada, vai hipotecar ainda mais o futuro das novas gerações, temendo eu que, mais rascas vão ser.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3858 - 2009-05-15
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-03
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POEMA DA SEMANA
Encontro com a Noite...
Que a Noite vos encontre, maravilhosa.
Saúde, Paz e em quantidade, amor.
Brilho, alegria e muito harmoniosa.
Mil flores de rosas, com um eterno odor.
Autor: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-25
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FRASE DA SEMANA
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Era Uma vez uma Rotunda - Parte II
Vejam bem a imagem que ilustra este artigo e sigam o raciocínio: Quando um condutor, no seu veículo, contorna uma rotunda e quer abandonar a mesma na PRIMEIRA saída, ENCOSTA-SE à ESQUERDA e vai à sua vida. Quando um condutor contorna uma rotunda e quer abandonar a mesma na SEGUNDA ou TERCEIRA saída, CONTORNA a ROTUNDA por DENTRO e só ao aproximar-se da saída, faz pisca (direito, evidentemente) e efectua a manobra para a direita afim de sair. Penso que esta chamada de atenção é pertinente, na medida em que a proliferação de ROTUNDAS é um facto consumado e é inegável que quase ninguém conduz como o descrito. Já agora, aproveitava para informar os senhores automobilistas que, quando quiserem cortar para a esquerda num CRUZAMENTO, devem colocar-se no EIXO da VIA, para que os veículos que se encontram atrás, não tenham que “gramar a pastilha” de esperar e possam circular, evitando assim, pequenos engarrafamentos desnecessários e incomodativos. Por último, um tema já gasto: PASSADEIRAS. É verdade, alguns automobilistas continuam a não respeitar as mesmas e a palavra a utilizar é só uma: PRIORIDADE. Acreditem ou não, tenho apanhado grandes sustos ao atravessar a rua. Alameda Um de Março, Av. Ângela Tamagnini, Av. Norton de Matos, são ruas que conheço bem demais e, repito, com muitos sustos à mistura. Resumindo, só peço muita prudência, atenção, baixas velocidades respeito pelo código e discernimento automobilístico q.b. não é pedir demais, pois não?In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3855 - 2009-04-25
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Era uma vez uma Rotunda – Parte I
In Jornal Cidade de Tomar, Edição N.º 3852 de 2009-04-03
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FOTO DA SEMANA

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Sexo – Preservativo = Abstinência
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3851 - 2009-03-27
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FOTO-MONTAGEM DA SEMANA

Aproveitando a fotografia da Actividade na Nazaré em 22-06-2008 e o símbolo do Yin e Yang efectuei uma montagem que, fala por si...
Vejam-se os originais:

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FOTO DA SEMANA

1.ª Pergunta: Esta Munícipe, paga imposto de utilização de suporte de estendal (Semáforo)???
2.ª Pergunta: A Câmara Municipal de Tomar não tem poderes para criar tal imposto???
3.ª Pergunta: O construtor do prédio não acautelou um espaço para a secagem de roupa no Andar, já a prever a utilização de "poste" alheio???
4.ª Pergunta: Com tanto trânsito a circular a roupa fica realmente limpa???
5.ª Pergunta: Já alguém surripiou algumas cuecas da Sra. como fetiche???
Foto: Joaquim Francisco - 2009-02-10
Nota: Dia 22-03-2009 já não existia estendal no Semáforo. Será que o mesmo ficou livre do Cordel?
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Nem só de crise vive o Homem.
Quando escrevo possíveis, refiro-me concretamente à saúde financeira que tais medidas provocam, não aos beneficiários, pois para estes, se mais existissem melhor, mas aos promotores das mesmas ou seja, Governo e Autarquias. Temo que venham a provocar um super-endividamento destas entidades (ainda mais), tudo em nome do auxílio necessário e urgente. Realmente, esta dualidade da realidade social, por um lado, o combate à pobreza e dificuldade, por outro, ter as instituições políticas saudáveis financeiramente, está ou vai ser muito difícil de gerir. O certo e sabido é que as futuras gerações, vão pagar esta descomunal factura, agora intitulada de crise. Entendo no entanto que, nem só de crise vive o Homem. Não é por existir uma grande carência económica que se deve descurar o bem-estar social e lúdico das populações. O espaço físico que compõe uma Cidade influência a sua população, no bem e no mal. Se os Tomarenses não se sentirem bem no seu espaço que é a Cidade de Tomar, dificilmente permanecerão nele, procurando assim, outros mais aprazíveis, originando em paralelo a “fuga” de uma, chamar-lhe-ia economia comercial. Repare-se a título de exemplo, a área envolvente da nossa nova Ponte do Flecheiro. Tem tanto de “Belo” como de “Monstro”. A harmonia que deveria imperar neste espaço é destroçada por uma paisagem de barracas que, há anos ali não deveriam estar e a utilização exagerada de cimento desde a Ponte até à Casa do Cubos. Este espaço merecia nitidamente mais verde (relva e árvores). Para tornar ainda mais agradável este lugar, deparamo-nos com repugnantes e altaneiros degraus e desagradáveis “remendos” (Foto 3) que nem vou comentar pois a mesma fala por si.
Estas coisas não dignificam os responsáveis pelo projecto mas, principalmente, não dignifica a qualidade de vida da População Tomarense. Merecem mais do que isto. Esta crise económica, foi originada por homens que puseram os seus interesses muito acima dos interesses das Populações. Lamento que tenhamos de viver com estas realidades. Lembro que o dinheiro é importante mas, a qualidade do nosso espaço envolvente, não o é menos.(A Construção como pano de fundo)
Foto 1 – Outdoor do PS situado na Praceta Alves Redol em Tomar – Foto: Joaquim Francisco.
Foto 2 – Medidas Camarárias – Foto: Jornal Cidade Tomar aquando da visita às obras da Ponte do Flecheiro – Fotomontagem: Joaquim Francisco.
Foto 3 – Sem comentários – Foto: Joaquim Francisco.
Por: Joaquim Francisco - Tomar 2009-02-25
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