LEGENDA: Sem comentários, mas com muita bossa.
Quem sou:
- Joaquim Francisco
- Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα
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Pagar para ter um (novo) Acordo de Empresa?…
É uma novidade para mim, falar sobre problemas profissionais. O certo é que, depois de tanta tinta gasta e tanta conversa, só me resta concluir o seguinte: Vou ou, vamos esperar para ver. O Acordo de Empresa é um documento que a Administração dos CTT e os Sindicatos assinam e nele estão escritas as regras laborais que vão conduzir o funcionamento geral da Empresa. No dia 14 de Março de 2008 foi assinado um novo Acordo de Empresa (AE) e um dos sindicatos, o mais representativo dos CTT não o assinou.
O que eu sei é o seguinte: Os CTT Correios aumentaram em 2008 os vencimentos em 2,8% só, repito, só os colegas que assinaram o novo Acordo de Empresa e como se isso não bastasse, receberam 400,00 €, só pelo simples facto de o assinarem. Aqui é que entra a minha reflexão, a minha dúvida, a minha indignação. Vejamos: Aceito um aumento de 2,8%, não aceito que seja só para alguns. Admito até um novo AE mas, não admito que paguem para que ele exista, ou seja, não admito o pagamento de 400,00 € aos colegas, para que assinem (aceitem) o mesmo. O real problema, na minha óptica, surge com esta ideia inaceitável de “comprar” a aceitação do novo Documento. Para mim, a questão do aumento é importante, mas o que me indigna mesmo, são os EUROS. Pergunto: Se o novo AE é bom, para quê comprar o mesmo. Se defende muito os interesses dos trabalhadores, para quê pagar por esses interesses. Se os CTT Correios (Administração), acha que o documento é justo e viável, para quê pagar para… Não entendo a posição dos Sindicatos que aceitaram semelhante posição/situação e assinaram o referido “Acordo”. O que ganharam com ele?… O que lucraram com os 400,00 €?... É esta situação (pagamento) que incita a minha reflexão, a minha dúvida, a minha indignação. Estranho, a situação de pagar para existir um (novo) Acordo de Empresa, bem como receber dinheiro para assinar o mesmo. Só me resta concluir o seguinte: Vou ou, vamos mesmo esperar para ver.
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Tomar, 25 de Novembro de 2008
FOTO DA SEMANA
Foto: Joaquim Francisco - Tomar - 13-11-2008
A paz e o sossego em comunhão, dão origem
ao merecido e relaxante descanso.
Frase do dia:

O aumento das temperaturas, é proporcional ao aumento do odor corporal.
Joaquim Francisco in CTT Tomar
14 de Setembro de 2008
Imagem: www.oamador.com
A linguagem, na origem da crise…
Depois de alguma pesquisa, concluí que a crise que grassa no Mundo teve origem na linguagem utilizada no universo económico. A mesma, é de tal maneira obscura e hermética que leva os seus utilizadores a baralharem as contas, remunerarem-se regiamente, delapidarem capitais, inventarem esquemas “manhosos” e levar à ruína as instituições.

Através de uma absorção, o activo de uma empresa sofre uma alanvacagem. O swot e o benchmarking originam uma brainstorming que se transforma numa break-even point se utilizarem um bom business plan. Para evitar um crach há a necessidade de implementar um bom case study para que o seu cash-flow origine um bom cluster e o cross-selling essencial ao downsizing implementado. Sofrendo com o dumping, surgem paralelamente a especulação e a euribor, ambas a contribuir para o arranque de um franchising e fusão antecipada. A nova golden share, aproveita o inside trading e a joint-venture provocada pelo leasing cobrado, obrigando a um marketing-mix e paralelamente originando um mark-up. A compra de merchandising reduz a possibilidade de oligopólio e o offshore pode assim aumentar através do outsourcing. Se a empresa aumentar os seus payout ratio e plow back, pode por sua vez aumentar a pull e a push (análogo a uma boa prime rate) tendo em vista consolidar o rating e o Royalties cobrados. Um bom start-up e spread, melhora o swap e o up-selling dando à empresa um bom e permanente warrant.
Como podem ler, com termologia assim, não existe empresa que resista a uma boa crise, digo eu. E, coitadinhos dos Srs. Gestores, realmente, é a atrapalhação total, com semelhante linguagem, só poderia dar em crise.
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In Jornal Cidade de Tomar - N.º 3833 - 21-11-2008
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In Jornal Cidade de Tomar - N.º 3833 - 21-11-2008
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-11-02
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