Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

Quem sou:

A minha foto
Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα

VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores – Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem.


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Com as Eleições à porta, não podia deixar de me auto proclamar Candidato pelo PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Com o lema: Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem, vou tapar o “buraco” deixado pela oposição que se revela à Esquerda e à Direita, mantendo-me assim, ao “centro”. Dirijo a minha palavra e acção politiqueira à Europa em particular, a Portugal em qualquer coisa e a Tomar e Arredores em geral. VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores.

A minha campanha vai conseguir, através de parcerias consolidadas e de umas quantas influências que a CGD e o BCP entrem com 120 milhões de euros cada um, o BES com 80 milhões, o Santander Totta com 60 milhões, o BPI com 50 milhões e a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo com 20 milhões. Repararam com certeza que este grupinho de Instituições Bancárias, já se uniu no passado para ajudar o BPP. Agora, com a ajuda deste período eleitoral (e por ser politicamente correcto), vão-me auxiliar a desenvolver uma forte campanha, através desta “pequena e singela” achega pecuniária (ou não) e tudo na maior das legalidades. VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Já para não falar do aval do Estado que se cifra para cima de um dinheirão mas… bem... não quero utilizar esta ferramenta como bandeira política e muito menos de campanha. A minha batalha vai pautar-se pela originalidade de ideias e acções astuciosas, não utilizando mensagens negativas contra os meus adversários de corrida, nas próximas maratonas desportivas (perdão) políticas a realizar à porta dos Eleitores. Não “és preciso ablar español cono los otros” como o nosso Primeiro. Não necessito de “assinar por baixo”, eu assino onde quiserem… por baixo, por cima, de lado, de esguelha, etc. VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Não quero ir às Feiras e Mercados distribuir beijos e abraços até porque, não é higiénico. Não vou utilizar as “cores vermelhas e verdes” à mistura e também não vou “bloquear” nada, nem ninguém. Sempre que se quiserem manifestar, gritem muito alto e bem: VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Parte do dinheiro que vou receber por conta das “gorjetas”, já acima referidas e do aval do Estado (convêm lembrar), servirão para ajudar a IFM – Infelizes, Funcionários na Miséria, pois a sua situação laboral, para tal caminha… VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Não me lembro assim de mais nada para escrever mas, ficaria muito feliz se o apoio e solidariedade política e institucional se solidificassem, conforme o desejo do fundo da minha alma eleitoralista. O inaudito provento que esta conjuntura me assesta, caracteriza-se ela mesma, de grande comoção para com o povo que me apraz tergiversar solenemente. Por tudo isto, VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores – Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem (digo eu).
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-2009

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OUTDOOR DA SEMANA


Imagem dos Outdoors de Campanha, espalhados pelo nosso Concelho

José Becerra Vitorino é o Candidato a Presidente da Câmara Municipal pelo PS - Partido Socialista Português. E, diga-se, um GRANDE CANDIDATO. Tão grande, tão grande, tão grande que, veja-se, a avaliar pelo poster apresentado, NEM CABE NO MESMO.


Não sei bem o porquê desta "estratégia política", de cortar a cabeça ao nosso Candidato. Seja como for, eu não sou de intrigas e, resolvi ajudar a causa. Além do mais, até simpatizo com o amigo Vitorino... Assim sendo, o meu contributo:



Hããã!!!... Está ou não está com pinta...

Agora sim, temos um GRANDE e COMPLETO CANDIDATO...

Nota: O 2.º poster foi composto por Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-20

Sorria, continua a ser gamado…


O slogan “Sorria, está a ser gamado…” foi por mim utilizado, num texto escrito neste nosso Jornal Cidade de Tomar (ver Edição N.º 3810 de 13 de Junho de 2008). Na altura em que o mesmo foi escrito, argumentava-se a grande escandaleira que eram os preços dos combustíveis, praticados pela “nossa” Galp. Felizmente, desde então, assistimos à lenta redução do preço do barril de petróleo (não sei se adianta alguma coisa), nos mercados internacionais. Por parte da OPEP – Organização dos países exportadores de petróleo, a sua cotação, está a ser muito contestada. Argumentam estar baixa demais, pois o barril está a ser transaccionado na casa dos 50 a 60 Dólares quando deveria estar nos 70 Dólares ou mais: "O preço de 50 dólares não é suficiente para cobrir os custos de investimentos no futuro, (...) o preço que permite receitas razoáveis e aceitáveis é de mais de 70 dólares o barril", declarou em Argel, o secretário-geral do cartel, Abdellah El Badri (26-04-2009 – Fonte SIC). Realmente, a situação deve ser ponderada e todos devem respeitar essa ideia, tendo em vista “os custos de investimento no futuro”, entendo até que o Sr. Abdallah se estava a referir a investimentos em Energias Renováveis mas sobre essa matéria se calhar, vou ter de “esperar sentado”. O que não entendo mesmo, são os preços praticados internamente, no nosso País. Senão vejamos: Quando o Barril estava, em 2008, a ser transaccionado a 90 e a 100 dólares, cá, o preço do Gasóleo (por exemplo) rondava em média 1,0 € a 1,10 € o litro. Agora, que o preço do barril ronda os 60, 65 dólares, temos cá o preço de 0,970 € a 0,980 € por litro. Se a matemática não me falha e usando mais uma vez o Gasóleo como exemplo: Se um Barril que custa 90 Dólares, origina gasóleo a 1,0 Euro, quando o barril custa 60 Dólares, o gasóleo custa Xis. Ora bem, fazendo a conta ao Xis o resultado é igual a 0,666 Euros (ou será que a regra de três simples não se pode utilizar nos combustíveis?). Pergunto: A minha Matemática está errada ou as contas da Galp estão inflacionadas?... A Autoridade Reguladora (se é que existe) já fez estas contas ou está a pactuar comodamente com aqueles “Galpistas”, perdão, “Golpistas”?... O Governo sabe e nada faz ou nada faz porque lhe sabe…(bem)?... Certo é que a diferença é de 30 cêntimos por litro a menos e em média, em relação aos preços praticados actualmente. Bem podem argumentar que existem taxas, impostos, transacções, petroleiros carregados no alto mar à espera de comprador, interesses estatais, intermediários oportunistas e cotações no mercado bolsista a influenciar os elevados preços que os Portugueses estão a pagar. Não aceito, nem acredito nas desculpas esfarrapadas com que nos carregam. Na verdade, os Senhores Galp estão a vender os combustíveis muito caros e ainda vêm com falinhas mansas sobre os aditivos, os “mitos urbanos”, que a deles é que é boa, a dos outros não presta e etc. Afinal, não é a Galp que fornece o mercado em 95%? (digo eu). Os clientes finais, que somos nós (chateia, serem sempre os mesmos a pagar) têm de se sujeitar, mais uma vez, a este descarado GAMANÇO. Por isso, caro leitor: Sorria, continua a ser gamado…

In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3861 - 2009-06-05
Por: Joaquim Francisco -Tomar - 2009-05- 20

DESENHO DA SEMANA

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Nota:
Este desenho "O Espelho da Política", é baseado no Livro de George Orwell: "O Triunfo dos Porcos". Não me detenho na frase: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros" que será, diga-se, a mais emblemática mas sim, na frase que se lê no fim do livro: "Os que se encontravam lá fora olhavam do porco para o homem, do homem para o porco e novamente do porco para o homem, mas era já impossível distinguir uns dos outros."
Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-13

FOTO DA SEMANA

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Foto: Joaquim Francisco - Rotunda da Av. Ângela Tamagnini - Tomar - 2009-05-08

Na rotunda situada a meio da Av. Ângela Tamagnini, existe (ou existia) um cartaz relativo à campanha eleitoral, penso que da Sra. Manuela F. Leite. Este cartaz é representativo e demonstra bem a CRISE que atravessa Portugal. Já chegou (a crise, claro), veja-se, à Política. Imaginem assim, as seguintes hipóteses:

1.º - A cola já não é de altíssima qualidade (será Made in China?).
2.º - Já não se pode confiar nos voluntários que colam os cartazes (será que andam armados em Políticos?).
3.º - Os placards já não são o que eram. Chapa metálica não aceita cola de papel (digo eu). Mais valia utilizar Platex (sempre era produto tomarense).
4.º - Terá existido boicote, como forma de protesto aos arrufos constantes que trespassam a nossa boa realidade política (boa... ou não).
5.º - Nenhuma das anteriores... ou, todas em simultâneo... (ui, esta doeu).

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Afinal, sempre existe a “Geração Rasca”?...

Em 1994, Vicente Jorge Silva escrevia sobre a “Geração Rasca”, no Jornal o Público. Referia-se concretamente, aos jovens universitários que manifestavam a sua discordância pelas políticas educativas, principalmente sobre o aumento das propinas universitárias. Só por curiosidade, este senhor, foi deputado pelo Partido Socialista eleito pelo circulo eleitoral de Lisboa quando (não se riam), Manuela Ferreira Leite era Ministra da Educação. Passados 15 anos, os jovens agora com 12, 13 a 15, 16 anos de idade, estão condenados a ser apelidados novamente com o mesmo nome só que, actualmente, por motivos mais sócio/familiares e políticos.
Senão vejamos: Os nossos jovens, em cada duas palavras que dizem, uma é asneira. Não respeitam, nem acatam a opinião dos mais velhos. Desconhecem o significado da palavra “obrigado” como tal, não a utilizam... Não têm no léxico a expressão “por favor…”. Porque são porcos, não sabem o que é um caixote do lixo. São fúteis, baldas e… Em cada dois alunos, um é um zero a Matemática. Em cada dois alunos, um é um zero a Português. Vou parar por aqui.

Verdade seja dita que a responsabilidade desta situação, ter chegado aonde chegou, muito se deve à atitude dos seus papás (a geração anterior?... digo eu…). Estes, pensam que educar, é dar tudo o que é fixe, moderno e tecnologicamente avançado: Boa roupa de marca, dinheiro no bolso para comer “fora” e telemóvel topo de gama. Tudo para os meninos ficarem bem na fotografia do “grupo”. Não se pode deixar de responsabilizar (também) os sucessivos Governos que em prol da modernidade e evolução civilizacional, legislaram sempre políticas falhadas e arruinadoras do real interesse da juventude estudantil. Esta época do “facilitismo educacional” que se vive na Escola Pública, veio ajudar a agravar a situação. A crise económica/financeira é, assim, mais uma a assolar esta sociedade chamada de, portuguesa. Uma sociedade pobre. Pobre em cultura, em valores, em dinheiro e em jovens com um J grande. Não adianta vender PC’s baratos, aumentar a idade da escolaridade obrigatória ou incentivar a cultura das “Novas Oportunidades”. Somente com boas políticas de ensino, bem estruturadas e com mais apoio da família (é obrigatório a mesma ser responsabilizada) se consegue fazer algo de positivo. Portugal vai ter agora um Ciclo Eleitoral e, todos os Partidos vão ter uma oportunidade soberana para desenvolverem e aplicarem um programa que recaia sobre esta matéria tão sensível. Não fazer nada, vai hipotecar ainda mais o futuro das novas gerações, temendo eu que, mais rascas vão ser.

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3858 - 2009-05-15

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-03