Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

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Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

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Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

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FMI – Fomos Muito Incompetentes

Pois é. Afinal, desde o último texto escrito, muita coisa ou coisa alguma mudou. Afinal e finalmente, Portugal rendeu-se à “humilhação” de ter de ser ajudado pelas exigências Europeias mais concretamente da União Europeia e da temível e tenebrosa sombra do FMI – Fundo Monetário Internacional. Após sérios avisos das muitas vozes que se fizeram ouvir em Portugal e que falaram alto sobre temas como a Educação, a Justiça, o Despesismo, o Clientelismo e etc. etc. etc., à força e (temo ter de utilizar a palavra) com brutalidade, vamos sentir na pele como é que se deve “gerir” um País à beira da Banca Rota. Sucessivos Governos foram caindo nas mãos de cooperações e interesses particulares que ao abrigo de seus proveitos pessoais, fazem agora todos nós simples Classe Média Portuguesa apanhar por tabela com este pesadíssimo fardo.
Agora é que é a sério. Repito, agora é que é a sério. O tempo está a contar e não para. Não temos de todo como voltar a trás, dentro de aproximadamente dois meses podemos dizer adeus à nossa querida e respeitada Mãe Pátria Portuguesa livre de ingerência exterior. Bem, Portuguesa, por agora porque daqui a dois meses, pelo menos ao nível financeiro vamos ser muito Internacionais. Só espero, para bem de todos os Portugueses que este “internacionalismo”, seja benéfico ao nível social e mais importante, corrija todos os males de que tem padecido o nosso amado País. Vamos seguir com atenção as cenas dos próximos capítulos. Vai ser interessante assistir ao evoluir dos acontecimentos e progressos feitos pela nossa classe política, sujeitos como vão estar ao escrutínio desta feita, não só dos “credores”, como também dos “amigos” europeus, FMI e mais importante, o Povo Português. Vamos observar então em que é que “isto” vai dar.