Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

Quem sou:

A minha foto
Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα

FOTOGRAFIA da SEMANA


Depois dos CTT Correios (click em CTT Correios para ver a imagem), chega agora a vez das Repartições de Finanças terem os seus depósitos para aceitação de documentação. Assim, veja-se junto ao edifício das Finanças em Tomar, os novos Receptáculos de Impostos. Lembro que os mesmos estão em linha com o pacote governativo que dá pelo nome de SIMPLEX. Inventam tudo... Este Governo é danado para a brincadeira... Ou não... Digo eu...

Foto: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-08-15

FOTOGRAFIA da SEMANA

-O Tomate que não queria ser, um simples Tomate... Queria ser algo mais... Muito, muito mais... (digo eu).
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Foto: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-08-07

Tomar e as Ofertas Turísticas II

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O Parque de Campismo de Tomar.
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Finalmente, o Parque de Campismo reabre as suas portas ao turismo tomarense, nacional e internacional. Finalmente, ao fim de 6 anos, alguém ganhou coragem e avançou com um projecto que esteve na gaveta tempo demais. Não sei se é por estarmos em ano de eleições, se os constantes pedidos dos meios de comunicação, para a abertura do mesmo se as fotografias de Auto-Caravanas espalhadas pela Cidade tiveram influência, certo é que o Parque de Campismo finalmente reabre.
Tomar é uma localidade com muitas atracções turísticas. Não podemos esquecer o Aqueduto dos Pegões, a Capela de Nossa Senhora da Piedade e as Escadinhas, a Capela de São Gregório, a Capela de São Lourenço, o Castelo de Bode, o Castelo e suas relíquias, nomeadamente o Convento, a Janela do Capítulo e a História Templária, o Convento de Santa Iria, a Ermida de Nossa Senhora da Conceição, a Igreja de S. João, a Igreja de São Francisco, a Igreja de São João Baptista, a Igreja Nossa Senhora da Graça, as Janelas e Portais que enriquecem a nossa Cidade, a Ponte Velha e sua original arquitectura, o Rio Nabão e sua envolvente paisagística, a Roda do Mouchão, a Sinagoga e para finalizar esta longa lista patrimonial que edifica e enche de orgulho qualquer Cidade que se escreva com C Grande, a Festa dos Tabuleiros. Para acolher os visitantes que vêm à Cidade de Tomar, e que por cá querem pernoitar, não chegam as Estalagens, os Hotéis, as Pensões e as Residenciais. Há quem goste de estar integrado num ambiente de ar livre, mais natural e verde. O nosso Parque de Campismo, referenciado internacionalmente, oferece essa característica e mais, oferece a proximidade à Cidade, suas Gentes e seus Monumentos. Espero que esta posição manifestada pela nossa Edilidade Camarária, seja o arranque para um período de restauro e recuperação de outras zonas e situações anómalas que teimam em continuar a ser vistas por todos nós, no nosso dia a dia. Refiro-me por exemplo, às Escadinhas Nossa Senhora da Piedade que se encontram num estado de abandono e degradação intolerável, o nosso Aqueduto dos Pegões que tem um aspecto de ruína decadente, o antigo e vulgarmente conhecido por Colégio Feminino, de está com uma aparência degradante, o edifício do Convento de Santa Iria e seu telhado em destroços, o Edifício da Fundição junto à Ponte Velha, em condições lastimáveis, os vidros partidos do mesmo edifício, na Levada, mesmo ao lado do edifício das Finanças. Ou seja, belas fotografias para turista fotografar para mais tarde recordar (digo eu). Será que estas situações agora descritas, vão-se arrastar por mais 6 anos (como a saga do Parque de Campismo), ou vamos ver obra feita?... Os Tomarense ficam a aguardar.
Nota do autor: Não se apresentam imagens das situações degradantes da nossa cidade, sob pena de ferir a sensibilidade dos meus conterrâneos.
Fotografia: Joaquim Francisco em 19-07-2009 - Tomar junto à Junta de Freguesia Santa Maria dos Olivais.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3871 de 2009-08-14 - Tomar
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-08-09

HOMENAGEM da SEMANA

Mais uma grande personagem do nosso Lusitano meio que encerra a sua estada nesta passagem que é a vida. Raul Augusto Almeida Solnado 19 de Outubro de 1929 - 08 de Agosto de 2009.
RIP
Fotografia: Capa do livro "A vida não se perdeu" - 1991 - Sua biografia escrita por Leonor Xavier (que foi sua mulher durante 15 anos).

FOTOGRAFIA DA SEMANA

Postal de Colecção:

Aspecto da parede do ex Colégio Feminino na Rua Sta. Iria. Não há dúvida, dá um bonito Postal Ilustrado para "Inglês ver", digo eu... Lindo, beautiful, magnifique, schön...

Foto: Joaquim Francisco - 2009-07-25

Era uma vez uma rotunda (Parte III)

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Mais cimento e betão, não queremos não…
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“Estamos orgulhosos por a nossa Casa ter chamado a si a responsabilidade de perpetuar de forma simples, aqueles que por aqui passaram rumo às cidades que fizeram crescer”, disse o presidente da Casa do Concelho de Tomar, José Manuel da Graça, na inauguração, no passado sábado, dia 11-07-2009, do monumento ao construtor civil, na rotunda da Serôdia, numa iniciativa desta instituição. Leia-se, Jornal Cidade de Tomar, Edição N.º 3867 de 17-09-2009. No entanto, eu acrescentaria: “… passaram rumo às cidades que fizeram crescer desordenadamente...”. Lamento, mas é assim que eu realmente vejo a emblemática rotunda: Uma homenagem ao desordenadamento do território, a uma das paisagens rurais mais feias da Europa, telhados e telhadinhos cada um com a cor a seu belo prazer, umas casas viradas para norte e outras para sul, sem nexo e sem rigor, tijolo sobre tijolo sem isolamento em conformidade, a mira do lucro em detrimento da construção com qualidade (prédios novos já cheios de rachas é o que mais se vê), mamarrachos muito altos em zonas onde era suposto construírem vivendas, área entre construções muito reduzida e apertada, originando a ausência de espaços verdes, betão, betão e betão. Somos o país do betão. Um lugar de betão, à beira mar plantado. Os espaços rurais e verdejantes foram selvaticamente usurpados, em prol da construção civil. Querem que eu esteja de acordo, com a rotunda a homenagear os construtores?... NÃO CONCORDO. Grave, é não pensarmos seriamente em tudo isto, não olharmos à nossa volta, não estarmos sensíveis a esta invasão do cimento, lamentável. Vem a propósito, a intervenção dos nossos vereadores Independentes que consideram “estruturante” a construção fora dos espaços urbanos (veja-se Jornal Cidade de Tomar, Edição 3863 de 19-06-2009 “Câmara de Tomar admite construção fora dos espaços urbanos”). Vergonhosa intervenção política na minha óptica. O que é que ganham por implementar essa ideia?... Querem alterar os PDM’s e os PROT’s porquê?... Mais cimento em vez de árvores?... Destruir a paisagem rural, não é?... Lindo… Isto é que é Política. A Construção Civil é que nos vai tirar o Aquecimento Global, fornecer-nos Oxigénio, deliciar-nos com óptimas paisagens e alimentar-nos com produtos agrícolas extraídos do… cimento?... Voltando ao assunto que é a rotunda, a mesma está construída à imagem e semelhança, do que vemos e não gostamos, no nosso dia a dia, nas cidades e não só, infelizmente: Blocos de cimento, alinhados sem uma ordem geometricamente eficaz e encimados por ferro (as verguinhas à mostra devem ser uma alegoria às antenas dos telemóveis, como existe na Alameda Um de Março, podem lá ver umas quantas).

Para concluir, transmito que quando vi pela primeira vez, a rotunda em causa, pensei que fosse uma homenagem ao monumento pré-histórico de Stonehenge da Inglaterra (Foto 2 - para que se possa comparar) mas, afinal, nem eu estava na Inglaterra e, na verdade esse é de pedra e não de betão, isso seria pedir demais, ou não, digo eu…
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Nota -> Foto 1, autor: Joaquim Francisco (fotografia da rotunda da Serôdia, segundo a visão do próprio autor). Foto 2 retirada da Internet.
- In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3869 de 2009-07-31
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-07-17
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DESENHO DA SEMANA

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O JARDIM

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Autor: Joaquim Francisco - Tomar - Ano 1986 -> Relíquias do Passado

Este ser o Homem

Como a vida é bela.
Pura, doce, ingénua e de uma calma imensa.
Satisfaz caminhar com ela não adormecida.
Seu doce olhar nos observa.
Graça e requinte, beleza, numa só palavra.
O seu dia nascerá com pureza, para o Homem.
Este ser, o Homem.
Ele mata, ele ama. Olhem à sua volta.
Ele pisa, ele destrói.
É a morte, é a vida.
Uma louca velocidade incontrolável, como uma sombra.
Caprichos desmedidos. Observem e escutem.
Estamos cegos, surdos e loucos.
Loucos pela vida, essa doce e amarga coisa que nasceu para ser vivida.
Pura, ingénua e de uma calma imensa.
Beleza, numa só palavra.
Este ser, o Homem. Olhem à sua volta.
Ele destrói…
É a vida.

Por: Joaquim Francisco
Tomar - Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Foto: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-07-05 - A SOMBRA

FOTOGRAFIA DA SEMANA -> 09-07-02

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COMENTÁRIO POSSÍVEL: hum... bem... ou seja... bom... sem comentários...
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Foto: Manuel Pinho Ex-Ministro da Economia

Lixo, Civismo e Companhia Lda. (Parte II)

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A fotografia aqui apresentada (Foto 1) foi tirada no dia 02-07-2009, quinta-feira passada e, acreditem ou não, nem sei como começar a descrever a situação retratada na mesma.
Num artigo publicado em 07-07-2007 (veja-se neste Blog) neste nosso Jornal, chamei a atenção para a falta de civismo que alguns moradores da Alameda Um de Março tinham demonstrado, pondo o lixo fora do contentor (veja-se Foto 2 molok), junto ao marco de correio dos CTT quando, o situado perto da perfumaria (na outra esquina e a uma distância de 15 metros) estava nitidamente vazio.

Relembro que na altura, o nosso Ex-presidente Paiva num edital, alertava a população para a necessidade de não colocarem lixo no chão, portanto, fora dos contentores. Passados dois anos, a minha indignação e perplexidade repete-se. O que se observou (Foto 1) na Av. Ângela Tamagnini (perto da paragem do autocarro, do lado da “curva da Marisqueira”) envergonha e indispõe de certeza (alguns) dos seus moradores (ou não?...). Eu, como morador, ao registar semelhante situação, não pude deixar de reparar que 20/25 metros mais à frente, precisamente na “curva da Marisqueira”, se encontravam dois contentores de lixo, VAZIOS. Pergunto: Será que mais ninguém os viu?... Tal como escrevi no passado, relembro agora e novamente que, deitar lixo para o chão, é passível de multa. Espero vivamente que os meus VIZINHOS (se é que os posso tratar como tal) não cometam mais atentados PORCOS como este, até porque civicamente não lhes fica bem. A higiene nas ruas tem de ser uma das prioridades da população tomarense. Não prestar atenção a esta situação, é ajudar a denegrir a imagem que a nossa Cidade quer e deve transmitir a Portugal e ao Mundo. Quem nos visita, certamente irá reparar e fotografar os bons e maus exemplos de cidadania que lhes proporcionamos, para além da paisagem e monumentos. Gostariam de ver um outdoor, na Rotunda do Bom Jardim, como o apresentado na Foto 3?...

Como a mistura de lixo doméstico, com papel e garrafas de plástico era bem visível no contentor, gostaria de sugerir aos Tomarenses o começo (urgente) da separação dos lixos que produzem: Ecopontos Verdes – Vidro (Vidrão), Amarelos – Plástico e Metal, Azuis – Papel e nos restantes Contentores (os que têm rodas) – Lixo doméstico. Uma palavra aos nossos Governantes Tomarenses: Que me dizem de um desdobrável (flyer), com distribuição gratuita pela população (infomail), com a localização de Contentores do Lixo, Ecopontos e Molokes, na nossa Cidade?... Seria uma grande ajuda para a população Tomarense (digo eu). É que alguns dos nossos conterrâneos, parecem desconhecer a localização pormenorizada de toda esta quantidade de receptáculos de lixo espalhados cá pelas ruas. Fica a ideia, fica o alerta: Civismo.

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-07-03

Fotografias: Joaquim Francisco 2009-07-02 - Foto 3: Outdoor situado na Retunda do Bom Jardim, Tomar, adaptado por Joaquim Francisco (Foto montagem).

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3867 de 2009-07-17

HOMENAGEM da SEMANA

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Fotografia: in Michael Jackson "A Tear-out photo book", 1995, Oliver Books, Riverside Road, London -> Montagem e adaptação: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-06-30

O Sol quando nasce, não é para todos.

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Dinheiro há muito está é mal distribuído.

Foi com muito orgulho que recebi a notícia da possível transferência do “nosso” Cristiano Ronaldo, do Manchester United para o Real de Madrid. Primeiro, não é todos os dias que um Português vai para Espanha “trabalhar” (digo eu). Segundo, finalmente quebrou-se o tabu. Penso que é o termo utilizado no meio futebolístico, tabu, interessante palavra, na política também se costuma ouvir… Terceiro, os valores da “transferência” são tão… Como é que hei-de dizer… Tão “gordos”, não… Cheios… também não… bolas, faltam-me as palavras correctas para classificar um número com tantos ZEROS. Bem, os leitores arranjam de certeza uma expressão perfeita, fica assim ao vosso critério. A ser verdade, com as matemáticas a trabalhar, chega-se facilmente a resultados admiráveis.

Vejamos: O desenho anexo, refere o número de ordenados mínimos que se pagam com o valor da transferência, resultado, 208000 ordenados mínimos. Pagava o ordenado a 14762 trabalhadores, durante um ano. Dá para pagar 671 ordenados ao nosso Presidente da República e 885 ordenados ao Primeiro-Ministro. Curiosamente, podemos comprar 269 Ferraris com aquele valor. Esta transferência milionária, ou seja, o valor de que se fala, não vai para os bolsos do craque da bola. Mas que é um verdadeiro atentado à pobreza alheia, ainda por cima, nos tempos de crise que correm, disso não tenhamos a menor dúvida. O Real de Madrid está com certeza a nadar em dinheiro, colocando-se assim na linha da frente da retoma económica, caso contrário, não se estaria a meter nesta, chamar-lhe-ia, incongruência monetária, devaneio financeiro ou delírio económico. Bem podem os nuestros hermanos gritar OLÉ de tanto contentamento. Com o dinheiro a fluir às carradas, lá para aquelas bandas do Santiago Barnabéu, não me admira nada assistir a filas de desempregados, pedintes, banqueiros falidos e ex-funcionárias da Atalaia (ou não), tudo de mão estendida a pedir uma “Real” esmolinha. Nós por cá já estamos habituados. Temos até a expressão: “dê-me um tostãozinho para o Santo António” que é velhinha, eficaz e está sempre na moda (pelo menos uma vez por ano).
Finalmente, quiero dejar una palabra de consuelo a todos los españoles, pêro, prefiero que el dinero se gasta allí, en Madrid, España, de lo que se gasta en Portugal porque, parece que los españoles son más ricos que los portugueses.
Uau, estou a ficar muy bueno a escribir español. É o nosso Primeiro a hablar e eu a escribir. Estamos a ficar tão bons nesta matéria que, não tarda nada, estamos a ser contratados, também, pelo Gobierno Zapatero. Já que falei no nosso Primeiro, aproveito esta ocasião para lembrar o nosso Governo Sócrates, de não “embarcar” no TGV pois, nesta guerra de milhões, 200.000.000 para o arranque da obra é, repito, incongruência monetária, devaneio financeiro ou delírio económico.
Bom, com ou sem espanholadas, o certo é que este negócio de 93 milhões, é uma VERGONHA. Bem verdadeira se torna a frase: O Sol quando nasce, não é para todos.
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In Jornal Cidade de Tomar - 2009-06-19 - Edição N.º 3863
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-06-13

Save the Stars


Autor: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-31

VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores – Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem.


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Com as Eleições à porta, não podia deixar de me auto proclamar Candidato pelo PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Com o lema: Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem, vou tapar o “buraco” deixado pela oposição que se revela à Esquerda e à Direita, mantendo-me assim, ao “centro”. Dirijo a minha palavra e acção politiqueira à Europa em particular, a Portugal em qualquer coisa e a Tomar e Arredores em geral. VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores.

A minha campanha vai conseguir, através de parcerias consolidadas e de umas quantas influências que a CGD e o BCP entrem com 120 milhões de euros cada um, o BES com 80 milhões, o Santander Totta com 60 milhões, o BPI com 50 milhões e a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo com 20 milhões. Repararam com certeza que este grupinho de Instituições Bancárias, já se uniu no passado para ajudar o BPP. Agora, com a ajuda deste período eleitoral (e por ser politicamente correcto), vão-me auxiliar a desenvolver uma forte campanha, através desta “pequena e singela” achega pecuniária (ou não) e tudo na maior das legalidades. VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Já para não falar do aval do Estado que se cifra para cima de um dinheirão mas… bem... não quero utilizar esta ferramenta como bandeira política e muito menos de campanha. A minha batalha vai pautar-se pela originalidade de ideias e acções astuciosas, não utilizando mensagens negativas contra os meus adversários de corrida, nas próximas maratonas desportivas (perdão) políticas a realizar à porta dos Eleitores. Não “és preciso ablar español cono los otros” como o nosso Primeiro. Não necessito de “assinar por baixo”, eu assino onde quiserem… por baixo, por cima, de lado, de esguelha, etc. VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Não quero ir às Feiras e Mercados distribuir beijos e abraços até porque, não é higiénico. Não vou utilizar as “cores vermelhas e verdes” à mistura e também não vou “bloquear” nada, nem ninguém. Sempre que se quiserem manifestar, gritem muito alto e bem: VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Parte do dinheiro que vou receber por conta das “gorjetas”, já acima referidas e do aval do Estado (convêm lembrar), servirão para ajudar a IFM – Infelizes, Funcionários na Miséria, pois a sua situação laboral, para tal caminha… VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Não me lembro assim de mais nada para escrever mas, ficaria muito feliz se o apoio e solidariedade política e institucional se solidificassem, conforme o desejo do fundo da minha alma eleitoralista. O inaudito provento que esta conjuntura me assesta, caracteriza-se ela mesma, de grande comoção para com o povo que me apraz tergiversar solenemente. Por tudo isto, VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores – Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem (digo eu).
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-2009

OUTDOOR DA SEMANA


Imagem dos Outdoors de Campanha, espalhados pelo nosso Concelho

José Becerra Vitorino é o Candidato a Presidente da Câmara Municipal pelo PS - Partido Socialista Português. E, diga-se, um GRANDE CANDIDATO. Tão grande, tão grande, tão grande que, veja-se, a avaliar pelo poster apresentado, NEM CABE NO MESMO.


Não sei bem o porquê desta "estratégia política", de cortar a cabeça ao nosso Candidato. Seja como for, eu não sou de intrigas e, resolvi ajudar a causa. Além do mais, até simpatizo com o amigo Vitorino... Assim sendo, o meu contributo:



Hããã!!!... Está ou não está com pinta...

Agora sim, temos um GRANDE e COMPLETO CANDIDATO...

Nota: O 2.º poster foi composto por Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-20

Sorria, continua a ser gamado…


O slogan “Sorria, está a ser gamado…” foi por mim utilizado, num texto escrito neste nosso Jornal Cidade de Tomar (ver Edição N.º 3810 de 13 de Junho de 2008). Na altura em que o mesmo foi escrito, argumentava-se a grande escandaleira que eram os preços dos combustíveis, praticados pela “nossa” Galp. Felizmente, desde então, assistimos à lenta redução do preço do barril de petróleo (não sei se adianta alguma coisa), nos mercados internacionais. Por parte da OPEP – Organização dos países exportadores de petróleo, a sua cotação, está a ser muito contestada. Argumentam estar baixa demais, pois o barril está a ser transaccionado na casa dos 50 a 60 Dólares quando deveria estar nos 70 Dólares ou mais: "O preço de 50 dólares não é suficiente para cobrir os custos de investimentos no futuro, (...) o preço que permite receitas razoáveis e aceitáveis é de mais de 70 dólares o barril", declarou em Argel, o secretário-geral do cartel, Abdellah El Badri (26-04-2009 – Fonte SIC). Realmente, a situação deve ser ponderada e todos devem respeitar essa ideia, tendo em vista “os custos de investimento no futuro”, entendo até que o Sr. Abdallah se estava a referir a investimentos em Energias Renováveis mas sobre essa matéria se calhar, vou ter de “esperar sentado”. O que não entendo mesmo, são os preços praticados internamente, no nosso País. Senão vejamos: Quando o Barril estava, em 2008, a ser transaccionado a 90 e a 100 dólares, cá, o preço do Gasóleo (por exemplo) rondava em média 1,0 € a 1,10 € o litro. Agora, que o preço do barril ronda os 60, 65 dólares, temos cá o preço de 0,970 € a 0,980 € por litro. Se a matemática não me falha e usando mais uma vez o Gasóleo como exemplo: Se um Barril que custa 90 Dólares, origina gasóleo a 1,0 Euro, quando o barril custa 60 Dólares, o gasóleo custa Xis. Ora bem, fazendo a conta ao Xis o resultado é igual a 0,666 Euros (ou será que a regra de três simples não se pode utilizar nos combustíveis?). Pergunto: A minha Matemática está errada ou as contas da Galp estão inflacionadas?... A Autoridade Reguladora (se é que existe) já fez estas contas ou está a pactuar comodamente com aqueles “Galpistas”, perdão, “Golpistas”?... O Governo sabe e nada faz ou nada faz porque lhe sabe…(bem)?... Certo é que a diferença é de 30 cêntimos por litro a menos e em média, em relação aos preços praticados actualmente. Bem podem argumentar que existem taxas, impostos, transacções, petroleiros carregados no alto mar à espera de comprador, interesses estatais, intermediários oportunistas e cotações no mercado bolsista a influenciar os elevados preços que os Portugueses estão a pagar. Não aceito, nem acredito nas desculpas esfarrapadas com que nos carregam. Na verdade, os Senhores Galp estão a vender os combustíveis muito caros e ainda vêm com falinhas mansas sobre os aditivos, os “mitos urbanos”, que a deles é que é boa, a dos outros não presta e etc. Afinal, não é a Galp que fornece o mercado em 95%? (digo eu). Os clientes finais, que somos nós (chateia, serem sempre os mesmos a pagar) têm de se sujeitar, mais uma vez, a este descarado GAMANÇO. Por isso, caro leitor: Sorria, continua a ser gamado…

In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3861 - 2009-06-05
Por: Joaquim Francisco -Tomar - 2009-05- 20

DESENHO DA SEMANA

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Nota:
Este desenho "O Espelho da Política", é baseado no Livro de George Orwell: "O Triunfo dos Porcos". Não me detenho na frase: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros" que será, diga-se, a mais emblemática mas sim, na frase que se lê no fim do livro: "Os que se encontravam lá fora olhavam do porco para o homem, do homem para o porco e novamente do porco para o homem, mas era já impossível distinguir uns dos outros."
Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-13

FOTO DA SEMANA

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Foto: Joaquim Francisco - Rotunda da Av. Ângela Tamagnini - Tomar - 2009-05-08

Na rotunda situada a meio da Av. Ângela Tamagnini, existe (ou existia) um cartaz relativo à campanha eleitoral, penso que da Sra. Manuela F. Leite. Este cartaz é representativo e demonstra bem a CRISE que atravessa Portugal. Já chegou (a crise, claro), veja-se, à Política. Imaginem assim, as seguintes hipóteses:

1.º - A cola já não é de altíssima qualidade (será Made in China?).
2.º - Já não se pode confiar nos voluntários que colam os cartazes (será que andam armados em Políticos?).
3.º - Os placards já não são o que eram. Chapa metálica não aceita cola de papel (digo eu). Mais valia utilizar Platex (sempre era produto tomarense).
4.º - Terá existido boicote, como forma de protesto aos arrufos constantes que trespassam a nossa boa realidade política (boa... ou não).
5.º - Nenhuma das anteriores... ou, todas em simultâneo... (ui, esta doeu).

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Afinal, sempre existe a “Geração Rasca”?...

Em 1994, Vicente Jorge Silva escrevia sobre a “Geração Rasca”, no Jornal o Público. Referia-se concretamente, aos jovens universitários que manifestavam a sua discordância pelas políticas educativas, principalmente sobre o aumento das propinas universitárias. Só por curiosidade, este senhor, foi deputado pelo Partido Socialista eleito pelo circulo eleitoral de Lisboa quando (não se riam), Manuela Ferreira Leite era Ministra da Educação. Passados 15 anos, os jovens agora com 12, 13 a 15, 16 anos de idade, estão condenados a ser apelidados novamente com o mesmo nome só que, actualmente, por motivos mais sócio/familiares e políticos.
Senão vejamos: Os nossos jovens, em cada duas palavras que dizem, uma é asneira. Não respeitam, nem acatam a opinião dos mais velhos. Desconhecem o significado da palavra “obrigado” como tal, não a utilizam... Não têm no léxico a expressão “por favor…”. Porque são porcos, não sabem o que é um caixote do lixo. São fúteis, baldas e… Em cada dois alunos, um é um zero a Matemática. Em cada dois alunos, um é um zero a Português. Vou parar por aqui.

Verdade seja dita que a responsabilidade desta situação, ter chegado aonde chegou, muito se deve à atitude dos seus papás (a geração anterior?... digo eu…). Estes, pensam que educar, é dar tudo o que é fixe, moderno e tecnologicamente avançado: Boa roupa de marca, dinheiro no bolso para comer “fora” e telemóvel topo de gama. Tudo para os meninos ficarem bem na fotografia do “grupo”. Não se pode deixar de responsabilizar (também) os sucessivos Governos que em prol da modernidade e evolução civilizacional, legislaram sempre políticas falhadas e arruinadoras do real interesse da juventude estudantil. Esta época do “facilitismo educacional” que se vive na Escola Pública, veio ajudar a agravar a situação. A crise económica/financeira é, assim, mais uma a assolar esta sociedade chamada de, portuguesa. Uma sociedade pobre. Pobre em cultura, em valores, em dinheiro e em jovens com um J grande. Não adianta vender PC’s baratos, aumentar a idade da escolaridade obrigatória ou incentivar a cultura das “Novas Oportunidades”. Somente com boas políticas de ensino, bem estruturadas e com mais apoio da família (é obrigatório a mesma ser responsabilizada) se consegue fazer algo de positivo. Portugal vai ter agora um Ciclo Eleitoral e, todos os Partidos vão ter uma oportunidade soberana para desenvolverem e aplicarem um programa que recaia sobre esta matéria tão sensível. Não fazer nada, vai hipotecar ainda mais o futuro das novas gerações, temendo eu que, mais rascas vão ser.

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3858 - 2009-05-15

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-03

POEMA DA SEMANA

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Encontro com a Noite...

Que a Noite vos encontre, maravilhosa.
Saúde, Paz e em quantidade, amor.
Brilho, alegria e muito harmoniosa.
Mil flores de rosas, com um eterno odor.


Autor: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-25