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In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3839 de 02-01-2009
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-12-28
"O DISCERNIMENTO, ACOMPANHA A MINHA VELHICE MAS A LOUCURA, REJUVENESCE-ME."
O aumento das temperaturas, é proporcional ao aumento do odor corporal.
Joaquim Francisco in CTT Tomar
14 de Setembro de 2008
Imagem: www.oamador.com
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3826 de 2008-10-03
Por: Joaquim Francisco - 20o8-09-20
Choca observar que a maneira fácil de o conseguir é utilizando a violência, nos moldes difundidos diariamente nos jornais e telejornais.
O actual e futuros Governos, vão ter a espinhosa missão de, cada vez mais, desenvolver programas que envolvam as áreas educativas, laborais e sociais, no sentido de aproximar cultural e monetariamente as várias classes sociais do nosso País.
Será utopia?... Penso que não, tem é de existir vontade política, uma grande concertação de ideias entre os diversos parceiros políticos que, até agora, não se têm entendido e se culpam uns aos outros, dando origem, na maioria das vezes, ao facilitismo e medidas populistas.
Podem colocar na rua mais polícias, podem gastar mais dinheiro em segurança, podem mudar as leis, até podem surgir mais empresas de segurança privada a operar nas ruas mas, estas medidas por si só, não vão fazer baixar a estatística da violência.
As cidades são muito grandes. Não pode estar um Guarda em cada Banco, numa Loja dos CTT, numa Bomba de Gasolina, Caixa Multibanco, Ourivesaria, ao lado de um Carro, na Garagem de Prédio, num Bairro para onde foram despejadas pessoas e em simultâneo, ao lado do Cidadão comum que se passeia em qualquer avenida do nosso País.
Repito e concluo, sem medidas de fundo, bem estruturadas e com uma forte componente social, não se vai conseguir inverter esta tendência de agravamento da violenta violência.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3823 - 2008-09-12
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-09-04
Fotografia: Joaquim Francisco - 2008-09-04
Reparem aonde o "rapazinho" de camisola amarela tem a sua mão direita (até põe a língua de fora...). Desgraçado "camisola azul", até "vê estrelas"... digo eu... E, para ajudar à festa, o que é que o de camisola vermelha está a fazer com a mão direita alçada, tal como o de camisola verde (de costas). Os braços no ar são só para despistar?????... ou não. Parece que estão a fazer uma "pouca vergonha" com os dedos esticados... De calções e penteado esquisito, hummmm... muito estranho... Muito estranho...
Fotografia do Grupo Participante
In Jornal Cidade de Tomar - N.º 3813 de 2008-07-04
In Jornal Notícias de Ourém - N.º 3682 de 2008-07-04
Por: Joaquim Francisco - 2008-06-27
Refiro-me concretamente ao Imposto Pedestre. Nunca utilizado até agora, Tomar inscreve assim o seu nome nos anais da singularidade e torna-se pioneira na criação de receita extraordinária, tão necessária nos tempos que correm (digo eu). Os valores arrancados (perdão) arrecadados, vão direitinhos aos cofres camarários e a verba vai ser utilizada, posteriormente, para amortizar as despesas (vulgo derrapagens) que se foram acumulando, especificamente, tempo de espera para pesquisa arqueológica – 640 esqueletos (porque tempo é dinheiro); Pagamento à Comissão que se vai debruçar (espero que não caia ao rio) sobre o nome a dar à dita Ponte (chamaram para ajudar, o meu amigo Mário Cobra?...); Ajudar a pagar o deck para esplanadas suspenso sobre o rio (por ser considerado artigo de luxo) e finalmente uma despesa (*) que vou referir mais à frente (parte séria). Para concluir este trecho “hilariante” (ou não), só me resta observar o seguinte: - Esta nova Ponte sobre o Rio Nabão está para o Sr. Eng. António Paiva, como o Tratado de Lisboa está para o Sr. Eng. José Sócrates “…fundamental para a minha carreira política…”. Diria que é um “marco histórico” na carreira política de um e uma “ponte que faz história” na do outro. Resultado final 1-1 e ambos Eng. (que coincidência).
Bom, a parte séria: Venho questionar publicamente a Autarquia Tomarense, sobre o Estudo de Impacto Ambiental que foi feito (ou não), na área circundante à Igreja de Santa Maria dos Olivais e Torre fronteira. Não tenho ideia de ter lido nada a esse respeito. Uma análise aprofundada serviria para dar a conhecer, o impacto negativo que o aumento de tráfego produziria na pedra destes Monumentos. Contactada a Sapiens – Associação de Protecção Divulgação do Património Cultural, seus técnicos concordam que com o aumento de CO2 (Dióxido de Carbono) naquela zona, proveniente do gás expelido pelos escapes dos automóveis, a probabilidade da degradação da pedra aumentar, lenta e assustadoramente, é uma realidade. O tráfego automóvel vai aumentar quatro ou cinco vezes mais o que vai originar um impacto ambiental negativo, colateral e irreversível. É aqui que entram os Impostos que vão ser criados (parte humorística), vão também (*) financiar os restauros dos Monumentos lesados (interessante ideia, mas, era a brincar). Num futuro longínquo, vai ser necessário muito dinheiro para reparar a nossa Igreja e Torre. Dinheiro que como se sabe presentemente, escasseia. Pois é, a brincar, a brincar, pergunto: - Pensaram por acaso nisto?...
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3812 de 2008-06-27
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-16
A perguntas que se impõem formular (tantas quanto...):
1- Vende-se a casa 5 (cinco) vezes, ou só uma?...
2- A quem se telefona?...
3- Vai mais uma Placa, óh freguês?...
4- Em quanto é que me vai ficar a conta telefónica?...
5- Vai abandonar o país ou mudar de casa?...
Bem... Isto é que vai uma crise.
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar, 2008-06-12
Modelo: Auto-Tintol_PT
Legislação – Relativa aos produtos Vinícolas/Alcoólicos (vinhos, aguardente, brandy, etc. e dos rascas para ser barato, martelados de preferência). Impostos (idem)
Quantidade de Pessoas – 4 e um baralho de cartas.
Vantagens – Abastecimento em Tabernas, Mercearias, Lojas de Conveniência, Supermercados e Adegas cooperativas. A abundância deste produto no nosso País, torna-nos auto-suficientes e até grandes exportadores (do martelado e rasca).
Desvantagens – O slogan “Se conduzir não beba”, as multas injustificadas (só com o cheiro…), as quotas impostas por Bruxelas.
Velocidade – Ui… Alta.
Nota: Nunca utilizar Cervejola por causa da espuma que provoca. Os principais concorrentes são a Espanha e a França.
In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3811 de 2008-06-20
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-06-10
Não existindo aparentemente ninguém a regular esta situação, era fundamental e urgente uma intervenção decisiva e implacável por parte dos Governos. Se as organizações políticas e comunidades económicas estatais, se organizam para criar barreiras alfandegárias, proteccionismo nos preços, quotas de mercado e leis comerciais específicas, não se entende o porquê de não conseguirem (ou não quererem) se organizar e criar medidas para travar estas actuais especulações mercantilistas. Será porque os intermediários por via das vendas inflacionadas e os Estados por via dos impostos, são finalmente quem mais ganha, com esta degradante situação (pactuando entre si). Esta CRISE, vai provocar um aumento que pode ir até aos 39% no preço dos alimentos e por conta desta situação anómala, quem sai prejudicado é sempre o mesmo: O Consumidor, o Povo (um bem que custe hoje 20,00 €, poderá vir a custar até ao final do ano 28,00 €. Se somarmos todos os gastos de um agregado familiar, temos um aumento de mais 195,00 € por Mês, nas despesas desse agregado). Como todos sabem, e para ajudar os portugueses, a nossa economia é e está muito frágil, com a crise implantada nos mercados internacionais, ainda mais débil vai ficar (Portugal importa 90% dos cereais que consome). Cuidem-se os Portugueses pois esta é a realidade, a nossa realidade. Melhores dias não se prevêem, bem pelo contrário, uma profunda carestia avizinha-se e as consequências serão imprevisíveis (fome no mundo). Preparem-se portanto, para o pior.
Por: Joaquim Francisco Tomar 2008-05-01