Endividado como está, até à ponta dos cabelos, muito por culpa das Instituições Bancárias que seduzem os seus clientes com o “Belo do Cartão Gold, com crédito de X mil euros e pague só ao fim de 28 dias”, em conjunto com as empresas “Crédi-paga-o-que-deves” que "são mais que as mães" e especialistas em aliciar, através dos órgãos de informação, muito dinheiro em suaves pagamentos, já não sabe para onde se virar.
Quem sou:
- Joaquim Francisco
- Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα
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Paga e Paga e Companhia Lda.
Endividado como está, até à ponta dos cabelos, muito por culpa das Instituições Bancárias que seduzem os seus clientes com o “Belo do Cartão Gold, com crédito de X mil euros e pague só ao fim de 28 dias”, em conjunto com as empresas “Crédi-paga-o-que-deves” que "são mais que as mães" e especialistas em aliciar, através dos órgãos de informação, muito dinheiro em suaves pagamentos, já não sabe para onde se virar.
Revisão do Código Laboral. Quem vai ficar Mal?
Presentemente é possível utilizar a flexibilidade de horários, ainda assim, esta estratégia não é muito utilizada. A grande aposta, é com este C. T., implementar e regular, entre outras medidas, o Banco de Horas (beneficia uma empresa que necessite, por contingência de serviço, alargar pontualmente o horário de trabalho. Em consonância com o trabalhador e ou, mediante pré-aviso, amplia o horário normal de trabalho, compensando as horas feitas a mais, a posteriori). Na minha opinião, esta reforma poderá originar conflitos de interesses, ao nível do não pagamento de Horas Extraordinárias e do abuso sistemático do não preenchimento de postos de trabalho, pois as empresas poderão “tapar” ininterruptamente a falta de pessoal, utilizando os seus trabalhadores (ver Figura).Quanto ao tema da simplificação nos despedimentos, preocupa-me particularmente o surgimento da palavra inadaptação (desajustamento). O conceito é de tal modo relativo e reveste-se de tamanha ambiguidade que somos obrigados a arrastar a discussão para o nível filosófico, económico e social. A subjectividade da ideia, pode apadrinhar despedimentos “sem justa causa”, camuflados com a “falta de jeito” do empregado quando afinal, a real situação, será a “má vontade” demonstrada, por parte do empregador.
No que concerne aos Recibos Verdes, a proposta de alteração, vai no sentido de agravar a Prestação Social da Entidade Empregadora, como forma de penalizar a sua rotineira utilização deste tipo de contrato laboral. A fronteira entre falso e o real Recibo Verde, também não está muito bem definida, prevendo-se que vai assim, por esse motivo, pagar o justo pelo pecador. Para “compor o ramalhete”, temos o próprio Estado a ser o maior empregador, com este modelo de “contrato”. Como vai o Governo “descalçar esta bota”?...
Utilizando uma das minhas frases favoritas: “O tempo o dirá”. Considero no entanto que, à imagem e semelhança do que agora sucede, os atropelos e as injustiças persistirão. Não se irá “salvar o ano repleto de prazer intelectual” (como disse alguém ligado ao estudo deste processo de C. T. e do Livro Branco) e o País não se desenvolverá à conta das referidas alterações e revisões. Continuaremos a ter falta de uma coisa, que o Estado teima em negligenciar: FISCALIZAÇÃO. Por enquanto, vamos ter de esperar, para ver.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3807 - 23-05-2008
Biocombustíveis e Especulação Abusiva = Crise
Não existindo aparentemente ninguém a regular esta situação, era fundamental e urgente uma intervenção decisiva e implacável por parte dos Governos. Se as organizações políticas e comunidades económicas estatais, se organizam para criar barreiras alfandegárias, proteccionismo nos preços, quotas de mercado e leis comerciais específicas, não se entende o porquê de não conseguirem (ou não quererem) se organizar e criar medidas para travar estas actuais especulações mercantilistas. Será porque os intermediários por via das vendas inflacionadas e os Estados por via dos impostos, são finalmente quem mais ganha, com esta degradante situação (pactuando entre si). Esta CRISE, vai provocar um aumento que pode ir até aos 39% no preço dos alimentos e por conta desta situação anómala, quem sai prejudicado é sempre o mesmo: O Consumidor, o Povo (um bem que custe hoje 20,00 €, poderá vir a custar até ao final do ano 28,00 €. Se somarmos todos os gastos de um agregado familiar, temos um aumento de mais 195,00 € por Mês, nas despesas desse agregado). Como todos sabem, e para ajudar os portugueses, a nossa economia é e está muito frágil, com a crise implantada nos mercados internacionais, ainda mais débil vai ficar (Portugal importa 90% dos cereais que consome). Cuidem-se os Portugueses pois esta é a realidade, a nossa realidade. Melhores dias não se prevêem, bem pelo contrário, uma profunda carestia avizinha-se e as consequências serão imprevisíveis (fome no mundo). Preparem-se portanto, para o pior.
Por: Joaquim Francisco Tomar 2008-05-01
Tratado de Lisboa aprovado – O Povo não foi visto, nem achado…
Só inquiri 10 pessoas e bastou para ver o grau de esclarecimento do Povo português e a sua sábia interpretação da coisa. Fiquei satisfeito com a disponibilidade demonstrada por todos inquiridos. O meu muito, muito obrigado… Depois passem lá por casa para eu vos entregar o cheque. O próximo inquérito vai ser sobre o índice de popularidade dos Líderes Partidários. Que pena, já não vou poder incluir o Sr. Menezes. Será que a Sra. Manuela vai ganhar?... Mulheres ao Poder… Mulheres… Mulheres… Mulheres… Voltando ao índice de popularidade, espero que o referido inquérito corra melhor, até porque a popularidade dos Líderes está muito elevada (ou não).Errata: Onde se lê Reverendo deve ler-se Referendo (por este facto peço as minhas sinceras desculpas – o teclado é tramado, quem mandou por a tecla do V de Vitória ao pé do F de Fé?...).
São um Bando de Loucos… (Ou não)
É uma observação forte de mais?... Estarei eu (também) louco?... Deveria estar “caladinho” e não “dizer barbaridades”?... Demonstrem-me o contrário, contrariem os inquéritos de opinião, tirem-nos deste descontentamento, convençam que estamos errados. Como???... Através de boas práticas de governação, actuações acertadas e uma prudente gestão dos recursos, monetários e materiais (já agora, com tento no léxico). Até agora e salvo raras excepções, não se tem assistido a isso. Tudo isto “cheira” a repetitivo, é verdade. Já tanto se disse e escreveu sobre estas temáticas mas nada e nada… Se nada for feito, se continuar tudo na mesma, o palavreado do Sr. Jardim, vai obrigatoriamente ser aproveitado (agora sim) e com razão, pelos descontentes Docentes, os desapontados Despedidos, decepcionados Doentes, os desiludidos Contribuintes, os revoltados sectores da Sociedade Portuguesa e acima de tudo a generalizada maioria do Povo Português. Vira-se o “feitiço contra os feiticeiros”, digo eu.Não Pagamos, Não Pagamos
O PESO DAS TELECOMUNICAÇÕES + I V A
- Quanto ao IVA que baixa 1 % – Um objecto que agora custa 41,50 € com o IVA a 21 %, o consumidor paga 50,22 €, arrecadando o Estado 8,72 €. Baixando 1 %, o mesmo objecto passará a custar 49,80 €, arrecadando o Estado "só" 8,30 €. Ou seja, menos 0,42 € (quarenta e dois cêntimos) para o consumidor e logicamente para o Estado. Mas, espertos como são os portugueses no negócio e sempre a pensar no melhor para o consumidor, vou (não) pensar no seguinte: Se o mesmo objecto custar (sem IVA) 41,50 €, for aumentado para 41,80 €, portanto mais 0,30 € (trinta cêntimos), com o IVA a 20 %, fica a custar 50,16 € ao consumidor. O Objecto baixou de preço só 0,06 € (seis cêntimos) para o consumidor, manteve o IVA de 20 % e deu ao vendedor mais 0,30 € (trinta cêntimos). É evidente que este exercício de pura retórica e simples matemática vale pouco ou vale o que vale, conforme as expectativas do comum cidadão, mas tudo pode acontecer. Exemplos anteriores originaram especulação (quem não ouviu falar do caso dos Ginásios, baixaram o IVA, mas o preço do serviço prestado manteve-se). Para concluir, penso que todos devemos estar atentos a estes factos e denunciar especulações abusivas que venham a decorrer, pelo simples facto de que se não formos NÓS, se estivermos à espera das autoridades reguladoras, bem poderemos esperar sentados.Pelo sim pelo não, aqui ficam Links e Contactos:
ICP – Autoridade Nacional de Comunicações, Av. José Malhoa – Nº 12 - 1090-017 Lisboa
Fax: 217 211 009
- DECO
Serviço de informação – 808 200 145 (linha azul) ou 21 841 08 58
- CIAC – Centro de Informação Autárquico ao Consumidor de Tomar
C.M. de Tomar – Pç. da República – 2 300 TOMAR
Tel: 249 329 800 – Fax: 249 329 807
GOLFE EM TOMAR E OS PEGÕES POR RESTAURAR
- In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3800 de 2008-04-04
Portugal. Aonde vais parar, por este andar.
A máquina que não se vê mas sente-se, não trabalha mas manipula, a favor sempre do interesseiro. A situação caótica a que se chegou é de tal ordem preocupante e sem retorno que (não querendo ser céptico ou ser acusado de agoirento) o futuro não se apresenta brilhante ou com melhorias. Antes pelo contrário, cada vez pior. Porquê?... Porque os interesses instalados, os lóbis, as corporações, os indivíduos poderosos e que se sabem movimentar dentro do sistema, e porque não apontar o dedo também ao Estado que não está isento de responsabilidade (veja-se a dissemelhança entre ricos e pobres, o fosso que existe ao nível salarial por exemplo), têm a sua vivência diária, entranhada de atitudes que moral e socialmente são condenáveis mas cuja habituação, as tornou normais e praticáveis. É caso para utilizar a expressão: "Não mudes não, vais ver aonde vais parar". Uma reflexão apurada e isenta de secundaríssimas intenções, poderia, muito remotamente, endireitar todo este imbróglio, em que todos nós estamos metidos. Não acredito no entanto que alguém seja "puro" o suficiente para o fazer. Por tudo isto, repito, não tenho esperança de que melhores dias virão. Pensem nisto e nisso…A Globalização do Aquecimento Global
Como se isso não bastasse, a continuada impermeabilização dos solos (construção), a utilização desregrada dos recursos hídricos (desperdício e poluição), a acumulação em grande escala de lixos (domésticos e industriais) e etc. (acho que chega… é memo só para terem uma ideia da balbúrdia), concorrem entre si, com o intuito de serem eleitos os maiores em conspurcação do Mundo. Não queria ser agoirento, nem incrédulo, quanto à capacidade que o Ser Humano tem em se redimir e, consequentemente, reformular a sua posição à face da Terra, mas, o que a realidade tem demonstrado é, muito pelo contrário, o deixa andar, deixa arder, deixa poluir, deixa consumir, deixa destruir e quem vier atrás que se “lixe e amanhe”. Lanço um desafio aos nossos leitores: Tentem viver o vosso dia a dia, em sincronia com a Natureza, comecem já com os “3 R’s” – Reduzir, reutilizar e reciclar – E depois, depois, logo se vê… (ou não).http://www.naturlink.pt/
http://www.dgv.pt/veiculos/guia_pesquisa.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global
http://www.rudzerhost.com/ambiente/
http://www.confagri.pt/Ambiente/AreasTematicas/AltClimaticas/
http://navegar.com.pt/ciencias/?cat=3http://pwp.netcabo.pt/geografia/catastrofes.htm
Vereações, Cargos e Declarações. As minhas opiniões.
Despertaram-me especial atenção, as Notícias das páginas 3 (Autarquias) e 8 (Actualidades), publicadas no nosso Jornal Cidade de Tomar, Edição 3793 de 15-02-2008. A primeira, com o seguinte título: "Vereador Ivo Santos não ocupa o cargo a tempo inteiro", e continua: "...o agora empossado Vereador Ivo Santos não ocupa o cargo a tempo inteiro, nem a meio tempo, assumindo apenas os pelouros dos Parques e Jardins.". Interrogada a minha "fonte fidedigna", infiltrada na Câmara Municipal de Tomar, vim a saber que afinal, o que se pretende é empossar o nosso Vereador, com um Calendário bem definido, adaptado e acima de tudo inspirado, no já célebre Calendário Alentejano (por acaso também tenho um em casa). Solicito o visionamento da figura aqui retratada, onde está o Calendário do Sr. Vereador, em comparação com o respectivo Calendário Alentejano, ambos referentes, só ao Mês de Março.
Só depois de ter tido acesso a esta informação privilegiada, compreendi a coisa, ou seja, realmente não ocupa o cargo a tempo inteiro, nem a meio tempo. A ser verdade, os dias de trabalho, bem demarcados com os círculos, obrigam o Vereador Ivo a uma prestação laboral muito versátil. Segundo consta, a ideia tem como base o seguinte: Segundas não porque é a seguir a um fim-de-semana. Quartas, um dia a meio da semana. Sexta, véspera de fim-de-semana, pois então. Mesmo assim sai beneficiado em Março. Porquê?... Porque se repararem bem, o Calendário Oficial, marca 8 dias úteis de trabalho (ou não), o outro (Alentejano) marca 10 dias. Se tomasse posse em Fevereiro, os dias já eram iguais. Quanto a (Autarquias) estamos falados. A segunda Notícia na página 8 (Actualidades) tem como base a "Declaração para acta", “Na tomada de posse como Vereador” de Ivo Santos. Para quem não sabe, ao Sr. Ivo Santos, foi-lhe atribuído o cargo de Vereador dos Parques e Jardins da nossa Cidade de Tomar (agora é que o Amândio vai ficar contente... ou não). Assim, o agora Vereador, assumiu publicamente um código de conduta, honra e brio, explanando, como se vai pautar na sua vereação. Bem… Concretamente, o que eu quero reflectir e consequentemente transmitir aos nossos leitores, é o seguinte: Para a "Declaração para acta", “Na tomada de posse como Vereador”, utilizou-se quase meia página do nosso querido Jornal (veja-se no mesmo). E é só Vereador dos Parques e Jardins. Agora imaginem, os agora recentes Sr. Presidente Corvêlo de Sousa, ou o Sr. Vice-Presidente Carlos Carrão que têm muitas funções e cargos, pelouros, secções e divisões, departamentos e serviços e etc. para gerir, imaginem o espaço a utilizar nas suas "Declaração para acta", “Na tomada de posse”. Era garantidamente meio Jornal, ou seja, 8 folhas (no mínimo). Por favor poupem-nos. Conclusão e moral da crónica: Esta coisa de ser Vereador (de Parques e Jardins) tem muita responsabilidade e comprometimento profissional e institucional e uma abundante dose de imaginação prosaica e literária (digo eu).
- Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-16
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3795 de 2008-02-29
“Eng. António Paiva pressionado a abandonar o cargo”

E continuou a saga já em 2008 (Ver figura 3 – A denegrirem a construção da nova Ponte).
Como podem constatar, com pressões deste tipo, não à “governação” que aguente. Já era de prever que o abandono, mais dia, menos dia se ia dar. Como se isto não bastasse, surge um forte candidato, a ofuscar a reeleição do Sr. Engenheiro. Quem ainda não ouviu falar de Amândio a Presedente (Ver figura 4 – Candidate com gandes calidades – segundo consta e se comenta. Já em Vídeo no YouTube. Veja as cenas dos próximos capítulos). Temos de dar a mão à palmatória e verdade seja dita, a ser verdade, é demasiado peso para um homem só (por muito desporto que pratique). Concordo plenamente, o Eng. António Paiva teve motivos mais que suficientes para tomar a posição que tomou. Abandonar o barco, antes que este fosse ao fundo. Só me resta desejar-lhe um futuro risonho e boa sorte. Ah, mais uma coisa que lhe desejo, muito discernimento a gerir os gravetos, sabem, os pilins…
In Jornal Cidade de Tomar - Edição de 15-02-2008
- Joaquim Francisco - Tomar - 10-02-2008
CARNATAL 2008 EM TOMAR
Dantes era peta, hoje é mentira, em breve, é verdade (ou não).
Segundo a minha fonte infiltrada no interior da Câmara Municipal de Tomar, surgiram mais duas opiniões sobre a maneira de construir, a nova Ponte sobre o Rio Nabão. Uma das ideias está representada na figura (Solução 1): Construir uma Ponte Rampa. Solução muito barata, três pilares e um tabuleiro e já está pronta. Só falta dar o nome que pode ser: Ponte Centro Comercial, ou Ponte do Antigo Mercado, ou Ponte J. António (gosto muito deste último). A outra opinião inclina-se para uma obra mais pró caro. Veja-se assim, a Solução 2. Uma Ponte simples, em arco, baratinha, para compensar o que vai tornar a coisa cara: o Túnel. Tomar passaria a contar com um túnel à imagem de outras “Cidades”. O mesmo iria desembocar na Av. Horta D’el Rey, algures, mais ou menos á frente da entrada da Casa Mortuária. Como se pode ver na Figura 1 e 2, os planos de pormenor já estão traçados e o Túnel já tem nome. Quem defende este projecto tem o meu apoio. Gostava de ter um Túnel em Tomar. Que bem que ficava um Túnel ali. Agradeço desde já a cedência dos desenhos (gentilmente concedidos pela minha fonte infiltrada na Edilidade Camarária). Sendo um assunto que se prevê problemático e polémico (ou não), o certo é que está muito bem delineado e ficará muito bonito, (ai como a realidade é cruel). Tanto um projecto como outro serão bem-vindos (digo eu). Outra situação, à margem das obras e que está a gerar polémica, é a ingerência de uns quantos Esqueletos (20!...) que querem dar com o orçamento em doido, para evitar uma mais derrapagem (Eu escrevi “mais derrapagem”, ups… enganei-me. O que eu queria escrever era só “derrapagem”). Até parece que já estou a ver as Manchetes dos Jornais: “Derrapagem (na Inclinação) da Ponte, Provocada por Esqueletos Abelhudos”. Para mais informações sobre a evolução dos trabalhos, agradeço que contactem a minha fonte infiltrada. Já me ia esquecendo…para onde não sei, mas mandem nomes, mandem nomes para a nova Ponte ponto 

