Quem sou:
- Joaquim Francisco
- Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα
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2018
(3)
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2017
(11)
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- ► Outubro 2017 (2)
- ► Agosto 2017 (1)
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- ► Junho 2017 (2)
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►
2016
(2)
- ► Agosto 2016 (2)
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►
2015
(4)
- ► Agosto 2015 (1)
- ► Julho 2015 (1)
- ► Abril 2015 (1)
- ► Janeiro 2015 (1)
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►
2014
(5)
- ► Junho 2014 (1)
- ► Abril 2014 (2)
- ► Março 2014 (1)
- ► Fevereiro 2014 (1)
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►
2013
(1)
- ► Março 2013 (1)
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►
2012
(9)
- ► Setembro 2012 (2)
- ► Julho 2012 (1)
- ► Junho 2012 (2)
- ► Abril 2012 (2)
- ► Março 2012 (1)
- ► Janeiro 2012 (1)
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►
2011
(20)
- ► Dezembro 2011 (1)
- ► Novembro 2011 (1)
- ► Outubro 2011 (2)
- ► Setembro 2011 (2)
- ► Agosto 2011 (2)
- ► Abril 2011 (3)
- ► Março 2011 (1)
- ► Fevereiro 2011 (4)
- ► Janeiro 2011 (3)
-
►
2010
(29)
- ► Dezembro 2010 (2)
- ► Novembro 2010 (3)
- ► Outubro 2010 (1)
- ► Setembro 2010 (2)
- ► Agosto 2010 (5)
- ► Julho 2010 (1)
- ► Junho 2010 (2)
- ► Abril 2010 (3)
- ► Março 2010 (5)
- ► Fevereiro 2010 (3)
- ► Janeiro 2010 (2)
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►
2009
(54)
- ► Dezembro 2009 (1)
- ► Novembro 2009 (2)
- ► Outubro 2009 (6)
- ► Setembro 2009 (7)
- ► Agosto 2009 (4)
- ► Julho 2009 (6)
- ► Junho 2009 (3)
- ► Abril 2009 (5)
- ► Março 2009 (4)
- ► Fevereiro 2009 (4)
- ► Janeiro 2009 (6)
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►
2008
(54)
- ► Dezembro 2008 (5)
- ► Novembro 2008 (5)
- ► Outubro 2008 (3)
- ► Setembro 2008 (6)
- ► Agosto 2008 (4)
- ► Julho 2008 (4)
- ► Junho 2008 (7)
- ► Abril 2008 (3)
- ► Março 2008 (5)
- ► Fevereiro 2008 (6)
- ► Janeiro 2008 (2)
-
►
2007
(38)
- ► Dezembro 2007 (1)
- ► Novembro 2007 (2)
- ► Setembro 2007 (4)
- ► Agosto 2007 (3)
- ► Abril 2007 (2)
- ► Março 2007 (10)
- ► Fevereiro 2007 (14)
FOTO da SEMANA
Um "Monumento" em Mação (mesmo à entrada da localidade) que é a imagem e semelhança do nosso País: NÃO SE VAI A LADO ALGUM...
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Golfe em Tomar e os Pegões por restaurar (II).
Desta vez é que é: As ofertas turísticas em Tomar vão ficar mais ricas com a instalação de um Campo de Golfe (paredes meias com o Aqueduto dos Pegões) e diga-se com frontalidade e realismo que bem falta faz uma estrutura com estas características, cá na nossa Santa Terrinha. Espero no entanto que o Executivo Camarário peça contrapartidas e/ou crie ele próprio contrapartidas para a nossa Cidade. Lá por se apregoar aos “Sete Montes” um empreendimento turístico de grande importância (pois este não vai ser a Galinha dos Ovos D’Ouro), não pense a Edilidade Camarária que deve agora receber palmadinhas nas costas e bolos com velas para cantarmos os parabéns, pois muito mais há que fazer.
| De F R A S E S e T E X T O S |
Passo a explicar a minha ideia (mais uma vez): Embelezar as entradas de Tomar desde o FLECHEIRO sem lixo e outras coisas mais, passando pelo ALVITO sem sucata e sucata e, CAPELA S. GREGÓRIO sem imagens deprimentes. O LARGO DO PELOURINHO sem carros, CAMINHO PEDESTRE para o CASTELO (ao lado do pelourinho) limpo e calcetado, etc. etc. etc. Uma contrapartida não menos importante seria o restauro do Aqueduto dos Pegões. Quem se interessa minimamente por construções de grande beleza arquitectónica, repara no vergonhoso esquecimento a que aquele Aqueduto foi votado, o Aqueduto e o seu respectivo Túnel, ambos destinados ao abandono e a necessitar urgentemente de recuperação. Penso que não faz sentido e até era grotesco ter uma infra-estrutura turística ladeada de ruínas e arbustos a crescer nas centenárias pedras (que rico Cartão de Visita dava uma fotografia oportunista, a documentar a coisa). Lanço pois o repto aos Responsáveis Camarários e porque não à Empresa que irá explorar o Campo de Golfe, a pensarem seriamente nestas duas situações (é o mínimo que se pode pedir, digo eu).
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Por: Joaquim Francisco
Tomar: 2011-02-05
Ver este TEXTO
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Não necessito de 500,00€ de Ordenado Mínimo.
Bem, como se pode constatar, o milagre contabilístico que tem de ser levado em conta pelas Famílias que estarão afectas ao SM de 2011, tem a característica de considerar como gastos supérfluos, passo a destacar: Peixaria, legumes, transportes e vícios. Pois então… É ou não é legítimo cortar, cortar e voltar a cortar. Como sou muito justo e democrático, reforcei o consumo do Pão e da Água, como podem observar. Penso que a política consumista/familiar a seguir é esta, ou seja, a velha fórmula que já devia ter sido implementada em Portugal: estarmos a Pão e Água durante 2011. Isto sim é uma brilhante, simples e economicista gestão económica de um Agregado Familiar que se preze. Pronto, já dei a minha “Aula” de “Governação” económica, provando que afinal, 485,00€ chegam perfeitamente para “Viver” em Portugal. E para 3 pessoas… Resumindo e concluindo, lembrem-se, Pão e Água.
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2011-01-18
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2011-01-18
Afinal, razão tem o Patronato quando afirma que o Salário Mínimo (SM) não necessita passar dos 475,00€ (Ano 2010) para os 500,00€ (Ano 2011). Bastou utilizar uma folha Excel, trabalhar as suas fórmulas e organizar os itens que uma família Portuguesa utiliza no seu dia a dia (vulgo, gastos familiares) e BINGO, eis que chegamos ao “mágico” resultado que me leva a argumentar: Não necessito de 500,00€ de Ordenado Mínimo. Assim, os 485,00€ que vão vingar neste Ano de 2011 estão muito bem ajustados para manter estável uma família constituída por 2 Adultos e uma Criança. Um agregado familiar com estas características, tem de uma vez por todas aceitar que as evidências são demasiado óbvias e irrefutáveis.
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| De F R A S E S e T E X T O S |
Já em 2009 aquando de um Artigo de Opinião publicado por mim “O Segundo Pedido do Ano”, consegui provar por A+B que o SM era o suficiente (mesmo acabando o Mês com um saldo negativo de 25,00€). Mais uma vez (tal como na altura escrevi), tenho de concordar que Políticos, Gestores e outros, têm muito mais dificuldade em gerir seus Ordenados. Porquê?... Porque com o quíntuplo (ou mais) do valor para gastar, têm a complicação da eterna pergunta que os persegue: Onde, quando e como vamos gastar o nosso Salário?... Bolas… Que maçada. Coitadinhos… Isto sim é muito preocupante.
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Tornado em Tomar e Voluntariado
Para começar, agradeço desde já a todos os VOLUNTÁRIOS que se voluntariaram para ajudar. Quero igualmente agradecer a todos os Sapadores, Canarinhos e Bombeiros Voluntários (de Ferreira do Zêzere também) que com a sua já bem demonstrada dedicação, estiveram o tempo todo no terreno. Para a Protecção Civil, Estalagem Sta. Iria, uma palavra de apreço. E para concluir, um grande e caloroso agradecimento a toda a população de Tomar (aproximadamente 40 mil) que se dedicaram de alma e coração, a não fazer absolutamente nada para ajudar. Penso que esta falta de coragem da grande maioria da população, até foi útil. Porquê?... Porque ficámos a conhecer o espírito de inter-ajuda que corre nas veias tomarenses. LAMENTÁVEL. Continuando.
| De Fotos Actividades e Passatempos Radicais |
O grupo de 16 VOLUNTÁRIOS eram poucos mas BONS e, diga-se, desdobrámo-nos o mais possível para ajudar as populações afectadas. Realmente, ao estar no terreno, fica-se com outra ideia em relação ao que aconteceu. Uma coisa é termos uma visão periférica do que aconteceu mas a realidade é bem diferente. É como andar de carro numa estrada em mau estado, sentimos as oscilações do veículo mas nada mais do que isso. No entanto se andarmos por ela a pé, vemos os buracos, o lixo das bermas, as imperfeições, numa palavra, OS ESTRAGOS. Foi isso que se viu, os estragos e verdade seja dita, muitos, muitos e muitos. Imagino agora a aflição, o pânico e o desespero que estas pessoas viveram e atrevo-me a dizer vivem. Foi traumatizante (ponto). Espero agora que esta ocorrência sirva para que, de futuro, mais VOLUNTÁRIOS apareçam, pois todos os braços são imprescindíveis. E que não se mandem BOCAS ao trabalho da Protecção Civil. Não fica bem, cada um tem de fazer o seu trabalho, com o timing que se pode arranjar, com os braços para trabalhar possíveis e só, repito, só. Para finalizar, gostaria de deixar aqui registado uma curiosidade sobre os VOLUNTÁRIOS, pois é bom que saiba: Um VOLUNTÁRIO de Viseu, uma de Alverca, de Leiria e um VOLUNTÁRIO veio de Bruxelas. Alguém que não tinha nada a ver com Tomar mas DEDICOU o seu tempo a Tomar.
Joaquim Francisco – Tomar – 2010-12-12 – VOLUNTÁRIO 11 e 12 de Dezembro
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As Universidades, as Bolsas, a Borga e as Finanças.
O velho ditado popular: “Paga o justo pelo pecador", vem mesmo a calhar, em parte, para documentar o que se está a passar presentemente em Portugal ao nível das finanças públicas. Muitas famílias vão agora pagar com o “couro e o cabelo” os estúpidos devaneios atentados por Políticos que se limitaram a olhar para o umbigo em detrimento do povo que se encontra ao seu redor. Este laxismo teve a particularidade de ajudar a esbanjar de recursos e a perversidade de, paralelamente, criar um conjunto de “vícios” que acompanham a vida do dia a dia político, contagiando outros agentes oficiais que se “ocultam” gerando a falta de fiscalização (Finanças e Policia por exemplo). Depois deste exercício de retórica, gostaria de escrever sobre duas situações/exemplos (escolhi estas pois todos os dias assistimos impávidos e serenos mas, não mexemos uma palha para alterar a situação) que estão a tomar proporções demasiado elevadas para deixar passar em branco.
No dia 17 de Novembro de 2010, Estudantes Universitários (principalmente Universidade de Coimbra) deslocaram-se a Lisboa para protestar contra o corte das verbas da acção social e o aumento das propinas. Os 20 Mil Alunos na Universidade de Coimbra, ou melhor os 100 Mil alunos universitários em Portugal estão muito preocupados pois os 200 Euros que gastam com o quarto, água, luz e água (por exemplo) é muito dinheiro e não recebem um auxilio por parte do Estado que se coadune com estes montantes. 1.ª Situação – Nunca se ouviu ou ouve os Estudantes a protestar contra a vergonhosa e continuada prática de arrendar quartos aonde não se passa recibo. Se a Matemática não me engana, um quarto cujo valor do aluguer seja de 150 Euros pagaria +/- 30 Euros de IVA. Se multiplicarmos esse valor por 50 mil alunos (só este número de quartos alugados) dá um valor para o Estado de 1 Milhão e 500 Mil euros de IVA. Se multiplicarmos por 12 meses, dá o singelo valor de 18 Milhões de Euros por Ano. Falham como escrevi as entidades fiscalizadoras sendo coniventes os milhares de Estudantes e já agora, as suas famílias. 2.ª Situação – A preocupante escalada de noitadas, bebedeiras, borga e vadiagem que reina nas nossas Faculdades e Politécnicos. Muito dinheiro tem no bolso esta geração estudantil. Muito dinheiro têm de ter os papás para poderem sustentar a malta e seus vícios. (reconheço que felizmente não é a maioria, mas são muitos a prevaricar). Não admira pois que o Estado tenha argumentos para agir em conformidade, ou seja, baixa os subsídios e aumenta as propinas. Cá está o porquê de eu ter escrito “Paga o justo pelo pecador”. Estes exemplos (entre muitos) são bem representativos da realidade e pequenez do Portugal que se queria justo, digno e honesto. Mas não, teremos sempre a fuga à responsabilidade e a falta de “vigilância” a todos os níveis, a ajudar diariamente à ocorrência destas situações. Assim não vamos longe, digo eu.
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FOTO-MONTAGEM da SEMANA
Não vale a pena ser Campeão da Europa e Campeão do Mundo. Quando Portugal está inspirado, nada nos pára. 4 - 0 = Grande Jogo.
Foto-Montagem: Joaquim Francisco - Imagens retiradas da net.
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Do Crédito à Poupança, passando pela calamidade.
No dia 2 de Novembro de 2010, mais um Dia Mundial da Poupança passou pelos “bolsos” dos portugueses. É pena que nem todos conseguiram, com alegria, comemorar esta emblemática efeméride. Esta ocasião deveria ser acompanhada de uma profunda reflexão não só por toda a sociedade em geral mas também pela classe política em particular.
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2010-11-02
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Homenagem ao Resgate dos Mineiros do Chile em 14-10-2010
Depois de 69 dias a 700 metros de profundidade, finalmente os Mineiros Chilenos chegaram vivos à superfície. Quero assim, deixar registado mesmo sendo cá de longe, o meu mais sincero apoio e solidariedade, a todos eles e extensivo a todos os que colaboraram para que o resgate fosse como se assistiu, um grandioso feito. Como me dedico a actividades que me levam às profundezas da terra (mesmo não sendo tão profundo e como se diz na gíria, por desporto) pertenço a um grupo que, em parte, sabe bem o que se sente lá em baixo, em espaços muito confinados. Quando desligamos a luz, o escuro é total, a temperatura é baixa, a falta de água, comida e neste caso, o isolamento atormentam qualquer um menos preparado. Realmente, tem de se ter individualmente um espírito muito forte e em grupo uma profunda união para se resistir ao medo e ao desespero, numa palavra: Pânico.
É por tudo isto que lanço aqui a minha homenagem, sentindo que não existem palavras suficientes para exprimir tudo o que estes Homens merecem ouvir ou ser escrito sobre eles. Desejo também igualmente homenagear os intervenientes no resgate, uma palavra de apreço a todas as Nações que de uma maneira ou outra, intervieram e contribuiram activamente com os seus conhecimentos tecnológicos e uma atenção para todos os familiares que durante os longos e difíceis 69 dias, devem ter sofrido tanto como os seus entes mineiros. Não consigo imaginar a angústia e o desespero que todos viveram.
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| De Fotos Actividades e Passatempos Radicais |
Os Mineiros resgatados:
1- Florencio Ávalos: 31 anos, capataz, casado e pai de um filho de sete anos. Irmão de Renán, outro dos mineiros presos. Sua habilidade em lidar com situações críticas e experiência na mina (trabalha no sector há 8 anos) fez com que ele fosse escolhido para ser o primeiro a subir por meio da cápsula.
2- Mario Sepúlveda: 40 anos, electricista, casado. Após ser resgatado, ele agradeceu às autoridades pelo êxito na operação e criticou a situação das minas no Chile.
3- Juan Illanes: 52 anos, mineiro, casado. Veterano do conflito na fronteira que quase gerou uma guerra entre o Chile e a Argentina, em 1978.
4- Carlos Mamani: boliviano de 23 anos, é operador de máquinas pesadas, casado e pai de uma filha de poucos meses. É o único do grupo que não é chileno.
5- Jimmy Sánchez: 19 anos, mineiro, solteiro. É o mais jovem do grupo.
6- Osman Araya: 30 anos, mineiro, casado. Trabalhava somente há quatro meses na mina.
7- José Ojeda: 46 anos, encarregado da perfuração, viúvo. Sofre de diabetes e foi quem escreveu a mensagem que anunciou ao mundo que todos estavam com vida. "Estamos bem no refúgio, os 33."
8- Claudio Yáñez: 34 anos, operador de broca, solteiro.
9- Mario Gómez: 63 anos, motorista, casado. É o mais velho do grupo, e sua subida foi cercada de cuidados devido à sua condição de saúde. É filho de mineiro.
10- Alex Vega: 32 anos, mecânico de maquinaria pesada, casado. Em 22 de Setembro, comemorou seu aniversário dentro da mina.
11- Jorge Galleguillos: 56 anos, mineiro, casado. Trabalhou toda sua vida na mina e sofre de hipertensão.
12- Edison Peña: 34 anos, mineiro, solteiro. Na primeira gravação, expressou ansiedade ao dizer: "Quero sair logo".
13- Carlos Barrios: 27 anos, mineiro, solteiro.
14- Víctor Zamora: 33 anos, mecânico auto, casado. Preso na mina, recebeu a confirmação de que sua mulher, Jéssica Cortez, está grávida.
15- Víctor Segovia: 48 anos, electricista, casado. É o encarregado de registar por escrito tudo o que acontece dentro da mina.
16- Daniel Herrera: 27 anos, motorista de pesados, casado. Sua mãe, Alicia Campos, contou que prometeu não chorar quando conseguiu falar com ele lá em baixo.
17- Omar Reygadas: 56 anos, electricista, casado. Tinha acabado de começar a trabalhar na mina.
18- Esteban Rojas: 44 anos, encarregado de manutenção, casado. Ele prometeu, por carta, à sua mulher, Jessica Yáñez, com quem se casou no civil há 25 anos, que ao sair fariam uma cerimónia religiosa.
19- Pablo Rojas: 45 anos, carregador de explosivos, casado. Tinha menos de meio ano trabalhando na mina.
20- Dario Segovia: 48 anos, operador de broca, casado. Sua mulher, Jessica Chille, conseguiu falar com ele após 24 dias. "Ouvir sua voz foi um alívio para o meu coração", disse ela.
21- Yonni Barrios: 50 anos, electricista, casado. Por seus conhecimentos de enfermagem, foi encarregado de elaborar relatórios médicos de seus companheiros e de vaciná-los.
22- Samuel Avalos: 43 anos.
23- Carlos Bugueño: 27 anos, solteiro. Antes de entrar na mina, trabalhava como segurança.
24- José Henríquez: 54 anos, encarregado de perfuração, casado. Era o guia espiritual dos mineiros.
25- Renán Ávalos: 29 anos, solteiro. Renán trabalhava na mina há cinco meses e é irmão do capataz Florencio Ávalos.
26- Claudio Acuña: 44 anos, operador de perfuradora, solteiro.
27- Franklin Lobos: 53 anos, motorista, solteiro. Ex-jogador de futebol, com passagem rápida pela selecção chilena.
28- Richard Villarroel: 27 anos, mecânico, solteiro.
FONTE: JORNAL AGORA (Brasil) 14-10-2010
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Filme da Semana
O Lixo (Tomarense).
"Quando percorro ruas e ando por estradas quer a pé ou de carro sou obrigado a ver quão PORCO é grande parte dos meus concidadãos. Ofendidos?…"
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Tudo na mesma como a lesma.
Ora cá temos nós de volta as quezílias políticas tão habituais na nossa sociedade, fruto da rentrée política. Na Madeira, a “guerra” é tão feroz que até uma palmeira (infelizmente e com todo o devido respeito pelas vítimas) caiu. E imagine-se, até se alvitrou a hipótese da referida árvore ter tombado no sentido contrário da sua inclinação (foi dito e registado pelos órgãos de informação, não estou a inventar nada). Bom… Fui buscar este exemplo porque o mesmo é esclarecedor do “clima” político enraizado na sociedade política nacional e do gosto exacerbado que certos dirigentes partidários têm em mandar “mimos” verbalmente ditos em voz alta. A sorte deles é que a maioria do Povo Português tem a memória curta (parece que usa umas palas de lado, na cabeça, desculpem desde já a frontalidade das palavras, mas, é a pura das realidades) e não vejo melhoras na postura e até cultura política do mesmo. Pois, somos condescendentes de mais (mas com este conceito, já me estou a repetir) e lá volta a teoria dos brandos costumes a surgir no horizonte da opinião pessoal que me acompanha. Mais uma vez volto a perguntar: Até quando os Portugueses vão admitir esta sucessiva palhaçada do “diz que disse e volta a dizer” e “eu é que sei tirar o País da miséria, os outros não sabem nada” ou mais recentemente “mudar a Constituição é que nos vai tirar da adversidade”?...
Querem a verdade?... Muito bem, mais uma vez o vou escrever e até o vou colocar em destaque: A situação de Portugal encontra-se tão complicada ao nível Político, Social, Económico, Judicial e Laboral, que o retorno é muito difícil. De tal maneira que só com uma nova revolução (tudo deve começar da estaca zero e com regras bem definidas, tendo em vista não cometer os mesmos erros), se vai conseguir atingir de novo, níveis de desenvolvimento e confiança, tão ambicionados e desejados pelo Povo Português.
Atrevo-me a concluir que, muitos Portugueses têm saudades das condições que se viviam antes do 25 de Abril (mesmo os que não viveram muito essa época). Esta “nostalgia” por “esses tempos” é nem mais nem menos que a tentativa inconsciente de ter mudança (mudança e radical, diga-se). Com mágoa e tristeza assisto a tudo isto. Já escrevi e reescrevi sobre as maleitas Nacionais e nada, nada de positivo foi feito e pelos vistos assim vai continuar. TUDO NA MESMA COMO A LESMA. Pronto, já voltei a desabafar… Já me sinto preparado para enfrentar mais um dia…
- Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2010-09-03
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Jornal O Mirante - Se eu fosse Jornalista - Joaquim Francisco
| De 2010-02-11 |
Jornal O Mirante online: Joaquim Francisco - Se eu fosse Jornalista
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O Lixo – Portugal no seu melhor…
No ano 2007, escrevi um artigo de opinião com o título “Lixo e Civismo e Companhia Lda.”. Em 2009, voltei ao tema desta feita com o tema: “Lixo, Civismo e Companhia Lda. (Parte II)”. Assim, e pedindo desde já desculpa por este meu “atrevimento”, mais uma vez venho “atacar” o tema, pois penso que nunca é demais apelar ao bom senso dos Portugueses. De notar que a “musa inspiradora” deste texto, foram as fotos que se encontram anexas. É verdade. O que uma simples garrafa provoca. Quando numa viagem a Serpa e ao percorrer as suas brancas ruas, me deparei com estes cenários, fui obrigado a documentar a ocasião. O passo seguinte, como é lógico, seria alertar/reeducar o povo Português para os perigos do LIXO, pois o mesmo (povo) não tem (ou parece não ter) consciência dos malefícios que por ele (lixo) são provocados. Quando percorro ruas e ando por estradas quer a pé ou de carro sou obrigado a ver quão PORCO é grande parte dos meus concidadãos. Ofendidos?… Continuando: Garrafas de cerveja e iogurte nos passeios. A imundice que a maioria dos portugueses produz nas ruas: Garrafas de pet e os pacotes de cigarros. Insistindo: Plásticos velhos, latas de sumos nas valetas atirados pela asquerosa sociedade tuga. Ofendidos por estas palavras?…
Por vezes é bom e sabe bem abanar as estruturas. Vamos em frente: Restos de sucata, veículos abandonados e sacos de lixo despejados numa berma de estrada. Lá coragem não falta a esta malta habituada a viver numa estrumeira. Muito forte a termologia aplicada?... Entendamos que a Mãe Natureza não se consegue defender destas variadas agressões. Tento por palavras e através deste texto (mais uma vez) defender o que parece ser o mais básico: Não devemos atentar contra o Meio Ambiente. Mas afinal, pergunto: Para que servem os caixotes de lixo que estão espalhados por todo o Portugal. Quanto à foto, lindo de se ver, que rica lição de civismo, um regalo para os olhos do turista mais atento. Que rica fotografia para um postal ilustrado. Por favor e com isto concluo: Não sejam PORCOS de Norte a Sul, de Este a Oeste.
Fotos: Joaquim Francisco – Serpa 2010-08-03
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FOTO da SEMANA...
E BEM... Nas casas de banho do Parque de Campismo de Serpa, solicita-se limpeza. Mas a realidade é bem diferente. Como a maioria dos frequentadores deste Espaço são verdadeiramente PORCOS, os sanitários apresentam invariavelmente um aspecto repugnante. Afim: "PORTUGAL no SEU MELHOR"... (FOTO: Joaquim Francisco - Serpa 2010-08-01)
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Brandos Costumes e Facilitismo = Portugal
Todos os dias surgem-nos “bons exemplos” de como se deve comportar um português. Claro que como muitos desses “bons exemplos de comportamento” vêm das altas esferas sociais e políticas do nosso País e nós, o resto da sociedade, como somos bons meninos e bem comportados, tentamos, logicamente, copiar tão digna postura e actuação.
Por: Joaquim Francisco
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