O Parque de Campismo de Tomar.
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Tomar é uma localidade com muitas atracções turísticas. Não podemos esquecer o Aqueduto dos Pegões, a Capela de Nossa Senhora da Piedade e as Escadinhas, a Capela de São Gregório, a Capela de São Lourenço, o Castelo de Bode, o Castelo e suas relíquias, nomeadamente o Convento, a Janela do Capítulo e a História Templária, o Convento de Santa Iria, a Ermida de Nossa Senhora da Conceição, a Igreja de S. João, a Igreja de São Francisco, a Igreja de São João Baptista, a Igreja Nossa Senhora da Graça, as Janelas e Portais que enriquecem a nossa Cidade, a Ponte Velha e sua original arquitectura, o Rio Nabão e sua envolvente paisagística, a Roda do Mouchão, a Sinagoga e para finalizar esta longa lista patrimonial que edifica e enche de orgulho qualquer Cidade que se escreva com C Grande, a Festa dos Tabuleiros. Para acolher os visitantes que vêm à Cidade de Tomar, e que por cá querem pernoitar, não chegam as Estalagens, os Hotéis, as Pensões e as Residenciais. Há quem goste de estar integrado num ambiente de ar livre, mais natural e verde. O nosso Parque de Campismo, referenciado internacionalmente, oferece essa característica e mais, oferece a proximidade à Cidade, suas Gentes e seus Monumentos. Espero que esta posição manifestada pela nossa Edilidade Camarária, seja o arranque para um período de restauro e recuperação de outras zonas e situações anómalas que teimam em continuar a ser vistas por todos nós, no nosso dia a dia. Refiro-me por exemplo, às Escadinhas Nossa Senhora da Piedade que se encontram num estado de abandono e degradação intolerável, o nosso Aqueduto dos Pegões que tem um aspecto de ruína decadente, o antigo e vulgarmente conhecido por Colégio Feminino, de está com uma aparência degradante, o edifício do Convento de Santa Iria e seu telhado em destroços, o Edifício da Fundição junto à Ponte Velha, em condições lastimáveis, os vidros partidos do mesmo edifício, na Levada, mesmo ao lado do edifício das Finanças. Ou seja, belas fotografias para turista fotografar para mais tarde recordar (digo eu). Será que estas situações agora descritas, vão-se arrastar por mais 6 anos (como a saga do Parque de Campismo), ou vamos ver obra feita?... Os Tomarense ficam a aguardar.In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3871 de 2009-08-14 - Tomar




Uma louca velocidade incontrolável, como uma sombra.


Felizmente, desde então, assistimos à lenta redução do preço do barril de petróleo (não sei se adianta alguma coisa), nos mercados internacionais. Por parte da OPEP – Organização dos países exportadores de petróleo, a sua cotação, está a ser muito contestada. Argumentam estar baixa demais, pois o barril está a ser transaccionado na casa dos 50 a 60 Dólares quando deveria estar nos 70 Dólares ou mais: "O preço de 50 dólares não é suficiente para cobrir os custos de investimentos no futuro, (...) o preço que permite receitas razoáveis e aceitáveis é de mais de 70 dólares o barril", declarou em Argel, o secretário-geral do cartel, Abdellah El Badri (26-04-2009 – Fonte SIC). Realmente, a situação deve ser ponderada e todos devem respeitar essa ideia, tendo em vista “os custos de investimento no futuro”, entendo até que o Sr. Abdallah se estava a referir a investimentos em Energias Renováveis mas sobre essa matéria se calhar, vou ter de “esperar sentado”. O que não entendo mesmo, são os preços praticados internamente, no nosso País. Senão vejamos: Quando o Barril estava, em 2008, a ser transaccionado a 90 e a 100 dólares, cá, o preço do Gasóleo (por exemplo) rondava em média 1,0 € a 1,10 € o litro. Agora, que o preço do barril ronda os 60, 65 dólares, temos cá o preço de 0,970 € a 0,980 € por litro. Se a matemática não me falha e usando mais uma vez o Gasóleo como exemplo: Se um Barril que custa 90 Dólares, origina gasóleo a 1,0 Euro, quando o barril custa 60 Dólares, o gasóleo custa Xis. Ora bem, fazendo a conta ao Xis o resultado é igual a 0,666 Euros (ou será que a regra de três simples não se pode utilizar nos combustíveis?). Pergunto: A minha Matemática está errada ou as contas da Galp estão inflacionadas?... A Autoridade Reguladora (se é que existe) já fez estas contas ou está a pactuar comodamente com aqueles “Galpistas”, perdão, “Golpistas”?... O Governo sabe e nada faz ou nada faz porque lhe sabe…(bem)?... Certo é que a diferença é de 30 cêntimos por litro a menos e em média, em relação aos preços praticados actualmente. Bem podem argumentar que existem taxas, impostos, transacções, petroleiros carregados no alto mar à espera de comprador, interesses estatais, intermediários oportunistas e cotações no mercado bolsista a influenciar os elevados preços que os Portugueses estão a pagar. Não aceito, nem acredito nas desculpas esfarrapadas com que nos carregam. Na verdade, os Senhores Galp estão a vender os combustíveis muito caros e ainda vêm com falinhas mansas sobre os aditivos, os “mitos urbanos”, que a deles é que é boa, a dos outros não presta e etc. Afinal, não é a Galp que fornece o mercado em 95%? (digo eu). Os clientes finais, que somos nós (chateia, serem sempre os mesmos a pagar) têm de se sujeitar, mais uma vez, a este descarado GAMANÇO. Por isso, caro leitor: Sorria, continua a ser gamado…
Vejam bem a imagem que ilustra este artigo e sigam o raciocínio: Quando um condutor, no seu veículo, contorna uma rotunda e quer abandonar a mesma na PRIMEIRA saída, ENCOSTA-SE à ESQUERDA e vai à sua vida. Quando um condutor contorna uma rotunda e quer abandonar a mesma na SEGUNDA ou TERCEIRA saída, CONTORNA a ROTUNDA por DENTRO e só ao aproximar-se da saída, faz pisca (direito, evidentemente) e efectua a manobra para a direita afim de sair. Penso que esta chamada de atenção é pertinente, na medida em que a proliferação de ROTUNDAS é um facto consumado e é inegável que quase ninguém conduz como o descrito. Já agora, aproveitava para informar os senhores automobilistas que, quando quiserem cortar para a esquerda num CRUZAMENTO, devem colocar-se no EIXO da VIA, para que os veículos que se encontram atrás, não tenham que “gramar a pastilha” de esperar e possam circular, evitando assim, pequenos engarrafamentos desnecessários e incomodativos. Por último, um tema já gasto: PASSADEIRAS. É verdade, alguns automobilistas continuam a não respeitar as mesmas e a palavra a utilizar é só uma: PRIORIDADE. Acreditem ou não, tenho apanhado grandes sustos ao atravessar a rua. Alameda Um de Março, Av. Ângela Tamagnini, Av. Norton de Matos, são ruas que conheço bem demais e, repito, com muitos sustos à mistura. Resumindo, só peço muita prudência, atenção, baixas velocidades respeito pelo código e discernimento automobilístico q.b. não é pedir demais, pois não?

