
Quem sou:
- Joaquim Francisco
- Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα
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A Evolução degradante do Homem.
A evolução técnica, científica e cultural da humanidade, é uma realidade que está bem presente e que nos rodeia diariamente. Sem notarmos, o simples gesto de abrir uma torneira ou a complexa viagem de avião, é e tem por base uma ocorrência brilhante, fruto da arte e engenho do Ser Humano. Pena é que toda esta capacidade, habilidade e inteligência não contraponha, afronte e contenha a amarga e diária realidade das populações: A criminalidade, a pobreza e a desigualdade social. Estas chagas sociais, crescem em paralelo à, diria, “evolução positiva” do Homem. Como tal, a “evolução negativa” é mais refinada e violenta (criminalidade), mais degradante (pobreza), mais visível de dia para dia (desigualdade social).

Esta triste verdade que ataca as modernas sociedades está também a começar a ser, de ano para ano bem visível no nosso País. Todos nós ainda temos bem presente, os assaltos aos Multibancos, os roubos às Bombas de Gasolina e os assaltos aos Bancos e Correios. Estas são as notícias que surgem nos grandes mídia. Entretanto, todos vamos sabendo do Caixote do Lixo que queimaram lá no nosso bairro, o Automóvel ao qual riscaram a porta, 3.º Andar do prédio que foi assaltado, o Bar que está aberto até às 2 da manhã e é uma barulheira na rua que não se pode, a linguagem que os jovens de hoje utilizam e que faz corar qualquer pessoa, etc. Enfim, poderia estar aqui a ocupar uma página inteira com exemplos mas não vale a pena. É uma questão de justiça?... É uma questão de política?... É uma questão Social, seguramente. Penso que a solução tem de partir de uma acção concertada entre as escolas, as famílias os governantes e os tribunais. Concluindo, tem de existir uma vontade de equipas multidisciplinares fazerem um levantamento exaustivo das maleitas que afectam a sociedade, tipificar as situações e alvitrar soluções em conformidade. Esta discussão, terá obrigatoriamente de ser feita local, nacional e internacionalmente, tendo em vista encontrar finalmente, um equilíbrio satisfatório para o Homem. Será utópico?... Penso que não. É tudo uma questão de inteligência e vontade.
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In IMONEWS - Jornal de Negócios - N.º 36 - Novembro de 2009
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3893 de 2010-01-15
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-10-20
FOTOGRAFIA DA SEMANA - JOSÉ SARAMAGO

A minha frase de apresentação, em todos os meus blogs é: Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
Como tal, venho publicamente gritar bem alto a minha solidariedade ao Escritor José Saramago e repudiar críticas retrógradas pois, a sua escrita, merece todo o respeito do Mundo. O nosso Nobel da Literatura, tem toda a legitimidade de se expressar em liberdade e transmitir a sua visão pessoal das "realidades" que nos rodeiam.
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Foto: Retirada da net - Composição gráfica da mesma: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-10-21
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A polémica: O novo Livro de José Saramago - Cain
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Quem é Cain: Click aqui
A tradição… Onde está ela?...
Presentemente é vulgar ouvir a frase “a tradição já não é o que era”. Na realidade, se o leitor olhar à sua volta, exemplos surgem aqui e acolá bem representativos desta triste realidade que assola os nossos dias, o nosso País e mais concretamente, a nossa Cidade de Tomar. O mais recente caso, a meu ver, é o da Feira das Passas de Tomar. A referida Feira, realiza-se em paralelo com a Feira de Santa Iria (durante o Mês de Outubro) e, enquanto esta última ocupa a Várzea Grande em frente ao Tribunal, a primeira ocupava a Rua dos Arcos, rua paralela ao recinto da Feira de Santa Iria. Escrevi ocupava, porque os Feirantes/Vendedores, foram agora “desterrados” para a Praça da República, local que fica quase a 1 kilómetro de distância do local primordialmente utilizado (vai para mais de 30 anos).

Esta alteração da localização da Feira das Passas, não tem pés nem cabeça e só pode ser a cabeça Política a pensar mais alto que a tradição Popular. Esta engenhosa mudança, vai fazer com que de ano para ano, menos vendedores queiram ocupar a Praça da República porque, a mesma, está deslocada do centro de passagem dos visitantes da Feira de Santa Iria, está durante a noite desertificada e é, digam o que disserem, um local desconfortável, sem árvores e sombras. Não admira portanto que, para a Praça da República só vão realmente “meia dúzia de gatos-pingados”, perdoem-me a expressão. Falei com um Feirante de uma banca de Frutos Secos e este confessou-se arrependido por ali estar. A título de exemplo, confidenciou-me que, sua esposa enquanto Feirante de Bolos, junto à Santa Iria, estava a ter mais clientela do que ele, á noite e á mesma hora, coisa que não ocorria quando ele estava na Rua dos Arcos. Este desabafo do Feirante é sintomático da realidade que ocorre na Feira. A deslocalização dos Vendedores e as condições que lhes são dadas, vão de sobremaneira influenciar o seu desinteresse, em participar neste centenário evento da nossa Cidade de Tomar e paralelamente afastar os potenciais clientes. Por isso, o título deste artigo: A tradição… Onde está ela?... Pois é… Respondam se forem capazes… Nota: Já li alguns comentários de quem gosta da Feira das Passas naquele local. Mas, não se iludam, a realidade é bem diferente e, o tempo o dirá.
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Por: Joaquim Francisco
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3881 de 2009-10-23
Um Prémio de 1,42 milhões de dólares. Porquê?
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A polémica em torno do Prémio Nobel da Paz atribuído ao Presidente dos Estados Unidos Barack Obama, não só tem razão de ser, como põe em causa a escolha do Comité Nobel, ao nível da escrupulosa e sábia interpretação das reflexões que estão subjacentes ao ideal do seu mentor, Alfred Nobel. Este, “onde quer que esteja” está revoltado de certeza (digo eu) pois, suas “instruções” foram postas em causa e deturpadas em prol de algo que, o futuro vai com certeza nos revelar, mas diferente do agora alvitrado (só pode). Esta ocorrência foi acompanhada em todos os Continentes e todos os Países, com uma hipocrisia atroz. De todo o lado choveram parabéns e felicitações, situação que a meu ver, demonstra uma patética subserviência por parte dos diversos Governos e Políticos, com medo certamente, de ficarem “mal na fotografia”, se não prestassem rapidamente a “mui digna vassalagem”. Esqueceram-se todos no entanto que, por mais voltas e operações de charme que os Estados Unidos tentem dar, continuam a ser os “maus da fita” ao nível de maior potência bélica, potência nuclear e potência poluidora. Certo é que Obama só lá está à 9 meses e que este prémio tem o intuito de o “encorajar” (dizem).

Agora pergunto: Quem é ingénuo ao ponto de acreditar que o Sr. Presidente Barack (com toda aquela “máquina” interna que o rodeia e influencia) consegue mudar num ano, mesmo dois, três ou quatro, todas as políticas com que a Nação Americana nos tem presenteado? Quem é que acredita, por exemplo, que as Guerras do Afeganistão e Iraque vão acabar? Na minha modesta opinião, o velho ditado “tão ladrão é o que vai às uvas, como o que fica de guarda”, cabe como uma luva neste acontecimento. Mesmo que o dinheiro (1,42 milhões de dólares) seja entregue a causas beneméritas, o que aqui está em causa, é a polémica que foi provocada com esta nomeação. Repito a minha ideia: Esta desastrosa escolha, foi o coroar de uma má interpretação que deram às palavras de Nobel pondo em causa a credibilidade presente e até futura de um Comité que envergonhou linearmente o seu nome. Por sua vez, Barack Obana em prol de uma política de transparência, justeza e com o intuito de não alimentar polémicas, não deveria aceitar o referido galardão.
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-10-11
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3880 - 2009-10-16
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